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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Vídeo flagra momento em que a paciente para de respirar durante o sono

 

23/4/2013 às 15h04 (Atualizado em 23/4/2013 às 15h10)

Homem sofre de apneia do sono em que há bloqueio da passagem do ar

BBC Brasil

Imagens divulgadas por uma clinica do sono britânica flagraram o exato momento em que um homem para de respirar enquanto dorme.

O paciente sofre de apneia obstrutiva do sono, um problema que causa várias paradas respiratórias enquanto a pessoa dorme devido ao bloqueio da passagem do ar nas vias respiratórias.

Se a doença não for tratada, além de causar interrupção do sono, pode também agravar problemas cardíacos (hipertensão, arritmias etc) e pulmonares.

Apneia do sono pode provocar impotência sexual

Assista ao vídeo:

 

BBC Brasil - Todos os direitos reservados - É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/video-flagra-momento-em-que-a-paciente-para-de-respirar-durante-o-sono-23042013

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Crianças com apneia do sono têm cinco vezes mais risco de TDAH

 

Fonte: http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34306/geral/criancas-com-apneia-do-sono-tem-cinco-vezes-mais-risco-de-tdah

01/04/2013 às 10h00:00   

 

Estudo sugere que distúrbio do sono persistente também está ligado a problemas de aprendizagem e notas baixas na escola

Foto: Maya Kruchenkova/Foto Stock

Resultados indicaram que as chances de ter problemas de comportamento eram quatro a cinco vezes maiores em crianças com incidência de apneia do sono

Resultados indicaram que as chances de ter problemas de comportamento eram quatro a cinco vezes maiores em crianças com incidência de apneia do sono

Crianças com apneia obstrutiva do sono, forma comum de distúrbio respiratório do sono, têm maior risco de desenvolver Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), bem como outros problemas comportamentais e de aprendizagem.

As descobertas trazem informações úteis para os profissionais médicos que atuam na busca por tratamentos deste distúrbio do sono e seus reflexos no comportamento do paciente. "Também deve ser considerada a possibilidade de que a apneia obstrutiva do sono contribua para dificuldades como hiperatividade, aprendizagem e transtornos comportamentais e emocionais na sala de aula", afirma a autora da pesquisa Michelle Perfect.

A pesquisa, feita ao longo de cinco anos, examinou 263 crianças hispânicas e caucasianas de 6 a 11 anos, que passaram por avaliações neurocomportamentais.

A análise mostrou que 23 crianças tiveram incidentes de apneia ao longo do estudo, e 21 apresentaram o distúrbio de maneira persistente. Outras 41 crianças que inicialmente

Os resultados indicaram que as chances de ter problemas de comportamento eram quatro a cinco vezes maiores em crianças com incidência de apneia do sono e seis vezes maiores nas crianças que tinham apneia do sono persistente.

Em comparação com os jovens que nunca tiveram apneia, as crianças com a condição eram mais propensas a problemas nas áreas de hiperatividade, atenção, comportamentos disruptivos, comunicação e sociabilidade. Crianças com apneia do sono persistente também tinham sete vezes mais chances de ter problemas de aprendizagem e três vezes mais chances de ter as notas baixas na escola.

"Mesmo que a apneia pareça diminuir na adolescência, ter uma abordagem de 'esperar para ver' é arriscado e famílias e clínicos devem identificar potenciais tratamentos", afirma Perfect.

De acordo com a Academia Americana de Medicina do Sono, apneia obstrutiva do sono ocorre em cerca de 2% das crianças que são saudáveis. As crianças com apneia do sono têm, geralmente, amígdalas e adenoides maiores do que outras crianças da sua idade, e a maioria das crianças com apneia do sono têm uma história de ronco alto. Opções de tratamento eficazes para crianças incluem a remoção cirúrgica das amígdalas e adenoides.

segunda-feira, 18 de março de 2013

APNÉIA DO SONO ( SAHOS ) : CAUSAS, SINTOMAS, TRATAMENTO

 

Fonte: http://www.polisono.com.br/disturbios-sono/apneia-sono-sahos.asp

O QUE É APNÉIA DO SONO;

A Apnéia do Sono ou SAHOS (Síndrome da Apnéia/ Hipopnéia do Sono) é caracterizada pela ocorrência de episódios recorrentes de obstrução parcial ou total das vias aéreas durante o sono. A conseqüência destas obstruções é a redução (hipopnéia) ou interrupção completa (apnéia) do fluxo de ar apesar da manutenção do esforço inspiratório.

