quinta-feira, 11 de abril de 2013

Anvisa aprova novos requisitos para repelentes

 


11 de abril de 2013

Foto: Anvisa

Os produtos repelentes, utilizados na pele para afastar insetos, terão um regulamento específico e rótulos mais claros para o consumidor. Em reunião pública nesta segunda-feira (8/4), os diretores da Anvisa aprovaram o novo regulamento para estes produtos, que são enquadrados na categoria dos cosméticos.

Uma das principais mudanças se refere ao rótulo dos produtos, que não poderão utilizar imagens e figuras de apelo infantil, mesmo os indicados para uso em crianças. De acordo com a Gerente-Geral de Cosméticos da Anvisa, Josineire Sallum, mesmo os repelentes para uso infantil são tóxicos e por isso devem ser aplicados por um adulto. A medida busca prevenir acidentes, já que o uso de imagens e figuras de apelo infantil podem despertar o interesse das crianças. No entanto, os fabricantes poderão continuar utilizando cores e dizeres apropriados para distinguir o produto de uso adulto e o de uso infantil.

Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, a medida reflete uma preocupação da Agência em zelar pelo público mais vulnerável. “Há muitos aspectos que contemplam o universo infantil; esse cuidado é importante em todo o produto destinado às crianças, quer seja cosmético, alimento ou medicamento. Não podemos induzir uma criança a beber um produto por ele ter um aroma gostoso, isso é arriscado, ele pode ser tóxico”, explicou Barbano.

Outra mudança diz respeito aos rótulos dos produtos com o ingrediente conhecido como Deet. Neste caso, os repelentes deverão trazer um alerta específico para o uso em crianças, destacando que o produto não deve ser utilizado em menores de dois anos. O rótulo também deverá deixar claro que o produto não deve ser utilizado mais do que três vezes ao dia em crianças de dois a 12 anos.

Os fabricantes terão 18 meses para se adequar às novas regras, a partir da publicação da medida no Diário Oficial da União.

Fonte: Impresa / Anvisa

Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/anvisa-aprova-novos-requisitos-para-repelentes/

PL que trata da presença do CD na UTI é aprovada na CCJ

 

Edição 188 - 10/04/2013

O PL 2.776/08, que trata da presença do cirurgião-dentista nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), teve o parecer aprovado nesta quarta-feira, 10, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). A proposta torna obrigatória a presença de cirurgiões-dentistas em hospitais públicos e privados de médio ou grande porte onde haja pacientes internados ou que atendam a doentes crônicos.

O objetivo é garantir a higiene e a saúde bucal desses pacientes, evitando problemas como cáries, entre outras doenças. A CCJ acatou o substitutivo da Comissão de Seguridade Social e Família ao Projeto de Lei 2776/08, do ex-deputado Neilton Mulim. O relator na CCJ foi o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR). A matéria segue agora para o Senado e sanção presidencial, a menos que haja recurso para sua análise pelo Plenário da Câmara. O PL conta com o apoio de várias entidades odontológicas como CFO, ABO, FNO, FIO, entre outras.

O texto aprovado assegura a assistência odontológica a todos os pacientes em regime de internação hospitalar, aos atendidos em casa na modalidade “home care” e aos doentes crônicos, mesmo que não estejam internados. O projeto original garantia o serviço apenas em unidades de terapia intensiva (UTIs) e em hospitais públicos e privados com pacientes internados.

Pelo substitutivo, apenas os hospitais de médio e grande porte deverão cumprir a regra. De acordo com a proposta original, as clínicas, públicas ou privadas, também deveriam manter profissionais de odontologia à disposição dos pacientes.

Fonte: http://www.jornaldosite.com.br/materias/saude/anteriores/edicao188/saude188_09.htm

PORTUGAL: médicos e enfermeiros passam a deslocar-se entre hospitais para evitar transporte de doentes

 

Médicos e enfermeiros passam a deslocar-se entre hospitais para evitar transporte de doentes

 

Medida faz parte da organização dos serviços de urgência da Administração Regional de Saúde

11 de abril de 2013 - 14h25

Os profissionais em serviço nas urgências de Lisboa e Vale do Tejo vão passar a deslocar-se a outros hospitais para evitar o transporte de doentes, uma possibilidade que avançará nas áreas de cirurgia vascular e gastroenterologia, segundo fonte oficial.

