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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Rio sedia o 1º Seminário de Terapia Assistida por Animais

Evento acontece este mês no Instituto Psiquiátrico Philippe Pinel em Botafogo




















No próximo dia 25 de maio, será realizado no Instituto Psiquiátrico Philippe Pinel, o 1º SETAARJ (Seminário de Terapia Assistida por Animais).O evento que tem como objetivo principal, discutir e debater a inserção do animal como recurso terapêutico, irá reunir no Rio de Janeiro, profissionais nas áreas de psicologia, veterinária, pedagogia e Ongs de todo o Brasil que já realizam esse trabalho em hospitais, escolas e clinicas de reabilitação.

































A ideia de realizar um seminário de Terapia Assistida por Animais no Rio, nasceu à partir da identificação da necessidade de se divulgar a inserção do animal como recurso terapêutico para profissionais de diversas áreas, principalmente da educação e saúde, que desconhecem a verdadeira importância e necessidade desse trabalho mundialmente reconhecido, como ferramenta eficaz no auxílio ao processo saúde X doença.

As inscrições para o 1º SETAARJ podem ser feitas até o dia do evento (se houver vagas) ou através do e-mail:ccnseventos@ccnscursos.com.br 

Investimento:R$ 150,00. Para maiores informações (21) 4104-7865/ 3594-2397
O 1º SETAARJ conta com o apoio da Bayer, Projeto Pêlo Próximo, CCNS Cursos, House Clipping e Fundação Amélia Dias.
Programação do Evento:

09:00h - A Terapia Assistida por Animais utilizada como instrumento facilitador no processo de cuidar Fisioterapeuta Shirley Gomes
09:30h - Seleção e Treinamento de Cavalos Adequados para a Prática Educativa, Terapêutica e Esportiva da Equoterapia – Psicóloga Vanessa Breia
10:10h - Potencialidades da Educação Assistida por Animais no Ensino – Pedagoga Marisa Solano
10:50h - Coffee Break11:10h – Felicidade e Bem-Estar de Animais Utilizados em TAA - Aspectos Éticos e Científicos –Médica Veterinária Valéria Oliva
11:50h - A Zooterapia sob a Óptica Animal – Médico Veterinário João Telhado
12:30h – Almoço
13:30h - Terapia e Atividade Assistida por Animais: Semelhanças e Diferenças – Presidente do Projeto Pêlo Próximo Roberta Araújo
14:10h - A Contribuição da Zooterapia nas Interações entre os Animais e os Seres Humanos : passado, presente e futuro– Médica Veterinária Maria de Fatima Martins
14:50h - Efeitos da Terapia Assistida por Animais em Pessoas com Espectro do Autismo –Bióloga Silvia Ribeiro Jansen Ferreira
15:30h – A Importância da Família na TAA – Psicóloga Rosa Vilela
16:10h – Coffee Break
16:50h – Avaliação e seleção dos cães de terapia - Médica Vetrinária Silvia Danae Pezoa Poblete
17:30h – A Influência dos Cães na Neuroplasticidade de Crianças com Disfunção Neuronal –Médico Veterinário Heverton Gonçalves

DIVULGAÇÃO 
Alessandra Fabro - (21) 4107-8711/8339-8711
houseclipping@gmail.com

OMS divulga nova determinação sobre vacina contra febre amarela

Imunidade dura por toda a vida e não é mais necessário se vacinar a cada dez anos