Figura 1: Imagem demonstrando a obstrução à livre passagem do ar (azul) que ocorre na apnéia do sono.

Passagem de ar na apnéia do sono

CAUSAS

A SAHOS é uma doença multifatorial. Ela pode ser causada pela interação de fatores anatômicos individuais (tamanho das vias aéreas) com outros fatores como hipotonia da musculatura do palato durante o sono.

SINTOMAS:

O paciente com ronco ou apnéia do sono pode não perceber o problema. Muitos pacientes são conduzidos ao especialista pelo cônjuge ou por pessoas que convivem com ele e percebem o problema.

Alguns sinais e sintomas comuns são:

  • Ronco: respiração ruidosa ou barulhenta durante o sono
  • Sono não reparador ou seja, o paciente já acorda com a sensação de cansaço ou de que não dormiu suficientemente bem despertar noturno freqüente
  • Paradas momentâneas da respiração durante o sono presenciadas pelo cônjuge ou outros familiares
  • Distúrbios cognitivos como: dificuldade de memória, concentração e atenção
  • Irritabilidade
  • Fadiga
  • Nictúria ou seja, o paciente desperta várias vezes durante a noite para urinar sem que haja um problema de ordem urológica
  • Cefaléia matinal, estes pacientes muitas vezes já acordam com dor de cabeça
  • Sonolência Diurna Excessiva: é um sintoma muito importante e freqüente em pacientes com SAHOS.

CONSEQÜÊNCIAS DA SAHOS NÃO TRATADA

Já está bem documentado na literatura médica que a apnéia do sono pode causar vários problemas à saúde.

Entre os problemas mais bem documentados estão os listados abaixo:

  • Maior risco de acidentes de trânsito e de trabalho : Vários estudos demonstram que o número de acidentes de trânsito em pacientes com SAHOS é 2 à 3 vezes superior em relação à população normal.
  • Acidentes ocorrem com maior freqüência nestes pacientes porque eles tendem a apresentar maior tendência para "cochilos" involuntários durante o dia.
  • Hipertensão Arterial Sistêmica: A SAHOS é um fator de risco independente para o desenvolvimento de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) ou seja, pacientes com SAHOS podem desenvolver HAS mesmo que não tenham outros fatores de risco.
  • Arritmias cardíacas: Arritmias cardíacas que ocorrem exclusivamente durante o sono são comuns nos pacientes com SAHOS. Alterações como bradicardia sinusal, bloqueio atrioventricular, extrassístoles ventriculares isoladas e bigeminadas também foram descritas.
  • Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e Acidente Vascular Cerebral (AVC) : Alguns estudos apontam para risco aumentados destas doenças em portadores de SAHOS
  • Distúrbios Cognitivos: Portadores de SAHOS podem apresentar prejuízo nas funções cognitivas como dificuldade de memória, dificuldade de concentração e déficit de Atenção.

As alterações acima podem ser reversíveis ou melhorar com o tratamento da SAHOS.

DIAGNÓSTICO: A IMPORTÂNCIA DA POLISSONOGRAFIA

O padrão-ouro para o diagnóstico da SAHOS é o exame de polissonografia.

A polissonografia vai fornecer informações fundamentais para o diagnóstico correto do problema como:

  • Confirmar ou não a hipótese clínica de SAHOS
  • Indicar a existência ou não de outros problemas associados ( por exemplo, presença de apnéia central ou outros distúrbios)
  • Avaliar o índice de apnéia e hipopnéia (quantidade de ocorrências por hora)
  • Avaliar a dessaturação da oxi-hemoglobima (o quanto o oxigênio reduz no sangue durante as apnéias
  • Avaliar a presença e frequencia dos microdespertares (quantas vezes o paciente acorda durante a noite, muitas vezes sem perceber)
  • Avaliar as porcentagens dps estágios do sono
  • Avaliar o eletrocardiograma durante o sono
  • Avaliar o ronco (frequencia e intensidade)
  • Avaliar a posição corporal onde os episodios são mais frequentes

TRATAMENTO

O tratamento da SAHOS deve ser planejado de acordo com as necessidades individuais de cada paciente e de acordo com o grau de apnéia.

Em geral, o tratamento da SAHOS envolve a adoção de medidas clínicas simples aliadas ao uso de dispositivos ou aparelhos que visam facilitar o fluxo do ar pela via aérea como os aparelhos intra-orais e os aparelhos de pressão positiva para via aérea superior (CPAP e BIPAP).

