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terça-feira, 2 de abril de 2013

Fiocruz desenvolve teste mais simples e eficaz para detectar vírus da hepatite C

 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,fiocruz-desenvolve-teste-mais-simples-e-eficaz-para-detectar-virus-da-hepatite-c-,1015810,0.htm

02 de abril de 2013 | 2h 04

FERNANDA BASSETTE - O Estado de S.Paulo

Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz, da Fiocruz, desenvolveram um teste para diagnóstico de hepatite C mais simples e mais eficaz que o atual. Bastam três gotas de sangue e um papel filtro para coletar a amostra. Além disso, o teste é capaz de detectar a presença da proteína do vírus e de anticorpos - e não apenas dos anticorpos, como ocorre no teste tradicional.

O estudo que confirma a eficácia dessa técnica acaba de ser publicado no Journal of Medical Virology. Segundo a pesquisadora Lívia Melo Villar, do Laboratório de Hepatites Virais do Instituto Oswaldo Cruz, a nova técnica tem sensibilidade superior a 90% - o que é considerado muito bom para exames imunoenzimáticos - e, além disso, reduz o tempo da janela imunológica de 66 dias para cerca de 40 dias.

Isso significa que o teste atual só consegue detectar a presença de anticorpos 66 dias depois de a pessoa ter contato com o vírus. Com esse exame, será possível confirmar o diagnóstico 26 dias antes - já que será possível analisar a presença do vírus e não apenas os anticorpos.

No estudo recém-publicado, os pesquisadores compararam a eficácia do teste com o Elisa - considerado padrão ouro, mas que não detecta a presença do vírus. Ao todo, participaram 386 pessoas com idade média de 40 anos. A próxima etapa, segundo Lívia, é reproduzir o teste em maior escala, em todo o País, para avaliar se os resultados se repetem.

Além de detectar a presença da proteína do vírus, uma outra vantagem dessa técnica em comparação com o teste atual é que o uso de agulhas, seringas e a refrigeração das amostras de sangue a - 20ºC ficam dispensados. Também não é mais necessário ter um técnico especializado na coleta de sangue venoso, já que a amostra é coletada por meio de um furinho no dedo.

Segundo Lívia, o novo teste é uma adaptação de uma técnica que havia sido desenvolvida para detectar hepatite B. "Procuramos aproveitar técnicas e materiais que já estão em uso na rede pública de saúde para criar uma abordagem mais barata e simples de detecção de anticorpos e do antígeno", explica.

Além disso, diz Lívia, havia também o problema com a coleta e o transporte de amostras de sangue em populações que moram em regiões muito afastadas. "Muitas vezes essas amostras chegavam ao laboratório em condições inadequadas, em temperatura ambiente, o que prejudicava a análise e o resultado", diz.

Sangue. Na técnica desenvolvida por Lívia, a amostra de sangue seco passa por um processo de diluição para que o sangue seja retirado do papel de filtro e submetido à análise. As amostras podem ser enviadas pelos Correios e ficar armazenadas por até 15 dias em temperatura ambiente sem queda na qualidade dos resultados.

"Sem precisar de um profissional da saúde especializado, nem de refrigeração, nem de gelo seco para o transporte certamente fará custo da técnica cair", diz.

Dirceu Greco, diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, diz que tudo o que existe para simplificar e agilizar o diagnóstico da hepatite C é bem-vindo. "A tecnologia do uso do papel filtro já existia e foi adaptada. A grande novidade desse teste é conseguir analisar a presença do antígeno", diz Greco.

A metodologia ainda não está disponível no mercado porque ainda precisa ser testada em mais pessoas, em todas as regiões do País para confirmar a sua eficácia em diferentes populações. Mas, segundo Greco, se for confirmada a sua eficácia, a tendência é que ele seja adotado como padrão e como rotina em toda a rede pública.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Fiocruz vai receber visita da ministra da Saúde do Haiti

 

Fonte: http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5261&sid=9

Danielle Monteiro

A ministra da Saúde do Haiti, Florence Duperval Guillaume, e representantes do Ministério da Saúde de Cuba estarão em visita técnica à Fiocruz nesta terça-feira (26/3). Coordenado pela Assessoria Internacional do Ministério da Saúde em parceria com o Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris/Fiocruz), o encontro é parte da agenda da Cooperação Tripartite Brasil-Cuba-Haiti, maior projeto de cooperação internacional brasileiro. A iniciativa foi criada em prol do fortalecimento do sistema de saúde haitiano e tem a Fiocruz entre suas participantes com ampla atuação.