    A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou nesta sexta-feira (17) que uma única dose da vacina contra a febre amarela garante imunidade por toda a vida e que não é necessário se vacinar a cada dez anos quando se mora ou viaja para áreas de risco, como é feito atualmente.
    A febre amarela, uma doença viral hemorrágica e para a qual não existe tratamento específico além da vacinação, é endêmica em 44 países, dos quais 9 são latino-americanos: Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai, Peru e Venezuela. A população em risco representa 900 milhões de pessoas no mundo.
    "A indicação costumava ser de que a vacina da febre amarela fosse repetida após dez anos, mas a revisão da grande evidência que temos deixou claro que uma dose única é suficiente", confirmou em Genebra o especialista da OMS, Philippe Duclos.
    Uma equipe de especialistas da OMS em imunização determinou, após vários anos de pesquisas e de reunir evidências científicas, que a vacina de reforço na realidade não oferece nenhuma proteção adicional em relação à que uma pessoa adquire quando recebe a primeira dose. Portanto, a recomendação de imunizar as cidades e povoações em áreas de risco - assim como as pessoas que viajam para esses lugares — a cada dez anos, deixou de valer.
    A cada ano são registrados cerca de 200 mil casos de febre amarela no mundo, com uma concentração crescente na região da África Subsaariana. Cerca de 15% dos doentes desenvolvem uma forma severa da doença e, entre eles, a mortalidade chega a 50%, explicou Duclos à Efe.
    As mortes são estimadas oficialmente em 30 mil por ano no mundo todo, mas a curva foi ascendente nos últimos 20 anos e agora acredita-se que, somente na África, poderiam registrar-se 60 mil mortes por ano pela febre amarela. O organismo internacional transmitirá aos países sua nova determinação para que modifiquem seus calendários de vacinação, embora a decisão final dependa das autoridades nacionais.
    A nova recomendação também terá grande impacto entre os que viajam para os cerca de 40 países que exigem um certificado de vacinação contra a febre amarela, algumas vezes para entrar no país, em outras quando o deslocamento inclui uma região de risco ou quando se solicita um visto de longa duração. 

    quinta-feira, 16 de maio de 2013

    Casos de HIV entre jovens dobram em Vila Velha em um ano.
























    “Meu nome é Daniel, sou estudante, moro em Vila Velha e tenho 21 anos. Em maio do ano passado descobri que tenho HIV. Nesta época, eu mantinha uma relação com outro rapaz, que havia descoberto ser portador do vírus da AIDS em novembro de 2011. Nós vacilamos algumas vezes e não usamos camisinha. Foi uma questão de tempo para que eu me contaminasse. Quando a nossa relação terminou, entrei em depressão e decidi contar para a minha mãe minha condição de homossexual e que eu estava com HIV. Fiquei muito abalado, mas felizmente estou melhor hoje. Não sinto vontade de me relacionar com ninguém no momento, mas se isso acontecer eu quero que seja com outro HIV positivo. Não quero sentir culpa nem correr riscos”.
    “Eu me chamo Roberto e tenho e 26 anos. Trabalho como visual merchandising. Há dois anos eu estava em uma relação e acabei não usando preservativo com meu namorado. Depois disso, ele me contou que era HIV positivo. Por dois anos eu imaginei que também pudesse ter HIV, mas não fazia o teste por medo. Até que há dois meses eu tive um problema de saúde, que me fez fazer o teste. Não me surpreendi com o resultado positivo por que já desconfiava. Senti muita raiva dele, por ele ser da área de saúde e saber de sua condição. Foi muita falta de respeito comigo. Apesar disso, sei que não tem como culpá-lo por que a responsabilidade é minha, por não ter me prevenido. Me arrependo, mas tenho consciência disso. As pessoas precisam se cuidar. Não se vê tudo olhando para a cara das pessoas. Eu não penso em me relacionar com ninguém. Estou bem sozinho. Contei apenas para a minha mãe de consideração e não quero envolver minha mãe biológica nessa história. Eu não sou de me deprimir ou me desesperar por causa disso”.
    Daniel e Roberto são nomes fictícios, mas as duas histórias relatadas acima são verdadeiras. Os dois fazem parte de uma estatística preocupante. O número de jovens infectados pelo vírus HIV mais que dobrou em um ano no município de Vila Velha. Em 2011 o Programa DST/AIDS da Secretaria de Saúde do município registrou 21 exames positivos para HIV entre jovens de 18 a 29 anos. No ano seguinte, 2012, os novos casos de HIV notificados nessa mesma faixa etária subiram para 43. Em 2013, até o dia 08 de maio, já são 18 novos casos de jovens entre 18 e 29 anos infectados pelo HIV. Entre todas as idades, os novos casos de HIV também deram um salto em Vila Velha. Em 2011 o município registrou 41 exames positivos contra 103 no ano de 2012.
    Para a médica do Programa de DST/AIDS e Hepatites Virais, Dra. Nilzete Messner da Silva Bispo, os dados levam a uma reflexão importante sobre o comportamento sexual da juventude. “Os jovens não têm medo. Não é como na década de 80, quando as pessoas morriam de AIDS rapidamente. Vários artistas morreram de AIDS e acho que isso fez aquela geração sentir mais medo da doença. Infelizmente esse medo já não é o mesmo nos dias de hoje”. Acompanhe abaixo a entrevista com a médica.

