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terça-feira, 7 de maio de 2013

SAÚDE E SAÚDE ANIMAL: garoto autista fica mais falante e feliz após adotar cachorra resgatada

 

 

Do UOL, em São Paulo

04/05/201307h00

  • Reprodução/Daily Mail

  • Antes de encontrar a cachorra Xena, Jonny passava horas jogando bolinhas de gude sozinho

     

     

     

    Antes de encontrar a cachorra Xena, Jonny passava horas jogando bolinhas de gude sozinho

    Um garoto de oito anos que sofre de autismo se transformou de um garoto "dolorosamente estranho e isolado" em um menino tagarela graças à sua amada cachorra resgatada. Em apenas dois meses, a cachorra mix Staffordshire terrier fez de Jonny Hickey "a criança mais feliz desde que eu o conheço", disse sua mãe, Linda, ao Daily Mail.

    Jonny, que vive na Geórgia, nos Estados Unidos, mal falava antes de encontrar Xena. Ele passava horas jogando bolinhas de gude sozinho e morria de medo de novas experiências. Os dois desenvolveram uma relação especial desde que se encontraram, dois meses atrás, quando a família adotou a cachorrinha. Desde então, Jonny se transformou em um menino carinhoso e feliz, que considera Xena sua melhor amiga.

    Um vídeo com os dois mostra Jonny cantando You've got a friend in me (música de Randy Newman e tema de 'Toy Story") com Xena em seu colo.  Em outro, o menino diz que ele e Xena formam um time mais que perfeito e beija a cabeça da cachorrinha.

    Mãe de dois filhos, Linda Hickey, de 44 anos, disse em uma entrevista ao Today.com: "Estes dois estavam destinados a ficar juntos, a salvar um ao outro em um nível que os humanos simplesmente não conseguem entender".

    "Desde o primeiro dia, a cachorra sentou-se no colo dele no banco do carro, e tem lhe dado todos esses beijos. E é ali que ela tem ficado desde então", disse Linda.

    A professora disse que seu filho agora não para de conversar, falando a ela sobre como foi seu dia na escola.

    Xena foi levada para um abrigo de animais na Georgia no fim de 2012, depois de ter desmaiado no quintal de uma pessoa. A cachorra de quatro meses estava esquelética e com cicatrizes, após ter sido jogada numa gaiola.

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    Cães mutilados recebem próteses e ajudam crianças de hospital a se recuperar
    Crianças do hospital infantil Colorado Brownie, nos Estados Unidos, ganharam uma grande ajuda durante o processo de recuperação. Cães mutilados, que receberam próteses, agora fazem parte da terapia Rick Wilking/Reuters

    A equipe do abrigo DEKalb County Animal Services, na Geórgia, disse que Xena chegou pesando por volta de 1,8 kg e num estado muito próximo da morte, de acordo com o Today.com.

    Chrissy kaczynski, do abrigo, disse que em 12 anos de trabalho com cachorros resgatados, Xena é um dos piores casos que já presenciou. A filhote rapidamente se recuperou e ganhou o apelido de Xena, a guerreira.

    A mãe de Jonny achou a cachorra numa página do Facebook e foi pegá-la em um evento para angariar fundos para o abrigo, em novembro último. Ela diz que a conexão entre seu filho e Xena foi instantânea.

    "Estávamos lá literalmente havia apenas quatro minutos quando Xena correu rapidamente na direção de Jonny e do meu marido. Eu já amei aquela cachorra na hora e, depois de conhecê-la, eu realmente confirmei este amor".

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    Crianças brincam com cães para tentar esquecer massacre em escola dos EUA18 fotos
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    Crianças da cidade de Newtown (EUA) brincam com cães da raça golden retriever na igreja luterana da cidade. Os cães, do projeto da Igreja Luterana de Illinois "Comfort Dogs" (cães que consolam, em tradução livre do inglês) viajaram de Chicago até Newtown, em Connecticut, com o objetivo de alegrar as crianças após o ataque a tiros que matou 26 pessoas nesta sexta-feira (14), na escola primária de Sandy Hook K-9 Parish Comfort Dogs/Divulgação

    Pesquisas sobre os efeitos de crianças com autismo e a companhia de animais têm mostrado que eles são mais propensos a rir e a falar na presença de animais que na de brinquedos.