 A ministra da Saúde do Haiti, Florence Duperval Guillaume

A ministra da Saúde do Haiti, Florence Duperval Guillaume

O coordenador do Cris, Paulo Buss, destaca que a visita da ministra confirma a importância da cooperação em saúde, a qual, segundo ele, é uma das parcerias mais importantes lideradas pelo governo brasileiro. “No encontro, faremos uma avaliação das iniciativas já implantadas e uma projeção desse trabalho em conjunto com vistas à qualificação do sistema de saúde haitiano, de forma a deixar uma herança sustentável e de qualidade naquele país”, afirma.

No encontro, que vai contar com a presença do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e de outros gestores da Fundação, será feita uma apresentação sobre a história e as atividades da instituição além dos eixos estruturantes da cooperação sob responsabilidade da Fiocruz. A ministra aproveitará a oportunidade para fazer uma visita ao programa de atenção primária em área urbana do projeto Teias, coordenado pela Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro. A iniciativa permitiu a oferta de diversos serviços de saúde – entre eles, equipes de saúde da família, consultório de rua voltado para usuários de drogas e clínica da família – aos 40 mil moradores de Manguinhos. Além da Fundação, Florence também vai visitar os serviços de atenção primária à saúde nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) na região de Manguinhos.

A agenda da Cooperação Tripartite também vai incluir a reunião do Comitê Gestor Tripartite, realizada mensalmente com todos os participantes da parceria para a definição de seus próximos passos. A cooperação completa três anos desde a assinatura de seu memorando de entendimento, em uma resposta articulada de ajuda humanitária em decorrência do terremoto ocorrido em 2010. Durante sua estadia no país, Florence também vai participar do seminário Cooperação Sul-Sul em Saúde no Haiti, que será realizado em Brasília. Coordenado pelo Ministério da Saúde, o evento apresentará as conquistas alcançadas pela cooperação e aprofundará o debate sobre seus desafios e perspectivas. O encontro terá a presença de autoridades e especialistas do Brasil, Cuba e Haiti, bem como de parceiros do projeto.

Cooperação Tripartite Brasil–Cuba–Haiti
Criada em 2010 para fortalecer o sistema de saúde e de vigilância epidemiológica haitianos, a Cooperação Tripartite Brasil-Cuba-Haiti é formada pelo Ministério da Saúde brasileiro sob a coordenação da Assessoria de Relações Internacionais (Aisa/MS), com a participação da Fiocruz – por meio do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris), Canal Saúde, Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) e Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) – e as universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRGS) e de Santa Catarina (UFSC).

A cooperação, que desenvolve ações nos campos de assistência, vigilância sanitária, imunização e formação de recursos humanos, já acumula diversas conquistas ao longo de três anos de existência. Entre elas destacam-se o intercâmbio de profissionais haitianos no Brasil, as campanhas nacionais de vacinação contra sarampo, rubéola e pólio, seminários dirigidos a jornalistas haitianos e uma oficina de rádios comunitárias voltada a radialistas do país, além do curso de epidemiologia dirigido a profissionais de saúde dos dez departamentos sanitários do Haiti. Entre as iniciativas previstas estão a construção de três hospitais comunitários de referência, um centro de reabilitação de deficientes físicos, quatro centros de ensino técnico e profissionalizante, além das reformas de dois laboratórios especializados em vigilância epidemiológica e de unidades de saúde do MSPP.

Mais informações aqui.

Publicado em 25/3/2013.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Medicamento contra Parkinson será fabricado no Brasil

 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,medicamento-contra-parkinson-sera-fabricado-no-brasil,1009239,0.htm

Transferência de tecnologia e conhecimento para a produção deve ser concluída em cinco anos

15 de março de 2013 | 18h 13

Clarissa Thomé

O Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fundação Oswaldo Cruz (Farmanguinhos/Fiocruz) vai iniciar a distribuição de medicamento para tratamento da doença de Parkinson, o dicloridrato de pramipexol. O acordo com o laboratório Boehringer Ingelheim prevê a transferência de tecnologia em cinco anos e permitirá a economia de R$ 90 milhões nesse período. A estimativa é de que 20 mil pessoas estejam em tratamento para Parkinson em instituições públicas.

Veja também:
link SUS vai oferecer novo medicamento a hemofílicos
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"Hoje os Estados fazem a compra do pramipexol, por licitação. O Ministério da Saúde centralizará a aquisição desses medicamentos e passará a comprá-los de Farmanguinhos", explicou Hayne Felipe da Silva, diretor executivo de Farmanguinhos. "A transferência de tecnologia reduz custos e amplia a oferta de medicamento, desse produto ou de outro item".

Nos primeiros três anos da transferência de tecnologia, o remédio será produzido na Alemanha, com acompanhamento de técnicos de Farmanguinhos, e embalado no Brasil. Nos dois anos seguintes, representantes do laboratório vão ao Rio de Janeiro para supervisionar a fabricação do medicamento. Nesse período, metade da demanda nacional será produzida por Farmanguinhos. O restante continuará sendo importado. A partir de então, o pramipexol será produzido integralmente no Brasil.