    Novos casos de HIV entre jovens de 18 a 29 anos

    2010 – 20
    2011 – 21
    2012 – 43
    2013* - 18 (* até o dia 08 de maio)

    Exames positivos para HIV em Vila Velha (total entre todas as idades)

    2010 – 37
    2011 – 41
    2012 – 103
    2013* - 41 (*até abril)

    Teste
    O cidadão que quiser fazer o teste deve ser dirigir ao:
    Centro de Testagem e Aconselhamento DST/Aids – Prédio da Secretaria Municipal de Saúde, Avenida Castelo Branco, 1.803, Centro de Vila Velha, telefone 3139.9151


    Entrevista Dra. Nilzete Messner

    Os números mostram um aumento considerável no registro de novos casos de HIV em Vila Velha nos últimos anos, especialmente na faixa entre 18 e 29 anos. A que se deve isso?

    Eu acredito que é por dois motivos. Primeiro, por que o jovem não está se cuidando mesmo. Ele acha que a doença, vamos dizer assim, já banalizou e então está se cuidando menos. Segundo, por que eles têm procurado mais o serviço. Eles estão procurando fazer o exame quando há uma pequena sintomatologia.

    Então há dois fatores. O comportamento sexual de risco e a visibilidade do serviço de testagem rápida para HIV. Seriam somente esses dois motivos principais para esse aumento de casos?

    Sim, lembrando que nós também estamos indo mais atrás desse jovem. Estamos fazendo periodicamente testagem em bairros mais afastados com a nossa unidade móvel. Vamos a colégios e fazemos palestras. Essa divulgação faz com que o jovem nos procure mais. Quanto mais isso acontecer, melhor. Vai aumentar o número de novos casos, porém em compensação nós vamos conseguir frear a epidemia. Se estamos fazendo mais diagnósticos, esses vão se proteger e não vão passar para a frente.

    O que a senhora destacaria da conversa que tem com esses jovens infectados pelo vírus HIV quando eles procuram o serviço para as consultas periódicas?

    O que leva esses jovens a adotar um comportamento de risco é a falta de informação e eles acham assim, ah, eu não pego não! Tem alguns que falam “eu não peguei até hoje, eu não vou pegar”. Isso ai é machismo? Sei lá, é cultura antiga que ainda persiste. Em épocas passadas ninguém usava preservativo. Hoje, para iniciar a vida sexual usando camisinha, tem de ser conversado desde o início da adolescência, e isso falta. Falta muita conversa.

    A geração que viveu a adolescência na década de 80, quando a Aids surgiu, conviveu com muitas personalidades que morreram por causa da doença, como Cazuza e Renato Russo. Com o passar do tempo e a evolução dos medicamentos, a doença deixou de ser tão letal como era naquele período. A senhora acredita que essa mudança afeta o comportamento do jovem de hoje?

    As pessoas têm menos medo por que HIV não mata mais como matava antigamente. Mata, mas hoje a doença é crônica. O jovem tem menos medo. “Ah, se eu pegar não tem problema não”, eles falam, “é só tomar o remédio”! Eles sabem que podemos viver até a velhice com HIV. Deixou de haver medo. Só que falta ainda informação nas escolas. A escola tem por obrigação falar tudo desde a quinta série.

    A família também, não?


    E a família também, mas a família é mais conservadora. Às vezes a família repassa a responsabilidade para a escola. Algumas famílias acreditam que a escola é obrigada a ensinar tudo, e não é bem assim.

    Muitos jovens que chegam para fazer o teste, quando descobrem que são positivos para HIV, não se surpreendem e “surpreendem” os profissionais do programa por essa reação tão insensível, digamos assim. A que a senhora atribui esse comportamento?

