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quarta-feira, 13 de março de 2013

Provab leva 201 médicos para 77 municípios de Goiás

 

Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/provab-leva-201-medicos-para-77-municipios-de-goias/

12 de março de 2013

O secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, recebeu nesta segunda-feira (11), em Goiânia, os médicos que atuarão em Goiás pelo Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica – Provab. Ao todo, 201 profissionais trabalharão nas unidades básicas de 77 municípios do estado, cursando especialização em Saúde da Família e recebendo bolsa federal no valor de R$ 8 mil mensais, custeada integralmente pelo Ministério da Saúde. No encontro, o secretário realizou uma apresentação orientando os médicos sobre o funcionamento do SUS e do programa.

“O fato de prestar serviço para a comunidade tornará vocês profissionais melhores, com mais experiência e prática. Vocês estão inseridos em um programa de qualificação profissional. O programa e uma oportunidade de estar vinculado a uma universidade, ter acesso a materiais didáticos e atuar em um sistema universal de saúde”, declarou. Em todo o País, o Provab promoverá a atuação de 4.392 médicos nos serviços de Atenção Básica, beneficiando a população de 1.407 municípios. O número de médicos pode, no entanto, aumentar uma vez que os profissionais inscritos no Provab, mas que ainda não conseguiram ser alocados no município pleiteado, estão sendo remanejados pelo Ministério da Saúde.

Qualificação Supervisionada – Os médicos cursarão uma pós-graduação com duração de 12 meses, por meio do qual atuarão nas equipes de Atenção Básica sob a supervisão de Instituições de Ensino Superior (IES) e acompanhamento dos gestores locais, além de cursarem aulas teóricas ministradas em metodologia EAD (Ensino a Distância) pela Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UnA-SUS).

Os médicos serão supervisionados por universidades e hospitais de ensino credenciados pelo Ministério da Educação (MEC), por meio de supervisores remunerados com bolsa federal no valor de R$ 4 mil. Para garantir a qualidade do serviço prestado, os profissionais serão avaliados trimestralmente. A avaliação será realizada de três formas, pelo supervisor, que vale 50% da nota, 30% pelo gestor e pela equipe na qual ele atuará, e 20% por autoavaliação.

Os médicos que cumprirem as atividades estabelecidas pelo programa e receberem nota mínima de sete terão pontuação adicional de 10% nos exames de residência médica, conforme resolução da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).


Distribuição –
A alocação dos profissionais foi orientada pelas opções selecionadas pelo próprio médico e por critérios de preferência. Tiveram prioridade no processo os profissionais que se graduaram, obtiveram certificado de conclusão de curso ou revalidaram diploma em instituição de ensino localizada na unidade da federação a qual pertence o município, bem como os nascidos no estado. O segundo critério consistiu na data e horário da adesão, e o terceiro, na idade do profissional, tendo preferência a maior.

No Centro-Oeste, 269 médicos atuarão em 101 municípios. A região Nordeste foi a que contou com o maior número de municípios participantes (49%) – 681 secretarias municipais de saúde receberão 2.494 profissionais do programa. Já a região Sudeste teve a segunda maior participação dos municípios, 357 para os quais serão enviados 1.018 profissionais. O Norte contará com 241 médicos do programa em 99 municípios, e o Sul receberá 370 profissionais para atuar em 169 cidades.

Dentre os municípios participantes, cerca de 21% possuem população rural e pobreza elevada, e serão contemplados com 633 médicos. As periferias dos grandes centros (regiões metropolitanas) são as localidades que receberão mais profissionais (1.724), e correspondem a 20% dos municípios participantes. Outras regiões prioritárias que contarão com mais médicos são: população maior que 100 mil habitantes (434); intermediários (944); população rural e pobreza intermediária (617); e populações quilombola; indígena e dos assentamentos rurais (40).