Hayne ressalta que a produção nacional tem importância do ponto de vista da inovação tecnológica - a partir do que for aprendido na fabricação do pramipexol, pode-se chegar ao desenvolvimento de outras substâncias. "Outro aspecto importante é aumentar a soberania. Não sofre, por exemplo, com interrupção da produção caso a empresa desista de fabricar o medicamento", disse. É o que está acontecendo com o quimioterápico L-asparginase, indicado para leucemia aguda. "A empresa anunciou que não produzirá mais o medicamento a partir do segundo semestre e o Ministério da Saúde está trabalhando parcerias para evitar o desabastecimento".

Esse é o 14º convênio de transferência de tecnologia assinado por Farmanguinhos. O instituo firmou parcerias para a produção nacional de antirretrovirais, imunossupressores, indicados para evitar rejeição de órgãos transplantados, asma, doenças do sistema nervoso central e tuberculose.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Ministro Padilha dá posse a presidente da Fiocruz

 

Fonte: BLOG DA SAUDE em http://www.blog.saude.gov.br/ministro-padilha-da-posse-a-presidente-da-fiocruz/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ministro-padilha-da-posse-a-presidente-da-fiocruz

2 de março de 2013

Foto: Erasmo Salomão – ASCOM/MS

O presidente reeleito da Fiocruz, Paulo Gadelha, tomou posse nesta sexta-feira (1º/3) para o seu segundo mandato à frente da instituição. Reeleito pelos servidores da Fundação em novembro, Gadelha foi reconduzido ao cargo por decreto da presidente Dilma Rousseff e empossado em cerimônia no campus de Manguinhos que contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ao discursar, Padilha disse que o processo democrático e participativo da Fiocruz, reafirmado com a solenidade de posse, é um exemplo para outras instituições e reforça o papel singular que a Fundação ocupa na História do Brasil. “Temos uma noção exata do que a Fiocruz passou a representar para a saúde e a ciência nos últimos dez anos, ao ganhar uma dimensão ainda maior do que já tinha. E na próxima década, com tudo que está planejado e será investido, passará a ter mais destaque, contribuindo para tornar o país menos desigual e iníquo”.

Bastante emocionado, o que o levou a interromper o discurso em diversas ocasiões, Gadelha agradeceu a confiança depositada nele pelos servidores, que o reelegeram, e exclamou que “a intimidade e a familiaridade que me unem a Manguinhos mesclam-se com o sentimento de uma enorme responsabilidade de projetarmos um legado, que é patrimônio nacional, e realizar expectativas”. Entre os participantes da cerimônia estavam o secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Hans Dohmann, do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Dirceu Barbano, do secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luiz Antonio Elias, do secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, do presidente do Instituto Sul-Americano em Saúde (Isags), José Temporão, de presidentes de associações do setor saúde (públicas e privadas), de representantes de comunidades do entorno da Fundação e do presidente do Sindicato dos Servidores da Fundação (Asfoc-SN), Paulo Garrido.

Ao fazer uma correlação entre a atuação e o crescimento da Fiocruz nos últimos dez anos e a situação nacional, Padilha observou que expansão da cobertura de atenção básica à saúde, que neste período subiu de 16 milhões para 100 milhões de brasileiros, a redução pela metade das mortalidades materna e infantil, as ações de cooperação sul-sul na área da saúde, a formação de recursos humanos, a melhor gestão dos hospitais federais, o incremento na produção de medicamentos e vacinas, entre outros itens, têm a participação direta ou indireta de pesquisadores da Fundação. “Esses avanços se devem à consolidação desta instituição como referência para o sistema público, universal e gratuito de saúde”, disse o ministro. Segundo Padilha, há um espaço a ser ocupado pela Fundação tanto no mercado nacional de saúde quanto no internacional, desde que, sem abrir mão de seu caráter público, transforme seu modelo gerencial: “assim a Fiocruz poderá exportar vacinas, incorporar novas tecnologias, produzir novos medicamentos e insumos e ampliar sua posição como Instituição Estratégica de Estado para a Saúde”.

O ministro lembrou que neste sábado o Estado do Rio de Janeiro passará a contar com 204 médicos selecionados para participar do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), iniciativa que conta com a parceria da Fiocruz. E, para reforçar o aspecto ímpar do processo eleitoral da Fundação, comentou que, entre todos os membros do Colegiado do Ministério da Saúde, o presidente da Fundação é o único eleito. Todos os demais, em seus respectivos cargos, são indicados e nomeados.