    É verdade. Muitos já vêm aqui com uma interrogação na cabeça. Ele já acha que vai dar positivo pelo comportamento de risco que ele vem adotando, sexualmente falando.  Pela conduta dele, esse paciente já chega aqui quase com a certeza de que tem HIV, sem se assustar. Esses é que dão mais trabalho para a gente. Como eles não se assustam, eles também não vão aderir ao tratamento facilmente. Aquele que se assusta é aquele que não esperava mesmo. Faz o teste por fazer, mas não esperava ser HIV positivo. Eles tomam aquele choque e esses são os mais fáceis de adesão ao tratamento. Eles fazem tudo certinho. Os que não estão nem aí; esses são mais complicados!

    Porque há muitos jovens que resistem em fazer o acompanhamento aqui no Programa DST/Aids da Secretaria de Saúde de Vila Velha?

    Eu acho que é por que eles não aceitam o diagnóstico. Eles sabem que são, mas não aceitam. Sabem que se falarem para os outros vão sofrer preconceito. Eles falam “eu estou bem”! Mas quando eles ficam muito ruins, aí eles nos procuram. É quando o estado geral cai. Nesse ponto eles vêm para cá. Mas enquanto eles estão bem, fisicamente, eles acham que não tem HIV.

    O que acontece com o portador do HIV que não faz o tratamento?

    No início eles não vão fazer o tratamento, eles vão fazer um acompanhamento. Nós precisamos antes verificar qual é a carga viral desse paciente. Tem que ver ainda o CD4, que é a imunidade. Se esse paciente estiver bem, ele vai ser apenas acompanhado. Mas a gente sabe que o HIV é um vírus que diminui a imunidade. Como diminui a imunidade a gente precisa que as outras coisas, que também baixam a imunidade, não aconteçam. Precisamos ensinar a esses pacientes que eles têm de fazer uma boa alimentação, exercício físico e isso eles não querem. Se essas pessoas não fazem o que recomendamos, o risco é diminuir a imunidade até pegar as doenças oportunistas.

    Quais são essas doenças oportunistas?

    São várias, como pneumonia, sinusite e infecções urinárias. A pessoa pode ter uma toxoplasmose e, se já tiver tido contato, pode ser uma neurotoxoplasmose, além de tuberculose e outras doenças afins.

    Quando é que o paciente passa a tomar os remédios conhecidos como antirretrovirais?

    É quando ele passa da condição de portador do HIV para doente de AIDS. Ele tem de estar com o CD4 mais baixo, ou ele tem que estar com várias doenças, como a tuberculose. Febre por mais de dois meses, diarreia por mais de um mês. Nós temos vários pontinhos para cada um desses fatores que, somados, indicam um percentual x que vai dizer que aquele paciente está com AIDS. Nesse momento é quando se inicia o tratamento com os remédios antirretrovirais.

    O remédio não cura. O que ele faz no organismo de quem tem Aids?

    O remédio de fato não cura, mas ele age bloqueando o vírus e fazendo como que ele fique invisível no sangue. Então, o vírus do HIV fica indetectável no exame de sangue. A tendência é do CD4 subir. Como o vírus fica indetectável, não tem vírus circulando, ele também não vai agredir o cérebro, não vai agredir o coração, não vai agredir o rim nem o fígado, que são os pontos alvos do vírus HIV.

    Isso significa que, além de se proteger do HIV, esse paciente estaria protegendo seu parceiro ou parceira sexual?

    Sim. Quanto mais baixa a carga viral, se ele mantiver a carga viral indetectável, menor risco ele tem de transmitir o vírus. Só que isso não significa que ele possa ter sexo sem preservativo. Ele tem que ter o sexo protegido.

    O fato de ele tomar o medicamento não significa que ele deixa de transmitir o HIV.

    Não. É mais difícil, mas transmite.

    Esses antirretrovirais trazem uma série de efeitos colaterais, não é verdade?

    Ele dá dislipidemia, que é o aumento de triglicerídeos e colesterol. O que aumenta os problemas de insuficiência cardíaca. Alguns desses medicamentos são eliminados pelo fígado, outros pelo rim. Esses remédios podem causar insuficiência renal ou insuficiência hepática. Tudo isso é complicado. O próprio vírus dá problema de demência, pois ele mata os nossos neurônios, chegando até uma área da demência. Como o próprio remédio, ou alguns deles, que não protegem o cérebro. Eles não têm uma penetração muito boa no cérebro, então nós observamos envelhecimento precoce e uma série de outras coisas. Na maioria das vezes os pacientes sentem muita náusea no início do tratamento, mas só no começo. Os problemas mais graves vão aparecendo no decorrer do tratamento. É o caso da hiperbilirrubinemia. O paciente fica amarelinho, que vulgarmente é conhecido como tiriça, que é a icterícia.