    Cães do Serviço de Autismo da América que possuem treinamento especial proporcionam um efeito calmante nas crianças. A mãe de Jonny posta regularmente fotos no Facebook de Xena e fez uma série de vídeos de apoio para entidades de prevenção de autismo e crueldade contra animais.

    "Meu nome é Jonny e esta é minha cachorrinha, Xena", ele fala no vídeo, com a cachorra descansando perto dele com a pata em seu colo.
    "Bom, minha Xena foi muito machucada por pessoas não muito legais. E eu tenho austismo. Então, eu acho que nós formamos um time mais que perfeito para espalhar  que se deve ser bom com os animais e legal com crianças como eu", disse Jonny.

    Xena foi encontrada quase morta, desmaiada em um quintal, porém, respondeu bem ao tratamento e teve a sorte de encontrar Jonny e mudar o destino de ambos

    Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/05/04/garoto-autista-fica-mais-falente-e-feliz-apos-adotar-cachorra-resgatada.htm

    SAÚDE E SAÚDE ANIMAL: falta de inspeção adequada pode contribuir para causar doenças à população, adverte veterinário

     

     

    Alana Gandra - Agência Brasil07.05.2013 - 06h22 | Atualizado em 07.05.2013 - 07h49

    Até que a carne seja consumida pela população, existe uma cadeia que se denomina internacionalmente “do pasto ao prato". (Foto: Oxiq/Creative Commons)

    Rio de Janeiro - A falta de higiene em um abatedouro ou frigorífico pode trazer grandes riscos à saúde humana. “Na falta de inspeção adequada, micro-organismos e bactérias podem causar doenças aos humanos, assim como há produtos químicos [que podem ter sido usados na] criação dos animais e [podem afetar a saúde humana] quando não há a fiscalização devida”, advertiu o o presidente da Academia Brasileira de Medicina Veterinária (Abramvet), Milton Thiago de Mello. Ele lembrou que isso se chama segurança alimentar.

    Nessa área, Mello destacou o papel dos veterinários, mas criticou o fato de a maioria das agências que cuidam da fiscalização não contratar esses profissionais. Existe, apontou, uma insuficiência quantitativa de veterinários. “E é por isso que a academia está empenhada em formar esses profissionais”. A entidade firmou convênio com a Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) para a atualização de fiscais estaduais e municipais e a capacitação de responsáveis técnicos para atuar em abatedouros, entrepostos, frigoríficos e varejistas.

    Leia mais:

    Empregados da indústria da carne terão cartilha com normas das condições de trabalho

    Adesão de estados e municípios ao Sistema Brasileiro de Inspeção está em fase de implantação

    Até que a carne seja consumida pela população, existe uma cadeia que se denomina internacionalmente “do pasto ao prato” e que faz parte da segurança alimentar, explicou Mello, destacando que em cada etapa dessa cadeia, o veterinário tem que estar presente. Segundo ele, o consumidor deve estar atento e verificar se na carne que pretende comprar há o carimbo do Serviço de Inspeção Federal (S.I.F.) do Ministério da Agricultura, que atesta a qualidade sanitária do produto.

    “As carnes que têm esse carimbo S.I.F. são consideradas seguras. E é essa carne que exportamos e que dá uma porcentagem grande do Produto Interno Bruto (PIB - a soma de bens e serviços produzidos no país) brasileiro”. Mello lembrou que se a carne produzida no país é boa para os chineses, russos e árabes que compram do Brasil, “tem que ser [boa] também para a população brasileira”.

    O presidente do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados de Santa Catarina, Clever Pirola Avila, aconselhou os consumidores a dar preferência a produtos que tenham a certificação do governo federal. “Fazendo essa triagem, [o consumidor já resolve 95% das preocupações com os] produtos disponíveis no mercado" Outra recomendação é comprar marcas conhecidas. Santa Catarina é um dos maiores produtores de carne do país.

    Sobre a crueldade praticada no abate dos animais em muitos matadouros e frigoríficos, o presidente da Abramvet reconheceu que o Brasil, apesar do desenvolvimento registrado nos últimos anos, ainda não está à altura das exigências internacionais do bem-estar animal. Para ele, isso constitui um dos obstáculos à exportação de produtos brasileiros de origem animal.

    “É a chamada barreira do bem-estar animal”. Para ele, as formas de abate praticadas no Brasil não condizem com o avanço tecnológico atual, o que obriga o país a adotar a pesquisa para desenvolver métodos mais modernos e que causem menos sofrimento aos animais.