A medida faz parte da organização dos serviços de urgência metropolitana de Lisboa, que está a ser levada a cabo pela respetiva Administração Regional de Saúde.

Fonte deste organismo adiantou que esta organização compreende algumas inovações, como “a possibilidade de profissionais em serviço se deslocarem a outras unidades hospitalares, obviando assim a necessidade de transportar doentes muitas vezes em condições clínicas exigentes”.

Dois centros de trauma em Lisboa

A mudança passa ainda pelo estabelecimento, no período noturno, de dois centros de trauma com capacidade para atender grandes traumatizados, uma vez que este tipo de doentes necessita da ação coordenada de todas as especialidades cirúrgicas, nos hospitais de Santa Maria e de São José.

De acordo com a Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo, o objetivo deste processo de organização é “obter racionalização de recursos em áreas em que a casuística de atendimentos o permita, sem perturbação da qualidade dos cuidados prestados aos cidadãos”.

“Este contexto organizacional vai permitir colmatar dificuldades em especialidades deficitárias na região e redirecionar recursos para a atividade programada, nomeadamente consultas médicas e cirurgias”, prossegue o esclarecimento deste organismo.

A mudança deverá entrar em funcionamento dentro de três meses.

Lusa

Fonte: http://saude.sapo.pt/noticias/saude-medicina/medicos-e-enfermeiros-passam-a-deslocar-se-entre-hospitais-para-evitar-transporte-de-doentes.html

NOVO DISPOSITIVO MELHORA REABILITAÇÃO MOTORA DE PACIENTES APÓS AVC

 

11/04/13

Pacientes cujos progressos estagnaram após tratamento convencional apresentaram novos picos na recuperação com o novo sistema

Cientistas da Nanyang Technological University (NTU) desenvolveram um novo dispositivo que melhora a reabilitação de pacientes com acidente vascular cerebral (AVC).

A invenção permitiu que pacientes de derrame que haviam passado por reabilitação convencional por um ano ou mais e tinham atingido estagnação em sua recuperação, conseguissem fazer progressos significativos na sua capacidade de realizar as tarefas diárias, de acordo com os pesquisadores.

O estudo revela que alguns destes doentes recuperaram até 70% da pontuação clínica em função motora em apenas um mês de tratamento.

"Enquanto os sistemas de reabilitação atuais beneficiam muitos pacientes, há também outros pacientes que ainda têm dificuldades exercer atividades diárias como segurar um garfo ou beber de um copo, apesar das sessões de reabilitação. O novo sistema trabalha dando feedback em tempo real para os pacientes sobre o que está acontecendo em sua mente e em seus músculos. Os pacientes que usam SynPhNe sabem onde os seus problemas estão e podem trabalhar lentamente para superar cada problema, em vez de se sentir frustrado e passar por um longo e doloroso processo de tentativa e erro quando suas melhorias não são visíveis", afirma o criador do dispositivo John Heng.

Como funciona

SynPhNe ou Plataforma Physio Neuro-Sinérgica, consiste de um software conectado a um fone de ouvido especialmente concebido com sensores neurais e uma luva sensorial. O dispositivo foi projetado para ser usado facilmente por pacientes com AVC, que normalmente têm o controle de apenas um braço.

Estes sensores fornecem feedback sobre o estresse, a atenção e os níveis de relaxamento da mente e de quais músculos estão sendo ativados ou inibidos pelo paciente. O software contém vídeos instrutivos para os movimentos dos membros que o paciente pode imitar e melhorar seu desempenho em várias tarefas.

Informações do sensor são exibidas em tempo real através da tela do computador para que o paciente esteja consciente do que está acontecendo em sua mente e corpo ao se submeter a exercícios de reabilitação.

Segundo Heng, enquanto o multi-modelo de aprendizagem associativa é conhecido por ser útil no desenvolvimento de bebês e na educação, é a primeira vez que sua equipe de pesquisa está adaptando-o para terapia de acidente vascular cerebral. Testado em 10 pacientes até à data, ele tem se mostrado muito eficaz na aceleração da recuperação de doentes com AVC.

Na aprendizagem associativa, um paciente vai descobrir a ligação entre causa e efeito, ou a intenção e o resultado físico. O paciente aprende o que ele quer fazer e o que está realmente acontecendo com seus membros. Isso ajuda o paciente a autocorrigir movimentos para combinar ações pretendidas.