Medidas clínicas:

  • Suspender o consumo de álcool e cigarro e o uso de drogas como benzodiazepínicos, barbitúricos e narcóticos (sempre sob orientação médica). Entre outros fatores, estas substâncias relaxam a musculatura do palato e pioram a apnéia
  • Evitar dormir na posição em que a apnéia aparece ou piora (geralmente a pior posição é a de decúbito dorsal ou seja, de barriga para cima)
  • Emagrecer: Alguns estudos demonstraram que a perda de peso pode melhorar os índices de apnéia e hipopnéia.
  • Exercícios de fisioterapia para fortalecimento da musculatura da garganta

Se existirem problemas otorrinolaringológicos que possam estar colaborando com a piora da apnéia como hipertrofia das conchas nasais, desvios septais, alergias (rinites), deformidades, pólipos, tumores, hipertrofia adenoamigdaliana, deverão ser tratados.

Aparelho Intraoral:

Na apnéia do sono de grau leve ou no ronco, o tratamento pode ser feito com o uso de aparelhos intra-orais.

Estes aparelhos são usados apenas durante o sono e são construídos de modo a posicionar a mandíbula mais para a frente, possibilitando que a passagem do ar na garganta fique desobstruída.

As principais limitações para o uso do aparelho intraoral são:

  • a- Pessoas que têm poucos dentes, usam próteses dentárias extensas e problemas periodontais severos e sem controle. Estas pessoas têm grande dificuldade de reter o aparelho na boca.
  • b- Quando o paciente tem distúrbio da ATM (articulação têmporo-mandibular) grave, com dor ou estalos no local, o uso do aparelho pode levar a uma piora da disfunção.
  • c- Pessoas muito obesas ou com apnéia grave. Nestes casos apenas o uso do aparelho intra-oral não resolve, os resultados são melhores com o uso de outro tipo de aparelho, o CPAP, do qual falaremos logo abaixo.
  • d- Apnéia central

Se houver indicação de uso de aparelho intraoral, deve ser feita uma avaliação com dentista onde são verificados as condições da arcada dentária, tipo de mordida, etc.

APARELHOS DE PRESSÃO POSITIVA PARA VIA AÉREA SUPERIOR (CPAP E BIPAP)

Na apnéia do sono de grau moderado ou severo, o mais recomendado é o tratamento com outro tipo de aparelho, denominado de CPAP.

O CPAP é um pequeno aparelho que vem conectado com um tubo flexível, que, por sua vez, conecta-se a um máscara nasal ou nasobucal que é ajustada à face por meio de tiras elásticas.

Este aparelho gera um fluxo de ar contínuo, aplicando uma pressão positiva sobre os tecidos da garganta, não permitindo que eles desabem e portanto, permitindo que o ar passe livremente pela faringe.

Na expiração, o gás carbônico exalado é drenado por meio de aberturas presentes na máscara.

Em cada paciente é necessário determinar individualmente o nível de pressão mais adequado para resolver a apnéia do sono. Para saber o nível de pressão adequado é necessário submeter-se a uma polissonografia para titulação pressórica de CPAP.

O nível pressórico do CPAP varia de 4 a 20 cm H20. Sempre consideramos o mínimo necessário para abolir roncos, apnéia, hipopnéias e dessaturações da oxi-hemoglobina, assim como os microdespertares.

Existe o CPAP, denominado automático ou "inteligente" que teoricamente conseguiria regular a pressão automática e instantaneamente durante a noite.

Neste aparelho (mais caro que o CPAP regulado manualmente) existem sensores que reconhecem os fenômenos respiratórios (quando há apnéia e hipopnéia) e os corrigem. Consideramos que mesmo pacientes que adquirem este tipo mais sofisticado de CPAP deveriam se submeter pelo menos a uma titulação pressória feita no laboratório de sono, para evitar problemas de ajuste pressorico.

Alguns pacientes como os portadores de doenças neuromusculares, obesidade mórbida e doenças pulmonares como DPOC podem precisar de um outro tipo de aparelho chamado BiPAP.

O BIPAP fornece pressões diferenciadas, podendo a pressão inspiratória ser regulada independentemente da expiratória.

Pressão inspiratória é maior que a pressão expiratória, proporcionando um conforto maior para aqueles pacientes que necessitam de uma pressão mais elevada.