    Para o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Antonio Alvarenga, ao mesmo tempo em que há uma campanha para melhorar a qualidade da carne produzida no país, há o combate a matadouros municipais e estaduais, sejam clandestinos ou regularizados, que, aparentemente, não estão cumprindo as normas de sanidade federal. Ele acredita que a saída não é fechar o abatedouro ou o pequeno frigorífico. “A saída é dar condições para que eles possam atender às exigências de sanidade e qualidade da carne”, apontou.

    Segundo Alvrenga, a fiscalização é exercida em níveis federal, estadual e municipal e muitas vezes é deficiente. Daí a proposta de treinar os fiscais estaduais e municipais. Outra preocupação é que todo abatedouro e frigorifico tenha um responsável técnico habilitado para fiscalizar e organizar a produção de carne.

    “Muitas vezes, esses funcionários cumprem papel meramente burocrático. O objetivo é aumentar o número de responsáveis técnicos capacitados para prestar atendimento a esses órgãos que abatem animais, armazenam e vendem a carne aos consumidores. Dessa forma, a gente tenta dar condições para que esses matadouros municipais e estaduais sobrevivam”, argumentou.

    Caso contrário, disse, o que pode acontecer é uma concentração do setor nas mãos dos grandes frigoríficos. O presidente da SNA considerou que isso daria aos frigoríficos um poder econômico muito forte que “não seria bom" para o produtor rural, para o pecuarista. “Queremos que esses matadouros municipais e estaduais [disponham da] mesma condição de produzir uma carne de qualidade, com a sanidade desejada para o mercado consumidor. A nossa intenção é essa”.

    O presidente da Abramvet, Milton Thiago de Mello, também defendeu que o assunto possa ser equacionado sem a necessidade de se fazer uma campanha de “caça às bruxas” ao governo, aos abatedouros ou aos veterinários. “Tem que ser um mutirão de interesses elevados para que a carne e os outros produtos de origem animal sejam realmente de boa qualidade para a população brasileira”.

    Edição: Tereza Barbosa

    • Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

    Fonte: http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2013/05/falta-de-inspecao-adequada-pode-contribuir-para-causar-doencas-a-populacao

    segunda-feira, 29 de abril de 2013

    SAÚDE E SAÚDE ANIMAL: ação movida em Mato Grosso do Sul libera tratamento de leishmaniose com qualquer tipo de medicamento em todo o Brasil

     

     

    Por Elcilene Holsback RBVNews: 13:48:00 17/01/2013

    Decisão foi publicada dois dias após a libertação de Scooby (Foto: Samira Ayub / RBV News)Decisão foi publicada dois dias após a libertação de Scooby (Foto: Samira Ayub / RBV News)

    Movida pelo Abrigo dos Bichos, ação derruba portaria ministerial que limitava medicamentos no tratamento da doença

    Dois dias após a comemorada libertação do cão Scooby, alvo da polêmica em torno do tratamento e eutanásia de animais com resultado positivo para leishmaniose, a ONG de defesa animal Abrigo dos Bichos comemora mais uma vitória, com a obtenção hoje (17) no Tribunal Regional Federal da 3a Região, em São Paulo, da decisão que declarou a ilegalidade da Portaria Ministerial 1426/2008-MAPA, que proibia a utilização de produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o tratamento de cães infectados pela leishmaniose visceral.

    A decisão da Justiça Federal entendeu que a Portaria extrapola os limites da legislação que regulamenta a garantia de livre exercício da profissão de médico veterinário, assim como das leis de proteção do meio ambiente.

    Na decisão, a Justiça Federal reconhece que ‘ao veterinário é que cabe decidir acerca da prescrição do tratamento aos animais, bem como quanto os recursos humanos e materiais a serem empregados’. A Portaria, ao vedar a utilização de produtos de uso humano ou não registrados no competente orgão federal viola os referidos preceitos legais e, por consequência, indiretamente, a liberdade de exercício da profissão, prevista no inciso XIII do artigo 5o da Constituição Federal, assim como o princípio da legalidade, que consta do inciso II.

    A decisão é de âmbito nacional e de aplicação imediata.

    A ação foi impetrada pelo advogado Dr. Wagner Leão do Carmo, que iniciou seu trabalho em 2008. O advogado relatou à reportagem do RBV News que foi procurado pela então presidente do Abrigo doss Bichos, Maria Lúcia Metello e prontamente se interessou pelo caso.