    Isso quer dizer que não é simples assim, pensar que a doença pode ser controlada e a vida segue normalmente.

    Tem que ter uma vida mais regrada do que se pensa. Os efeitos colaterais dos remédios não são nada bons. E é com o passar do tempo que eles aparecem, não é de imediato. E quando os efeitos colaterais aparecem, não existem tantas drogas assim disponíveis que nos permita substituir uma pela outra. Todos acabam dando problema.

    Para finalizar a entrevista, que conselho a senhora dá para a população no que diz respeito à prevenção do HIV?

    Eu acho que qualquer um tem que ter em mente uma palavra: preservativo. É a única forma de se proteger. E tem que lembrar que através do sexo oral desprotegido também se pega HIV. Se nós sabemos disso, o que as pessoas deveriam fazer? Está em uma relação estável? Converse com seu parceiro ou parceira, façam os dois os testes para ver se não tem alguma doença sexualmente transmissível. Não tem nada? Faça um pacto de fidelidade! Se o casal resolver ter sexo fora da relação,  que os dois se protejam com preservativo nessa relação extraconjugal. Tem que ser mais ou menos por aí. É preciso ter amor à vida: a sua vida e a do companheiro ou companheira. Hoje nós temos que viver a vida do passado. Sexo deve ser encarado com fidelidade, coisa que atualmente é muito rara. O sexo está bem liberal nos dias de hoje. Não é que na época de nossos avós não existisse infidelidade, mas era bem menos que hoje em dia. Fidelidade é a palavra chave. Os jovens também devem ficar atentos e procurar fazer os testes, principalmente se fazem sexo sem preservativo. “Ah, mas eu esqueci”! Então vem cá e faz o teste. Se o preservativo rompeu, também venha até a nós. Vamos fazer o acompanhamento, explicar tudinho. Às vezes é necessário até tomar a medicação, mas precisa vir aqui e conversar com a gente.

     Fonte: http://www.vilavelha.es.gov.br/noticias/casos-de-hiv-entre-jovens-dobram-em-vila-velha-em-um-ano-3762


    sexta-feira, 10 de maio de 2013

    Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC) inaugura Serviço de Hemoterapia

     

    Setor atenderá as demandas de transfusão e realizará coletas, criopreservação, armazenamento e infusão das células-tronco.

    10/05/2013

    O Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), um dos principais centros de tratamento do câncer no Brasil, comemora 45 anos e acaba de inaugurar seu Serviço de Hemoterapia próprio (Banco de Sangue). O Setor tem capacidade para atender toda a demanda do hospital, que somente em 2012 realizou mais de nove mil cirurgias.

    Segundo o médico Dante Langhi, Consultor Técnico Científico do Serviço, essa iniciativa do IBCC é mais uma prova do crescimento e investimento do Instituto em várias áreas. “O IBCC é um hospital oncológico completo e a implementação da Hemoterapia é mais uma prova da qualidade do serviço prestado ao paciente e da busca constante da segurança do tratamento”.

    O Serviço de Hemoterapia atenderá todas as demandas de transfusão do hospital e também realizará as coletas, criopreservação (congelamento a temperaturas muito baixas de células ou tecidos biológicos), armazenamento e infusão das células-tronco destinadas aos pacientes submetidos ao transplante de medula óssea.

    Em relação às doações de sangue, o médico explica que o IBCC deseja criar uma cultura de esclarecimento sobre a importância e a necessidade das pessoas doarem sangue. “Para que possamos continuar a tratar adequadamente todos os pacientes que procuram o hospital, é fundamental a cooperação dos familiares e acompanhantes de nossos pacientes na doação de sangue”, finaliza.

    Fonte: http://www.revistahospitaisbrasil.com.br/noticias/instituto-brasileiro-de-controle-do-cancer-ibcc-inaugura-servico-de-hemoterapia/

    Em teste, aparelho de eletrocardiograma portátil ajuda pacientes cardíacos

     

    O aparelho envia os exames do paciente automaticamente para uma central de médicos.