Em sua intervenção, Gadelha disse que a expressão-síntese que foi adotada para a Fundação em seu primeiro mandato, “Instituição Estratégica do Estado para a Saúde”, traduz o compromisso com o país, o lugar e o sentido da missão da Fiocruz e ganhou, a partir da gestão inicial, uma nova dimensão, ao ampliar de forma significativa sua participação nacional e internacional, contribuindo para as políticas de Estado e para o fortalecimento do SUS. Gadelha listou os avanços que a Fundação tem obtido e anunciou planos. Segundo ele, “a dimensão estratégica de Estado para a saúde, em forte interação com as realidades regionais, está no DNA desta instituição. A atualização do projeto nacional da Fiocruz, mobilizando toda a sua competência, é prioridade absoluta. E, para sua maior abrangência, vamos ampliar nossa presença, abrindo unidades no Ceará, em Rondônia, no Mato Grosso do Sul e no Piauí, chegando a todas as regiões e a 11 estados brasileiros”.

Gadelha afirmou que a Fiocruz ”vem contribuindo, com papel destacado, para as concepções do conceito e das formas e instrumentos de consolidação do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, orientada para dar respostas às demandas sociais e de sustentabilidade do SUS”. Ele citou a participação da instituição em programas prioritários do governo, como Farmácia Popular, Rede Cegonha, Brasil Carinhoso, Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, entre outros. Acrescentou que a Fiocruz responde por seis das 13 vacinas do Programa Nacional de Imunizações e, no programa brasileiro de Aids, contribui com sete dos 20 tipos de medicamentos que beneficiam 217 mil pessoas. E recordou que a Fundação apoia fortemente o programa Brasil sem Miséria, com projetos voltados para o semiárido nordestino, acesso à agua e concessão de bolsas de doutorado e pós-doutorado para trabalhos socialmente relevantes.

O presidente da Fiocruz também disse que, no momento em que o SUS completa 25 anos, a instituição vai investir, nesta sua segunda gestão, em pesquisas para doenças crônico-degenerativas, cardiovasculares, auto-imunes e neurológicas, obesidade, envelhecimento e doenças negligenciadas, além de estabelecer uma rede de instituições para o desenvolvimento de pesquisas sobre as recentes mudanças demográficas e epidemiológicas verificadas no Brasil. Outro foco será contribuir com a construção da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 das Nações Unidas e na definição dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

O segundo mandato de Gadelha vai até o final de 2016. Ele obteve 2.415 votos para primeiro lugar na votação realizada em novembro passado, quando foram às urnas 4.211 eleitores – uma taxa de comparecimento de 83,6% do total de servidores. O resultado foi homologado pelo Conselho Deliberativo da Fiocruz, por unanimidade de seus membros, e então encaminhado ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A presidente Dilma Rousseff, por meio de decreto publicado no Diário Oficial da União de 18 de janeiro, reconduziu Gadelha ao cargo de presidente da instituição. Graduado em medicina e doutor em saúde pública, Gadelha atua na gestão institucional da Fundação desde 1985. É presidente da Fiocruz desde 2009.

 

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Fiocruz: Carta ao Cidadão

 

 

A fan page da Carta ao Cidadão é mais um canal de relacionamento da Fiocruz com seus usuários diretos, instituições e gestores do campo da saúde. Lá você encontrará informações sobre os serviços oferecidos, os compromissos com os resultados e as principais formas de contato com a instituição. Compartilhe, curta, comente e contribua para que a Fundação possa atendê-lo cada vez melhor.

#cartaaocidadaofiocruz
www.facebook.com/cartaaocidadaofiocruz

A Fundação Oswaldo Cruz oferece mais de 190 serviços aos seus usuários e cidadãos brasileiros. A Carta ao Cidadão é um instrumento que define as prioridades e expressa o compromisso da instituição com a prestação de serviço de qualidade ao cidadão de acordo com as exigências do Decreto nº 6.932/2009, que dispõe sobre a simplificação do atendimento ao público. É um instrumento proposto pelo Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização (GesPública) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para apoiar as instituições públicas na melhoria contínua da qualidade da gestão pública.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

DENGUE: o ciclo de vida do Aedes aegypti

 

Vídeo: FIOCRUZ

Fonte e íntegra: http://www.dengue.org.br/mosquito_aedes.html
Trecho da publicação:

"O ciclo do Aedes aegypti é composto por quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. As larvas se desenvolvem em água parada, limpa ou suja. Na fase do acasalamento, em que as fêmeas precisam de sangue para garantir o desenvolvimento dos ovos, ocorre a transmissão da doença.

O seu controle é difícil, por ser muito versátil na escolha dos criadouros onde deposita seus ovos, que são extremamente resistentes, podendo sobreviver vários meses até que a chegada de água propicia a incubação. Uma vez imersos, os ovos desenvolvem-se rapidamente em larvas, que dão origem às pupas, das quais surge o adulto.

O único modo possível de evitar a transmissão da dengue é a eliminação do mosquito transmissor.

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença."

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