    “Sou defensor dos animais e não só por isso, mas o fato de proibir o tratamento a um animal fere a Convenção de Bruxelas de Direitos dos Animais. Na época, o julgamento foi negativo mas agora saímos vitoriosos em segunda instância”, declarou o advogado.

    De acordo com o Dr. Wagner, esta é uma grande vitória para o Brasil, que coincide com uma das grandes vitórias ocorridas esta semana, com a libertação do cão Scooby.

    “Esta é uma grande vitória do sistema jurídico mundial. É a comprovação de que não é matando os cães que vamos eliminar a leishmaniose e sim prevenindo, limpando os terrenos, as casas e eliminando os vetores. Hoje, me honro ainda mais de ser advogado e de acompanhar o trabalho de juízes autônomos que atuam de maneira ética e coerente”, comemora o advogado.

    Convenção de Bruxelas de Direitos dos Animais – Foi protocolada pela Unesco em 27 de janeiro de 1978 e prevê, entre outros detalhes que todos os animais tem direito à vida, a ser respeitado, a contar com atenção e cuidado, a não ser submetido a crueldade, maus-tratos, angústia, dor e morte. O animal não pode ser privado de liberdade, ser abandonado, não deve ser explorado e/ou utilizado para fins de diversão do homem e nem colocados em cativeiro.

    Os crimes contra os animais são passíveis de pagamento de multa e punição. A Convenção dos Direitos dos Animais pode ser acessada aqui.

    Elcilene Holsback / RBV News

    Fonte: http://www.rbvnews.com.br/cidades/67216-abrigo.html

    SAÚDE E SAÚDE ANIMAL: conviver com animais pode ajudar a prevenir e a tratar doenças

     

    28/04/2013 às 23h35

     

    Ajuda a regular a pressão arterial em idosos e reduz o risco de depressão

    Em 2001, o advogado Ennio de Paula Araújo, de 71 anos, foi surpreendido pela notícia de que estava com câncer na bexiga. O avanço da doença, as idas e vindas do hospital e os remédios tornavam os dias difíceis. Quando tudo era angústia, a chegada de Clara lhe trouxe ânimo para lutar. Há três anos, os dois são companheiros de todas as horas, e a cadela da raça fila, de 73 quilos, se tornou tão benéfica ao tratamento do dono que conquistou o direito de visitá-lo no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde ele faz quimioterapia. O passe livre canino tem respaldo em pesquisas científicas e é cercado de cuidados.

    Estudos indicam que a convivência com animais de estimação ajuda a regular a pressão arterial em idosos e reduz o risco de depressão. Em crianças, essa experiência estimula o desenvolvimento adequado de anticorpos. E pessoas com necessidades especiais sentem-se mais motivadas a interagir, emocional e cognitivamente, na presença de animais.

    — Até um ambiente de trabalho que tem animais se torna mais produtivo. Os bichos nos fazem acreditar que cuidamos deles, mas são eles que cuidam da gente — diz a psicóloga Luisa Nóbrega, do Conselho Regional de Psicologia do Rio, que trabalha com esse tema há 12 anos.

    Baseado nessas evidências científicas, o Projeto Pelo Próximo atua no Rio oferecendo terapia assistida por cães e calopsitas a pacientes com Aids e câncer, idosos em asilos e pessoas com paralisias. Os objetivos do trabalho, que é feito com animais especialmente treinados para esse fim, vão desde facilitar uma sessão de fisioterapia a aumentar a autoestima e autoconfiança.

    Crianças hiperativas ou com dificuldade de aprendizado são outras beneficiadas pelo projeto, que tem caráter filantrópico e só atende instituições.

    — O animal é quase um chocolate. A pessoa chega perto e sente um grande prazer — brinca a empresária Roberta Araújo, coordenadora geral do Pelo Próximo.

    Fonte: Com informações do Extra

    Publicado Por: Francy Teixeira

    Fonte:

    SAÚDE E SAÚDE ANIMAL: animais enfrentam espera por atendimento hospitalar em SP

     

    29/04/2013 08h09 - Por Band Notícias

    Não são apenas os humanos que encontram problemas nos hospitais públicos. Quem procura a única unidade de atendimento da prefeitura de São Paulo para animais enfrenta uma dura rotina – velha conhecida dos pacientes do SUS, que chegam de madrugada para serem atendidos.