Suporte – Os médicos participantes terão acesso às ferramentas do Telessaúde Brasil Redes, programa do Ministério da Saúde que promove a orientação dos profissionais da Atenção Básica, por meio teleconsultorias com núcleos especializados localizados em instituições formadoras e órgãos de gestão.

Outra ferramenta disponível é o Portal Saúde Baseada em Evidências, plataforma que disponibiliza gratuitamente um banco de dados composto por documentos científicos, publicações sistematicamente revisadas e outras ferramentas (como calculadoras médicas e de análise estatística) que auxiliam a tomada de decisão no diagnóstico, tratamento e gestão.

Fonte: Priscila Costa e Silva e Wesley Kuhn / Agência Saúde

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

GOIÁS: atenção servidores da SES-GO!

 

Estamos modernizando a gestão de pessoas e precisamos da colaboração de vocês.

Cadastre-se no site http://www.saude.go.gov.br/index.php, do dia 26 de fevereiro ao dia 30 de abril, respondendo as perguntas com informações pessoais e funcionais.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

GO: autoridades se reúnem na tentativa de controlar epidemia de dengue

 

Fonte: SECRETARIA DA SAÚDE/GO em http://www.saude.go.gov.br/index.php?idMateria=155656

15/02/2013

Diante da epidemia de dengue registrada em municípios goianos, representantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal se reuniram nesta quinta-feira (14) em Brasília com autoridades do estado vizinho na tentativa de controlar o aumento de casos da doença.

Nas cinco primeiras semanas de 2013, foram notificados 20.793 casos de dengue em Goiás – um aumento de 377% na comparação com o mesmo período do ano passado. A maioria deles foi registrada em Goiânia (11.604) e em Aparecida de Goiânia (1.752). Além disso, 17 óbitos estão sendo investigados.

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde de Goiás, Tânia da Silva Vaz, a parceria entre os dois governos é sólida, mas precisa ser reforçada para o enfrentamento do que considera uma epidemia já instalada.

A maior preocupação, segundo ela, é em relação ao aumento de casos de dengue tipo 4, que representam 49% dos sorotipos isolados no estado até o momento. Os 51% restantes são de dengue tipo 1. “Temos uma população inteira suscetível à dengue 4. Pessoas que já adoeceram podem adoecer novamente”, alertou.

O secretário adjunto de Saúde do DF, Elias Fernando Miziara, disse que o mosquito Aedes aegypti não reconhece divisas e que o risco de a epidemia se alastrar é grande, uma vez que há aumento de casos registrados também em Minas Gerais e em Mato Grosso.

Para Miziara, as ações devem ter como foco o controle do vetor e em métodos de diagnóstico para rápida identificação da dengue. Segundo ele, a secretaria tem oferecido apoio aos estados vizinhos, inclusive por meio de equipamentos e de pessoal.

Até o momento, o DF notificou 638 casos da doença, sendo 160 confirmados – um aumento de 55,3%. O governo alega, entretanto, que 90% dos casos são “importados” de cidades do Entorno, sobretudo Águas Lindas de Goiás (GO) e Santo Antônio do Descoberto (GO). Dois óbitos estão sendo investigados.

O coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho, garantiu que a pasta tem acompanhado todos os estados que registraram aumento de casos de dengue. Ele lembrou que, no final do ano passado, foram repassados R$ 172 milhões em recursos adicionais para a prevenção à doença. “Isso precisa ser associado a outras ações, como manutenção de ruas, de espaços públicos, coleta de lixo adequada, mobilização da população”, disse.

Sobre o aumento de casos de dengue tipo 4, ele avaliou que todos os vírus causam preocupação porque podem provocar a forma grave da doença. “Mas há uma preocupação adicional [em relação à dengue tipo 4] porque a maior parte da população não tem imunidade [nunca pegou o vírus e pode ser infectado]”, explicou. O ministério deve divulgar amanhã (15) um novo boletim epidemiológico da dengue no país. Os dados, segundo Giovanini, demonstram que o tipo 4 já circula em praticamente todo o Brasil.

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