"Por exemplo, se um paciente quer mover seu pulso, mas seu pulso não está se movendo, SynPhNe será capaz de mostrar-lhe que a sua mente tinha enviado um sinal, os músculos receberam, mas como os músculos de apoio e oposição estão apertados , ele vai precisar relaxar o músculo oposto, a fim de mover o pulso", explica o pesquisador Banerji Subhasis.

Ensaios com pacientes ainda estão em andamento e 10 pacientes foram submetidos a testes por 12 sessões, com duração de 90 minutos. Durante um período de quatro semanas, todos eles mostraram alguma melhora nas escalas clínicas. Verificou-se que pacientes com dificuldade de controle manual e problemas de fraqueza na mão foram os que mais melhoraram, em vários casos, até 70%.

Além da realização de ensaios adicionais envolvendo mais 50 pacientes, o próximo passo para os cientistas é formar uma empresa start-up para transformar o protótipo em um kit de terapia portátil para uso doméstico. Este kit deverá ser mais barato do que os sistemas de reabilitação robóticos no mercado, que podem custar muito alto.

Fonte: R7 Notícias

Fonte: http://fisioterapia.com/noticias/imprimir/1018

Idosos têm risco 12 vezes maior de morrer de dengue, diz Ministério

 

10/04/2013 15h09 - Atualizado em 10/04/2013 15h09

 

Saúde comparou o número de óbitos e casos da doença por faixa etária. Em três meses, Brasil teve 714.226 casos suspeitos notificados.

Do G1, em São Paulo

Mosquito da dengue (Foto: Divulgação)
Mosquito da dengue (Foto: Divulgação)

Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde revelou que os idosos têm um risco 12 vezes maior que o restante da população de morrer em decorrência da dengue. A conclusão foi tirada de acordo com os óbitos registrados nos três primeiros meses de 2013.

No primeiro trimestre do ano, 132 pessoas morreram em todo o país com a doença, dos quais 42% tinham 60 anos ou mais. Tendo em vista a proporção de pessoas infectadas por faixa etária, isso significa que o risco de morte com a doença é 12 vezes maior entre os idosos.

O ministério não soube explicar precisamente por que o risco aumenta nessa faixa etária, mas acredita que possa haver relação com doenças crônicas que são mais comuns entre os mais idosos, como diabetes e hipertensão.

Surto
Nos três primeiros meses de 2013, o Brasil contabilizou 714.226 casos suspeitos. O número é bem maior do que o mesmo período nos anos anteriores. Em 2012, foram 190.294 notificações; em 2011, 344.715; e, em 2010, de 501.806.

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Minas Gerais foi o estado com o maior número de infecções em 2013, com 152.230 casos notificados. Proporcionalmente, no entanto, o estado mais afetado foi Mato Grosso do Sul, onde foram registrados 3.105 casos para cada 100 mil habitantes.

A partir de 300 casos para cada 100 mil habitantes, o Ministério da Saúde já considera que a incidência de dengue é alta. A média nacional do primeiro trimestre de 2013 é de 368,2 casos para cada 100 mil habitantes.

Por conta disso, o Ministério da Saúde realizou nesta terça uma videoconferência com representantes de secretarias de saúde dos todos os estados do Nordeste e do Sudeste, além do Distrito Federal e do Paraná. A pasta reforçou o pedido para que moradores e autoridades locais combatam o mosquito Aedes aegypti, que transmite o vírus da doença. O combate pode ser feito com atos simples, principalmente com a eliminação de pontos de acúmulo de água parada.

Saiba quais são os sintomas da dengue (Foto: Editoria de Arte G1)

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/04/idosos-tem-risco-12-vezes-maior-de-morrer-de-dengue-diz-ministerio.html

Consumo de álcool entre brasileiros se torna mais frequente, diz estudo

 

10/04/2013 11h14 - Atualizado em 10/04/2013 14h25

 

Em seis anos, proporção de pessoas que bebem toda semana subiu 20%. Índice dos que dirigem após beber caiu 21% entre 2006 e 2012, diz Unifesp.

Rafael SampaioDo G1, em São Paulo

81 comentários

#cerveja (Foto: Philippe Huguen/AFP)Consumo frequente de bebida aumentou 20%
proporcionalmente em seis anos, diz estudo da
Unifesp (Foto: Philippe Huguen/AFP)

Um estudo publicado nesta quarta-feira (10) em São Paulo mostra que o consumo frequente de álcool tem se tornado cada vez mais comum entre os brasileiros. Segundo a pesquisa, a proporção de pessoas que bebem ao menos uma vez por semana – os chamados "bebedores frequentes" – aumentou 20% ao longo dos seis anos.