    Fonte: http://www.band.uol.com.br/primeirojornal/videos.asp?id=14433397

    quinta-feira, 25 de abril de 2013

    Animais abandonados nas ruas: problema de saúde pública

     

     

    Publicado em 07/09/2012 - 14:26 por Valéria Feitosa | Comentar

    Categorias: Antrozoologia, cinofilia,Comportamento Animal, Eu e meu pet, Geral, Saúde Animal

    Os seus candidatos a prefeito e a vereador têm propostas para resolver o  problema crescente de animais abandonados nas ruas? Consequência da guarda irresponsável por parte de muitos criadores, os animais errantes sofrem maus-tratos e muitos transformam-se em vetores de zoonoses como raiva e leishmaniose (calazar). Sofrem os animais e sofrem os seres humanos que são acometidos pelas doenças. Tem problema de saúde pública maior do que este?

    Eu ainda não vi nenhum candidato sensível a este tema. Mas os números crescentes de animais e seres humanos com leishmaniose, inclusive com casos de óbitos, deixam claro que o problema de saúde pública é grave e exige intervenção séria por parte dos poderes Executivo e Legislativo.

    O que fazer com as pessoas que abandonam os animais nas ruas? Parece que estas pessoas esquecem que moram numa cidade. Ao desistirem de seus animais, transferem para todos os cidadãos uma questão que deveria ser particular. Nessa situação, o animal não é o problema, o problema é a irresponsabilidade de quem abandona as suas crias nas ruas e praças da cidade.

    E o que fazer com  cães e gatos abandonados nas ruas? Em entrevistas que já fiz sobre o tema com veterinários e protetores animais, as soluções são diversas, mas todas exigem comprometimento das partes envolvidas: sociedade, centros de zoonoses, secretarias de saúde, universidades, prefeitos, vereadores, etc.

    Entre as soluções apresentadas pelos especialistas, a castração em massa dos animais sadios é a medida mais eficaz. A realização rotineira de feiras de adoções para estes animais completa a questão. Abrigo e tratamento público para os bichinhos doentes, com enfermidades curáveis, é outra proposta. Completando a agenda, vem a eutanásia humanitária para aqueles com doenças terminais, tais como cinomose e leishmaniose em avançado grau de manifestação.

    Será que o candidato em que você vai votar está preocupado com estes problemas? Acho que já é hora haver políticas de saúde pública que contemplem estas questões. O que você acha?

    Fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/bemestarpet/geral/animais-abandonados-nas-ruas-problema-de-saude-publica/

    Saúde animal e saúde pública

     

    Com a compreensão pela ciência da origem e propagação de diversas doenças, tendo como vetores animais domésticos ou silvestres, bem como para assegurar a própria integridade física dos animais, a medicina veterinária passou a ser importante coadjuvante nas políticas de saúde pública dos países. A propagação de doenças epidêmicas, humanas ou animais, encontra na instalação de barreiras veterinárias que evitam sua propagação um meio eficaz de controle.

    Aliado a isso, um dos campos da Veterinária que está em grande ascensão é o da Defesa Sanitária Animal, cujos objetivos são justamente prevenir a ocorrência de doenças exóticas, que podem ter graves impactos em saúde pública ou econômicos nos animais, e controlar ou erradicar doenças endêmicas.
    Algumas destas doenças, que podem ser citadas são, entre outras, a Brucelose, Tuberculose, Teníase, Toxoplasmose, Salmonelose, Colibacilose, Clostridioses, Leptospirose, Campilobacteriose, Listeriose, Raiva (doença), Scrapie, Encefalopatia Espongiforme Bovina ("Mal da Vaca Louca") e a Influenza Aviária ("Gripe Aviária") - todas elas potenciais zoonoses - doenças dos animais passíveis de transmissão ao ser humano -, além da febre aftosa, pestes suínas clássica e africana, anemia infecciosa eqüina, doença de Newcastle, doença de Aujezski, que são doenças de alto impacto econômico e poder restritivo de mercado.

    Atualmente, são reconhecidas mais de cem zoonoses e inúmeras outras doenças infecto-contagiosas dos animais que trazem sérias conseqüências econômicas. Para combatê-las, o médico veterinário sanitarista exerce uma Vigilância Epidemiológica ativa, atuando diretamente no campo e controlando o trânsito de animais, realizando a inspeção dos produtos de origem animal - como derivados da carne, do leite, dos ovos, pescado e mel e procurando sinais de doenças que possam ser transmitidas ao homem ou que possam indicar o estado sanitário dos rebanhos.