    Fonte: http://www.ebc.com.br/noticias/saude/galeria/videos/2013/05/em-teste-aparelho-de-eletrocardiograma-portatil-ajuda

    Crianças e idosos são mais prejudicados pela poluição

     

    Um levantamento feito pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo revela que as crianças e os idosos são os mais prejudicados pela poluição provocada pelo trânsito das grandes cidades.

    Ver episodio:
    http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil-manha/episodio/criancas-e-idosos-sao-maiores-prejudicados-pela-poluicao

    Ir para o site do Repórter Brasil (manhã):
    http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil-manha

     

    Fonte:

    Sensor implantado dentro do corpo monitora saúde dos pacientes 24 horas por dia

     

    10/05/2013 às 06h30:00

    Tecnologia SPHERE mede alterações nos movimentos, dieta, peso, humor e ritmo cardíaco dos usuários para detectar doenças

    Cientistas britânicos criaram um sensor que pode ser implantado no corpo para detectar quando uma pessoa fica doente. A tecnologia fornece uma nova forma de monitorar a saúde de uma pessoa ao detectar alterações em movimentos, hábitos, dieta, peso, humor e ritmo cardíaco.

    O novo "assistente de saúde digital" pode usar os dados para detectar se uma pessoa está doente e envia automaticamente um alerta para o médico ou familiar.

    Segundo os cientistas, ele pode identificar se o usuário está tomando a medicação correta e reconhecer os sintomas de um acidente vascular cerebral, monitorando movimentos não usuais do corpo ou expressões faciais.

    A ferramenta pode ser instalada em uma variedade de locais, incluindo a casa, roupas ou joias, ou mesmo implantada no organismo.

    O sistema SPHERE, Plataforma Sensor de Saúde em Ambiente Residencial, projetado por uma colaboração entre pesquisadores da Universidade de Bristol, Southampton e Reading, no Reino Unido, pode fornecer cuidados automáticos 24 horas por dia.

    "SPHERE vai tentar enfrentar os desafios do mundo real através do desenvolvimento de uma tecnologia prática para monitorar a saúde das pessoas no ambiente doméstico, visando problemas de saúde como obesidade, depressão, acidente vascular cerebral quedas, doenças cardiovasculares e musculoesqueléticas", afirma o pesquisador Ian Craddock.

    O novo implante SPHERE também pode monitorar a frequência cardíaca de um paciente e enviar um alerta de emergência se ele se torna subitamente doente.

    A equipe espera que, uma vez que os sistemas forem desenvolvidos de forma suficiente, eles sejam testados em todo o Reino Unido.

    Fonte: http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34837/ciencia-e-tecnologia/sensor-implantado-dentro-do-corpo-monitora-saude-dos-pacientes-24-horas-por-dia

    Japão cria robôs que detectam mau hálito e chulé

     

    9/5/2013 às 09h30

    'Sem problemas' ou 'Isto está intolerável', avisa máquina em formato de rosto feminino

    BBC Brasil

    Quando o mau hálito é forte, robô Kaomi 'decreta' emergênciaReprodução / BBC

    O Japão revelou dois robôs que advertem usuários se eles estão sofrendo de mau hálito ou de chulé.

    Um dos robôs se assemelha à cabeça de uma mulher e se chama Kaori, que em japonês significa 'cheiro' ou 'fragrância'. O outro se chama Shuntaro e tem o formato de um cãozinho.

    “Mau hálito pode provocar separação e até problemas no trabalho”, avisa dentista

    Os detalhes a respeito das duas máquinas foram revelados pelo diário japonês Asahi Shimbun. O robô detector de mau hálito atua da seguinte forma: o usuário dá uma baforada diante do rosto de Kaori. Se seu hálito estiver agradável, ela dirá: 'um bom cheiro, sem problemas'. Se não estiver tão bom, dirá coisas como 'seu hálito está meio fedido' ou ainda 'isso está ruim, intolerável'.

    Crianças também são vítimas do mau hálito

    E quando o seu hálito está realmente malcheiroso, Kaori diz: 'Está declarado um estado de emergência; isso ultrapassa o limite da minha tolerância'.