Tratamento inovador utiliza várias especialidades para solucionar o problema do Ronco e Apneia

 

Fonte: http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=16392

12:19


32% da população na cidade de São Paulo sofre com ronco e apneia, podendo evoluir rapidamente para o Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS)



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O ronco e a apneia são problemas que ocorrem durante o sono e podem ocasionar muito mais do que a sonolência diurna, perda da concentração e do humor, sinais estes de noites mal dormidas.

Outros indícios geralmente estão relacionados, como o aumento de peso, alterações hormonais e psíquicas, disfunções sexuais, alterações do aparelho digestivo e respiratório podem ocasionar a Síndrome da Apneia.

Obstrutiva do Sono (SAOS), que acomete cerca de 32% da população, segundo trabalho realizado pela Unifesp, levando muitas vezes ao óbito. A grande novidade é o Núcleo de Medicina Sistêmica, que oferece tratamento com várias especialidades da medicina, em que os pacientes são cuidados por profissionais como otorrinolaringologista, clínico geral, dentista, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo e fonoaudiólogo.

No início do tratamento, o paciente passa por uma avaliação onde é montado um plano de atendimento com período pré determinado, geralmente por 6 meses em média, e com metas a serem atingidas, acompanhadas sempre pela equipe multidisciplinar formada por uma nutricionista, que orienta a perda de peso e dieta; um fisioterapeuta para recuperar a respiração diafragmática; um otorrinolaringologista e clínico geral, para viabilizar a respiração nasal o mais rápido possível, através do dilatador nasal Rinostent, além de corrigir as alterações metabólicas. Também faz parte da equipe uma psicóloga, que aplica um questionário de qualidade de vida.

“Todas estas ações ocorrem de forma integrada, sempre com a preocupação de otimizar o tempo do paciente e com o objetivo de agilizar o tratamento. O progresso do tratamento é avaliado quinzenalmente com o acompanhamento de cada profissional”, explica Dr. Levon Mekhitarian Neto, membro da Sociedade Panamericana de Otorrinolaringologia e especialista brasileiro no tratamento dos distúrbios respiratórios do sono. Dr. Levon traz uma invenção brasileira como opção de tratamento para quem sofre deste mal, o dilatador nasal Rinostent.

Dados sobre o Ronco
Estudos científicos mundiais constataram que cerca de 45% dos adultos normais roncam pelo menos ocasionalmente e 25% são roncadores habituais. Os casos mais graves, em que o ronco provoca alterações orgânicas, chegam a 9% da população masculina e a 4% da feminina, dentro da faixa etária dos 30 aos 60 anos. O problema é mais frequente em pessoas obesas e, ocasionalmente, piora com a idade.

Sobre SAOS
A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) ocorre devido ao relaxamento da faringe que dificulta a passagem do ar, exigindo um esforço maior para respirar, ocasionando o aumento da pressão sanguínea.

Sobre Rinostent
Após 10 anos de pesquisas, com mais de 5.000 casos atendidos e amplamente aprovado pelos otorrinos, o Rinostent, um dilatador intranasal, demonstra eficácia em diversas situações relacionadas aos distúrbios respiratórios do sono. O aparelho metálico, confeccionado em liga de aço e prata, se adapta às duas narinas, mantendo-as bem abertas e garantindo um fluxo de ar constante nasal evitando a respiração bucal e o ronco. O Rinostent foi usado em sua tese de mestrado e reduz o esforço respiratório, mas não substitui a necessidade de cirurgias, quando indicada.

Porta-voz:
Dr. Levon Mekhitarian Neto está à disposição da Imprensa para esclarecimentos adicionais.

Testemunhal Paciente:
“Acredito que os exercícios, o Rinostent, a dieta e o lado psicológico foram de grande valia, num diagnóstico sistêmico completo e me fez chegar ao objetivo, hoje me sinto muito melhor”, avalia Licínio Junior 52 anos, paciente do Dr. Levon.

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Veja também:

Obesidade X Apnéia de sono (entrevista com Dr. LEVON MEKHITARIAN NETO)

E abaixo mais uma enttrevista com o Dr. LEVON MEKHITARIAN NETO sobre o assunto (fonte: http://jovempan.uol.com.br/entretenimento/programas/radioaovivo/2013/03/tratamento-inovador-utiliza-varias-especialidades-para-solucionar-o-problema-do-ronco-e-apneia.html)

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