    Fonte: http://www.dmv.ufla.br/site/index.php?id=107&menu=m14

    quarta-feira, 24 de abril de 2013

    SAÚDE E SAÚDE ANIMAL : TOXOPLASMOSE. ONDE MORA O PERIGO, VOCE SABE?

     

    JUN

    30

     

    NESTE TEXTO ESCRITO PELA DRª CLAUDIA BATISTELLA SCAF,VOCÊS VERÃO QUE O VERDADEIRO VILÃO NESTA HISTÓRIA PODEM SER ALGUNS CUIDADOS BÁSICOS QUE DEVEMOS TER NO NOSSO DIA A DIA!

    TOXOPLASMOSE:
    O MAIOR PERIGO ESTÁ ONDE VOCÊ NEM IMAGINA
    (dra. Claudia Batistella Scaf)

    A toxoplasmose é uma zoonose (doença transmitida dos animais aos homens) causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii. Infelizmente, não faz parte da rotina médica o atendimento de zoonoses, mas para nós, médicos veterinários, é muito comum. Nós lutamos todos os dias para derrubar o mito e que o gato é grande vilão da toxoplasmose;queremos mostrar à população como realmente acontece a transmissão. Realmente, não se pode negar, o Toxoplasma Gondii é um protozoário que tem seu ciclo de vida em diversos carnívoros, mas somente no felino ele é capaz de completá-lo e infestar o meio ambiente.

    Mas há um caminho longo e cheio de barreiras para que uma pessoa adquira a doença diretamente do injustiçado gato.

    -Em primeiro lugar, não são todos os felinos que tem predisposição para fazer a doença, mas somente aqueles que ingerem carne crua ou mal assada ou que são caçadores (baratas, ratos,etc.).

    Para que ocorra transmissão para o gato, é necessário que o este coma a carne que contenha os cistos do toxoplasma.

    Na maioria, são animais que tem acesso à rua e que estão com seu sistema imune comprometido.
    Estima-se que apenas 1%-UM EM CEM!- da população felina albergue o protozoário.

    -Em segundo lugar, o gato, se estiver contaminado,só elimina o parasito nas fezes durante 15 dias
    e apenas uma vez em toda a sua vida.

    Geralmente esta eliminação ocorre 10 dias após ter se infectado.

    -Em terceiro lugar, para ocorrer a contaminação de pessoas a partir das fezes do gato,é necessário que estas fezes fiquem no ambiente por, NO MÍNIMO, 48 horas, e que depois sejam ingeridas ;
    caso contrário, o ciclo não se completa!

    Os gatos possuem o hábito de limpar-se,não deixando restos de fezes na pelagem,

    e enterram seus excrementos.

    Porém, mesmo que não se limpem, já há estudos mostrando que não há viabilidade de infecção caso
    hajam fezes grudadas no pêlo do animal.

    A possibilidade de contaminação do proprietário do gato pelo próprio gato é mínima ou inexistente.
    Acariciar um gato e tê-lo como animal de companhia não representa perigo. Mordidas ou arranhões do gato também não transmitem toxoplasmose.

    O mais comum é que a doença seja adquirida via ingestão de carnes mal cozidas,


    e também pela ingestão de verduras e legumes mal lavados


    e falta de higienização das mãos após o manuseio com terra.

    Tendo em vista o supracitado, é por isso que há um alto índice de toxoplasmose em Portugal, pelo alto consumo de embutidos(leia-se sem cozimento), e também em Erechim,que é o lugar com maior índice de toxoplasmose no planeta,pelo alto consumo de carne suína mal cozida.

    Ademais, somente pessoas imunodeficientes ou as mulheres grávidas que nunca tiveram contato com o parasito (leia-se sem formação de anticorpos)formam o grupo de risco.

    Se fizermos sorologia numa determinada população, a maioria será positiva para toxoplasmose,
    não pelo fato de terem a doença, mas sim porque, em algum momento da vida, houve contato com o cisto do parasito e o corpo produziu anticorpos, e estes anticorpos permanecem para o resto da vida.
    Portanto, que fique bem claro que beijar, abraçar, dormir com gatos ...