    Chulé derruba cãozinho

    Já o cão-robô Shuntaro balança a cabeça enquanto analisa os odores que emanam do pé de um usuário. Se o cheiro está decente, ele se aproxima do pé da pessoa e os alto-falantes do robô tocam a Quinta Sinfonia de Beethoveen.

    Chulé: saiba como driblar os problemas que causam mau cheiro nos pés

    Se o cheiro não for muito agradável, ele dá um grunhido. Mas se o chulé realmente for forte, a cabeça do cão-robô cai ao chão, como se ele desmaiasse.

    As máquinas se valem de sensores disponíveis no mercado, o que deixa claro como a tecnologia já evoluiu.

    Os dois robôs foram criados pela companhia japonesa CrazyLabo e pelo Colégio Nacional de Tecnologia de Kitakyushu.

    As máquinas se valem de sensores de gás capazes de identificar odores específicos. A informação é proecessada por computadores que, por sua vez, controlam a resposta dos robôs.

    Após ter anunciado estes dois primeiros produtos, o CrazyLabo diz que agora pretende tornar seus robôs rentáveis, alugando-os para diferentes eventos.

    O presidente da companhia, Kennosuke Tsutsumi, disse ter se inspirado em reclamações de sua própria família a respeito de seus odores corporais.

    Uso médico

    Mas além de utilizações bem-humoradas como a feita pelos especialistas japoneses, já estão sendo desenvolvidos produtos tecnológicos com finalidades médicas que se valem de odores.

    Uma companhia holandesa, a Enose, está desenvolvendo um kit de diagnóstico chamado Aenose, que busca, no odor, sinais de tuberculose, asma e câncer de garganta.

    A empresa americana Alpha Szsenszor está desenvolvendo um equipamento feito para estudar o hálito humano a fim detectar câncer de pulmão e outras doenças.

    E a britânica Universidade de Bristol está desenvolvendo um projeto chamado Odour Reader (Leitor de Odores), que analisa vapores coletado de amostras de fezes dos pacientes para ajudar a diagnosticar causas de diarreia.

    Mesmo assim, as tecnologias atuais são ainda menos sofisticadas do que o nariz humano.

    O sistema olfativo humano contém cerca de 100 milhões de receptores que fazem uso de cerca de 350 milhões de diferentes tipos de proteínas. Já os 'narizes eletrônicos' costumam usar 32 ou menos sensores químicos.

    BBC Brasil - Todos os direitos reservados - É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC

    Fonte: http://noticias.r7.com/saude/japao-cria-robos-que-detectam-mau-halito-e-chule-09052013

    Sem cura, lúpus pode ser controlado com remédios e estilo de vida saudável, afirma médica

     

    10/5/2013 às 00h28

    De acordo com especialista, portadores da doença sofrem com inflamações na pele e órgãos

    Vanessa Sulina, do R7

    Astrid Fontenelle luta contra a doença AgNews

    Doença que desequilibra o sistema de defesa do organismo, o lúpus não tem cura, mas pode sim ser controlada com o uso de remédios e estilo de vida saudável, de acordo com a professora de reumatologia e coordenadora do setor de doenças reumáticas autoimunes da Unifesp, Emilia Inoue Sato. No Dia Mundial do Lúpus, a especialista também alerta para cuidados que os portadores precisam ter para levarem uma vida mais tranquila. Um dos principais é evitar a exposição ao sol.

    — A luz ultravioleta pode desencadear a atividade da doença, por isso, a recomendação é evitar a luz solar, além do uso de anticoncepcionais à base de estrógenos e utilizar protetor solar. A pessoa deve também manter um estilo de vida saudável, evitando o fumo, com prática regular de atividade física, alimentação saudável, com menos gordura, rica em cálcio e, se possível, mantendo equilíbrio emocional.

    Apresentadora Astrid sofre com o lúpus

    Apesar de raro, o lúpus pode provocar “inflamação e lesão de diversos órgãos”, assim, como a destruição de células do sistema sanguíneo.

    — São muitos os sintomas da doença, mas os mais comuns são: lesões inflamatórias na pele, em regiões como face, região do decote e braços e dor; inflamação nas articulações (artrite); das membranas que recobrem o pulmão, o coração, inflamação do rim e do cérebro, que poderá causar convulsões, psicose e nervos periféricos.