"Houve um aumento do consumo entre os que bebem. Você tem mais de um milhão de pontos de venda [de bebida alcoólica], as pessoas são estimuladas a consumir", disse Ronaldo Laranjeira, professor de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e um dos autores da pesquisa.

Os dados são do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad). Foram analisadas as respostas dadas por 4.607 pessoas de 149 municípios de todos os estados do país, na pesquisa de 2012. Com isso, foi possível fazer uma comparação com a primeira edição do Lenad, que avaliou dados de 3.007 voluntários, entrevistados em 2006.

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Apesar do aumento na frequência de ingestão de álcool entre os que bebem, a quantidade de pessoas que dizem beber mudou pouco no período. O índice de abstinência, ou seja, de pessoas que não consomem álcool, subiu de 48%, em 2006, para 52%, em 2012, diferença que os pesquisadores da Unifesp consideraram insignificante.

Bebendo com mais frequência
Em 2006, 45% dos adultos entrevistados no Lenad diziam consumir bebidas alcoólicas uma vez por semana ou mais, o que configura um "bebedor frequente". Em 2012, o número saltou para 54%, o que significa um aumento proporcional de 20% em seis anos, segundo o Lenad.

O crescimento foi maior entre as mulheres: 29% das entrevistadas admitiam beber uma vez por semana ou mais, em 2006, contra 39% em 2012, uma elevação proporcional de 34,5%. Já entre os homens, o índice dos que admitiam beber uma vez ou mais por semana passou de 56% em 2006 para 64% em 2012, crescimento de 14,2% proporcionalmente, de acordo com o estudo.

Beber e dirigir
As políticas de Lei Seca no trânsito têm dado resultado, indicam os dados do Lenad. Em seis anos, houve uma queda proporcional de 21% entre os que admitem ingerir bebida alcoólica e dirigir - eram 27,5% dos entrevistados em 2006 e agora são 21,6%.

A queda foi mais acentuada entre os homens (19%, entre 2006 e 2012), mas eles seguem como maioria entre os que infringem a lei. Em 2012, 27,3% dos entrevistados afirmaram ter dirigido depois de beber, contra 7,1% das entrevistadas.

Região 'campeã'
O Nordeste foi a região com redução mais acentuada na ingestão de bebida ao volante. Houve queda proporcional de 43% entre os que admitiam dirigir após beber. Em 2006, 39% dos entrevistados na região diziam infringir a Lei Seca, contra 22% dos indivíduos em 2012.

Já no Sudeste, segunda região com maior queda proporcional, a redução foi de 25% no mesmo intervalo de tempo. Em 2006, 24% dos entrevistados na região diziam dirigir após beber, contra 18% dos entrevistados em 2012.

Para Laranjeira, a única medida com fiscalização efetiva contra o consumo de álcool é a Lei Seca. "O mercado do álcool permanece intocado. Precisa mexer nas políticas [públicas]", ponderou.

Beber muito e rápido
Um dos tipos mais preocupantes para o médico, o chamado "beber em binge" ou beber muitas doses rapidamente - que acontece nos "esquentas" para festas, por exemplo, de acordo com os pesquisadores - cresceu 31,1% proporcionalmente, em seis anos. Em 2006, 45% da população de bebedores admitiam ter este comportamento, índice que passou para 59% em 2012.

O aumento novamente foi maior entre as mulheres - 36% das que diziam ingerir álcool tinham esta  prática nociva de beber em 2006, contra 49% na última medição do Lenad, em 2012. Proporcionalmente, a elevação foi de 36%, segundo a Unifesp. "É o abuso que acontece em festas, por exemplo", definiu Laranjeira.

Álcool e violência
Segundo o Lenad, quase um terço (27%) dos homens com menos de 30 anos que bebem já se envolveram em brigas com agressão. O número é alto em comparação com os indivíduos na mesma faixa etária que não ingerem álcool - só 6% estiveram em brigas, em 2012.

A posse de arma de fogo e o ato de andar armado também sobem quando a análise inclui homens com menos de 30 anos que bebem, informa o estudo. Entre os indivíduos que não ingerem álcool, só 5% admitiram usar arma. Já entre os que têm menos de 30 anos e bebem, 10,3% andam armados.