    NÃO LEVA À TRANSMISSÃO DA TOXOPLASMOSE!

    PREVENÇÃO

    A prevenção da toxoplasmose se dá com boas práticas de higiene, tais como limpar a caixa de areia dos felinos diariamente ( use luva), não ingerir alimentos crus ou mal-cozidos sem prévio congelamento por 48 horas, não ingerir leite in natura e embutidos não fiscalizados,limpar cuidadosamente qualquer material que entre em contato com carnes cruas, e fazer uso de luvas ao realizar jardinagem.


    Além disso, evite que seu gato tenha acesso á rua e, é claro, o animal deve ser vacinado, desverminado e examinado regularmente por um médico veterinário para que se evite qualquer doença.

    Na dúvida?
    Faça uma sorologia, sua e do seu felino, para toxoplasmose.
    E por favor, NÃO ABANDONE seu animal de estimação!

    SEJA GENTIL PARTILHE MAS NÃO ESQUEÇA DE DAR OS CRÉDITOS

    DENISE DECHEN (http://dicaspeludas.blogspot.com.br/)

    Posted 30th June 2011 by DENISE DECHEN

    Fonte: http://dicaspeludas.blogspot.com.br/2011/06/visualizacao-do-albumvisualizar-de_29.html

    SAÚDE E SAÚDE ANIMAL: PATAS LIMPINHAS

     

    NOV

    27

     

    Já faz um bom tempo que os peludinhos passaram da porta do jardim para dentro de casa,e cada vez mais ganham espaço sendo-lhes permitido subir em poltronas sofás até mesmo a cama de seus donos.Essa proximidade exige alguns cuidados de higiene. Partilho com vocês neste post alguns conselhos de especialistas.

    Passear é fundamental para o bem-estar dos cães, e também uma oportunidade de aproximação afetiva com o dono. Na hora de voltar para o lar, no entanto, um cuidado importante – principalmente para pets que vivem dentro de casa – muitas vezes é deixado de lado: a limpeza das patinhas.

    ''Nós não entramos em casa sem antes limpar os nossos sapatos. Por que com os animais seria diferente?'', diz o médico infectologista da clínica Neoplan, Márcio Vallente. Segundo ele, na rua os animais ficam mais expostos aparasitas e bactérias. ''Eles acabam levando esses micro-organismos para casa. Logo, os moradores ficam mais expostos. Se for costume deixá-los subirem nas camas e sofás, o perigo aumenta'', afirma.

    Assim como os moradores, os próprios animais estão sujeitos a doenças, principalmente de pele, após os passeios. Apesar de o animal ter proteção natural nas patas, nem sempre ela é suficiente contra parasitas e bactérias. Para evitar riscos, o médico veterinário Jean Francisco Michalik, da clínica e pet shop Petit Jolie, aconselha uma cuidadosa higiene nas patas após qualquer saída às ruas.


    A maneira correta, segundo o veterinário, é usar um pano úmido na higienização. ''Tem de passá-lo por toda a pata e em seguida secá-la'', diz. Michalik aponta que não se pode deixar nenhuma parte molhada, pois isso facilita a proliferação de fungos e bactérias. ''O dono deve tomar cuidado para limpar e secar entre o vão dos dedos, que é uma região que pode abrigar os micro-organismos'', diz.
    Vermelho da pata do cão e irritada com alergia
    Mas nada de exageros. Michalik explica que não se deve esfregar demais a pata do animal ou lavá-la com água corrente após cada passeio. ''Esse excesso de limpeza pode acabar gerando uma irritação na pele do animalzinho. A higiene deve ser feita com cuidado, mas rapidamente.''

    por Gazeta do povo. Fonte: http://www.maniacanina.com.br/
    imgs: http://veterinarybiology.blogspot.com.br/

    Algumas opções para  limpeza  das patinhas:

    -  lenços umedecidos (desses para higiene do bebê) ,
    hoje já existem próprios para uso pet facilmente encontrados no mercado. (Ao escolher observe se não soltam fiapos e de preferencia deve ser inodoro ou com cheiro muito suave,pois alguns animais podem ficar incomodados)
    Sabonetes bactericidas (tipo Protex) ou sabão de cõco da Granado .(pegue um paninho ou tolha úmida com agua e coloque um pouco do sabão
    Agua com vinagre branco numa toalhinha

    Caso seu cão pise em algo grudento passe algo oleoso tipo manteiga, azeite para ajudar a amolecer,se for um chicletes use gelo,ele endurece o chicletes facilitando a retirada .
    Lembre-se,faça tudo com calma e delicadeza para não irritar a pele do seu cão.
    Alguns não gostam deste ritual.Procure acalma-lo falando tranquilamente,peça que sente.Tenha petiscos a mão,elogie e de um petisco a cada pata que limpar.Desta forma ele irá associar a um momento prazeroso e logo estará oferecendo uma pata de cada vez.

    Se decidir lavar a pata na água corrente na hora de ir para sua cama,seque bem com uma toalha e depoistermine com o secador de cabelo.Lembre-se de não usar quente demais,manter distância e sempre em movimento para não ser desconfortável e correr o risco de "queimar" a patinha.
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    Fonte: http://dicaspeludas.blogspot.com.br/2011/11/patas-limpinhas.html

    SAÚDE E SAÚDE ANIMAL: GRAVIDAS E GATOS: NÃO HÁ O QUE TEMER PRATICANDO SIMPLES HÁBITOS DE HIGIÊNE

     

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    Mulher grávida brincando com seu gato - niderlander / Shutterstock

    Por:Caroline Serratto, retirado do site Guia do bebê


    Embora a transmissão da toxoplasmose seja atribuída ao gato ela é transmitida mais frequentemente por outros meios e quem sofre é o bichano. Cuidados simples permitem a convivência entre gatos e gestantes sem prejuízos.

    Durante a gestação, muitas proprietárias de gatos ficam com dúvidas sobre a segurança no convívio com esses animais. Algumas pessoas acreditam que os gatos transmitem doenças ao ser humano, e que o convívio desses pets com mulheres grávidas pode ser potencialmente perigoso. O maior receio é em relação a toxoplasmose.

    A toxoplasmose é causada pelo protozoário parasita Toxoplasma gondii. O contágio pela toxoplasmose durante o período de gestação pode causar aborto, má formação fetal, sequelas neurológicas e problemas oculares.

    Existe ainda o mito de que a toxoplasmose é a “doença do gato”, e esse pensamento equivocado é comum mesmo entre muitos médicos. No entanto, já é cientificamente comprovado as formas de contágio mais frequentes são:

    • Ingestão de carne contaminada mal cozida ou crua;
    • Ingestão de alimentos contaminados por faca ou utensílios que tiveram contato com carne crua contaminada;
    • Beber água contaminada pelo parasita toxoplasma;
    • Ingestão de frutas ou verduras que tiveram contato com terra contaminada e não foram devidamente higienizadas.

    Os gatos podem transmitir a doença, mas para isso ocorrer eles  devem estar infectados. Isso ocorre ao comer roedores, passarinhos e outros animais contaminados. O parasita então é passado nas fezes do gato na forma de oocisto, que é microscópio e pode ser ingerido pelo ser humano em algumas situações:

    • Após limpar a caixa de fezes do gato;
    • Comer alguma coisa que entrou em contato com fezes de gato infectado com toxoplasma.

    O gato que fica dentro de casa, sem o hábito de caçar, pode não estar infectado com a toxoplasmose. Um exame simples de sangue  no felino é suficiente para eliminar as dúvidas.

    Algumas dicas para evitar a contaminação:

    • Lavar as mãos após o contato com carne crua; 
    • Lavar pias, tábuas de carne e outros utensílios; 
    • A carne deve ser cozida para o consumo;
    • Lavar bem as frutas e verduras; 
    • Limpar diariamente a caixa sanitária do gato, pois assim as fezes são removidas antes que os “ovos” possam se tornar contaminantes. As mulheres grávidas devem evitar essa tarefa, ou utilizar luvas e depois lavar bem as mãos;
    • Não alimentar os gatos com carne crua, vísceras ou ossos e não permitir que saiam de casa para que evitem o hábito da caça; 
    • Combater vetores, como insetos, por exemplo.

    O convívio com animais é muito benéfico para nós, em todas as fases da vida. De forma segura e saudável, essa relação nos proporcionará momentos de felicidade. Por isso, tomando os devidos cuidados, não há necessidade alguma de se privar do convívio com os bichanos durante a gravidez.

    Caroline Serratto
    Zootecnista, escritora e adestradora
    Veja Perfil Completo.

    Fonte:

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