De acordo com os pesquisadores, em 50% dos casos de violência doméstica (3,4 milhões de pessoas) registrados em 2012 houve ingestão de álcool por parte do agressor, o que sugere uma relação entre a agressão em casa e a bebida.

"Estamos despreparados para atender pessoas que querem parar de beber", ressaltou Laranjeira, referindo-se às políticas públicas do Brasil. "A gente combate a violência doméstica, mas o álcool como origem destes casos, não."

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/04/consumo-de-alcool-entre-brasileiros-se-torna-mais-frequente-diz-estudo.html

Jovens afirmam que bebem, mas moderadamente

 

11/4/2013 às 09h14 (Atualizado em 11/4/2013 às 10h35)

Consumo abusivo de álcool cresceu 31,1% entre os brasileiros nos últimos seis anos

Agência Estado

Consumo abusivo de álcool cresceu 31,1% entre os brasileiros Getty Images

A estudante de Jornalismo Marina Escarminio, de 20 anos, começou a beber aos 16 — “tarde para os tempos de hoje”, segundo ela. “

— No início, eu experimentava caipirinha de saquê nas baladas. Comecei tarde, sou filha única e minha mãe sempre me segurou mais”.

Em seis anos, consumo de álcool cresce 20% no Brasil

Uso abusivo de álcool é fator de risco para o câncer
Dos 18 anos em diante, Marina passou a sair com as amigas quase todos os finais de semana. “

— Gostamos de dançar salsa. Então, fazemos rodadas de tequila.” Em geral, as doses são distribuídas ao longo da noite. “Até o final da balada fazemos três ou quatro rodadas, mas não é direto. Bebemos quando chegamos no bar, depois dançamos um pouco, depois fazemos outra. Vamos intercalando as doses entre conversas e dança.”

Jovem de 22 anos se prostitui para financiar alcoolismo
Marina, que considera seu organismo resistente à bebida, conta que chega a ingerir quatro doses de tequila em uma hora e meia — característica do chamado “beber em binge”. Quando isso acontece, diz, costuma ficar sem beber nada no resto da noite. “

— Fico nisso, não exagero. A maioria (dos amigos) continua bebendo, mas eu paro para não passar vergonha.” A estudante diz que “aprendeu a beber depois de tomar um porre” em um churrasco no último ano do ensino médio, há três anos. “Agora, quando fico tonta, eu já paro.”
O consumo abusivo de álcool cresceu 31,1% entre os brasileiros nos últimos seis anos, especialmente entre as mulheres jovens, de acordo com o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), divulgado nesta quarta-feira (10) por pesquisadores da Unifsp (Universidade Federal de São Paulo).

Foram entrevistadas 4.607 pessoas com 14 anos ou mais, em 149 municípios brasileiros. Esse crescimento foi observado no chamado “beber em binge”, um indicador que demonstra quando a pessoa ingere grandes doses de álcool (4 para as mulheres, 5 para os homens) em menos de duas horas. Entre as mulheres, o aumento foi de 36% — no ano passado, metade delas bebeu dessa maneira. Entre os homens, o número subiu 29,4%.
A fotógrafa Sabrina de Souza Coelho, de 25 anos, diz que bebe tanto quanto os homens da mesa quando vai a um bar com os amigos, programa que costuma ser semanal. O fato de as mulheres estarem bebendo mais, para Sabrina, tem a ver com a conquista da independência feminina nas últimas décadas. “As mulheres estão saindo mais porque agora cada uma tem o seu trabalho e o seu dinheiro, para gastar com o que quiser”, acredita a fotógrafa.
Marina e Sabrina são dois exemplos que ilustram o aumento do consumo excessivo entre as mulheres. “Esse fato está acontecendo no Brasil de uma maneira muito rápida, da mesma forma que aconteceu na década de 1960, quando as mulheres começaram a fumar”, avalia o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, um dos autores da pesquisa que avaliou o consumo de álcool no País entre 2006 e 2012.
Marina, por exemplo, conta que já competiu com um amigo para ver quem bebia mais cerveja. Ela ganhou após tomar nove copos — o amigo parou no oitavo. Mesmo assim, ela ressalta que as mulheres ainda sofrem com a imagem negativa do hábito.

— “Me comporto. Bebo socialmente e só no final de semana”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/jovens-afirmam-que-bebem-mas-moderadamente-11042013

Nova morte provocada pelo vírus H7N9 da gripe aviária na China

 

11/4/2013 às 09h36 (Atualizado em 11/4/2013 às 10h40)

Décima vítima é um aposentado de 74 anos de Xangai

AFP

O vírus H7N9 da gripe aviária provocou a 10ª vítima fatal no leste da China, onde as autoridades proibiram a criação de aves nas residências para limitar a cepa infecciosa que até poucas semanas não era transmitida ao ser humano.

A última vítima é um aposentado de 74 anos de Xangai, segundo as autoridades do município de 23 milhões de habitantes.

OMS admite que vírus H7N9 pode ser transmitido entre pessoas da mesma família

Seis das 10 mortes registradas aconteceram em Xangai, capital econômica do país.

A cepa H7N9, que até o momento infectou oficialmente apenas pessoas no leste da China, foi transmitido ao homem recentemente, mas as razões do contágio ainda não foram determinadas.

Leia mais notícias de Saúde

As autoridades de Xangai adotaram medidas para tentar delimitar a cepa infecciosa.

Depois de ordenar o fechamento dos mercados de aves de curral e sacrificar dezenas de milhares de aves, a cidade proibiu as corridas de pombos e a venda de pássaros.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que não existem indícios de transmissão entre humanos do vírus H7N9 da gripe aviária na China, apesar do aumento do número de infecções nos últimos dias.

Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados

Fonte:

INCA lança quiz que auxilia na prevenção do câncer

 

10 de abril de 2013

Na semana do Dia Mundial da Saúde, o INCA lançou seu segundo quiz dentro da campanha Mitos e Verdades sobre Câncer. Desta vez, o foco é na alimentação e sua relação com o câncer, seja como fator de proteção ou aumentando o risco de desenvolver a doença.

De uma forma geral, frutas, legumes e verduras são alimentos protetores e podem até reverter estágios iniciais da formação do câncer, por conterem fibras e nutrientes importantes, como vitaminas. Já os grelhados, apesar da crença geral, são perigosos para a saúde, já que preparar carnes em temperaturas extremas agrega substâncias cancerígenas ao prato. Aprenda isso e muito mais respondendo ao quiz no portal do INCA.

 

Fonte: INCA

Fonte:

Sistema Único de Saúde em perspectiva

 

Rede Unida participa do Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde com debate sobre Políticas Públicas, Educação e Saúde. Prazo final para envio de trabalhos é 16/04!

A Rede Unida participará da sexta edição do Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, com o grupo temático “Políticas Públicas de Educação e de Saúde: Diversas Práticas diferentes Sujeitos – O SUS em Perspectiva”. O evento será entre os dias 13 e 17 de novembro de 2013, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), na capital carioca. Os interessados devem ficar atentos ao prazo final de envio de trabalho que termina dia 16 de abril.

Saiba mais sobre o evento em: http://www.cienciassociaisesaude2013.com.br/gt/ementa_gt.php

Leia a ementa do grupo temático.

35. Políticas Públicas de Educação e de Saúde: Diversas Práticas diferentes Sujeitos – O SUS em Perspectiva

O tema contempla o debate contemporâneo sobre a educação/ensino de profissionais da saúde no Brasil, no qual a construção de novas práticas acadêmicas e a internalização de novas posturas profissionais é objeto das políticas de educação e saúde, com êxito apenas parcial. Pretende-se problematizar diversas práticas (estratégias/dispositivos) de ensino e de educação no campo da saúde, produzindo um debate que permita compreender/dimensionar avanços em direção à desconstrução da fragmentação do conhecimento e do trabalho em saúde, do individualismo social e da naturalização da saúde ainda presentes na contemporaneidade. Ao mesmo tempo, discutir a contribuição destas práticas e políticas para o protagonismo estudantil, do trabalho em equipe e da multiprofissionalidade, tendo em vista a construção de outro habitus profissional, fundamentado no conceito ampliado de saúde, na produção de integralidade e na responsabilidade pública/educação cívica de profissionais da saúde.

Coordenadores:

Prof. Dr. Alcindo Antônio Ferla - UFRGS

Profª Dra. Izabella Barison Matos - UFRGS

Profª Drª Luiza Helena Dalpiaz - Centro Universitário Metodista/IPA Porto Alegre RS

Fonte: http://www.redeunida.org.br/noticia/o-sus-em-perspectiva

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