    Além destes sintomas, a médica afirma que são frequentes a anemia, febre, emagrecimento e intenso cansaço.

    — Isso acontece quando a doença está ativa. Quando a doença está controlada, o paciente pode ficar totalmente sem sintomas.

    Leia mais notícias de Saúde

    Além da genética

    Além do fator genético, a doença também pode ser provocada por alterações hormonais, infecciosas e ambientais. Eventualmente, também pode ser desencadeado por algumas drogas como a hidralazina e procainamida.

    Uma das curiosidades é que ela é mais comum em mulheres (90% dos portadores são do sexo feminino). Em todo o mundo existem 65 mil pessoas que sofrem com a doença.

    — Isso ocorre por causa da ação dos hormônios femininos [estrógenos] que facilitam a resposta autoimune.

    Fonte: http://noticias.r7.com/saude/sem-cura-lupus-pode-ser-controlado-com-remedios-e-estilo-de-vida-saudavel-afirma-medica-10052013

    Mulher já pode doar óvulo para cobrir parte do tratamento de fertilização

     

     

    Para Conselho Federal de Medicina, trata-se de ato de solidariedade e não prática mercantil

    09 de maio de 2013 | 10h 40

    LÍGIA FORMENTI / BRASÍLIA - O Estado de S. Paulo

    Veja também:

    link Mulher com mais de 50 anos não poderá fazer reprodução assistida
    link CFM revê normas para reprodução assistida e quer limitar idade da mãe
    link Na rede pública, casais esperam até 5 anos por tratamento de fertilidade

    A doação de parte dos óvulos seria para outras pacientes que não têm como produzí-los - Divulgação

    Divulgação

    A doação de parte dos óvulos seria para outras pacientes que não têm como produzí-los

    Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que entra em vigor hoje altera as regras para a fertilização assistida no País, abrindo espaço para a doação compartilhada. Ela também regulamenta o limite de idade para pacientes, a idade para doação de óvulos e espermatozoides e estabelece a permissão de forma clara do uso da técnica por casais do mesmo sexo.

    A doação compartilhada prevê que pacientes interessadas em fazer a fertilização assistida doem parte de seus óvulos a outras pacientes que não têm como produzi-los. Essas, em troca, financiam parte do tratamento das doadoras. "Não é prática mercantil. É ato de solidariedade", afirma o presidente em exercício do CFM, Carlos Vital Correa Lima.

    O presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, Adelino Amaral, defende a medida e afasta a possibilidade de se formar um banco de doadoras ou uma espécie de ação para recrutar pacientes. Segundo ele, a troca é ofertada para pacientes que espontaneamente procuram a clínica, mas que não têm condições de arcar com o preço do tratamento, de até R$ 20 mil. Cerca de 50% desse valor é gasto só com o estímulo para produção de óvulos. Essa parte do tratamento é que seria paga pela receptora.

    Já a professora da Universidade de Brasília Débora Diniz considera que o CFM não poderia fazer esse tipo de regulação. "O governo dispõe de um serviço gratuito. O compartilhamento de óvulos em troca financeira é algo que está longe de ser o ideal", afirma. Ela observa que toda a lógica da regulação brasileira impede a cobrança por doações, seja de órgãos, seja de sangue. "E para óvulos não pode ser diferente." Para ela, a troca dos óvulos por parte do tratamento desrespeita toda a noção de altruísmo.

    Amaral, no entanto, observa que o sistema público não tem condições de atender a toda a demanda. "Estima-se que 5% das fertilizações assistidas no País sejam feitas no sistema público de saúde. A espera chega a ser maior do que um ano."

    Limites

    A resolução ainda deixa claro o limite de embriões a ser implantados na paciente. O número varia de acordo com a idade da doadora e não da paciente que vai receber os embriões. A regra, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, Adelino Amaral, tem como objetivo reduzir o número de gestações múltiplas, de maior risco tanto para gestantes e bebês. "Pacientes mais velhas têm probabilidade menor de engravidar. Por isso, a partir de determinada idade da doadora, é preciso aumentar os implantes."

    De acordo com o presidente da câmara que analisou as mudanças, Hiran Gallo, mulheres com mais de 40 anos tem probabilidade de engravidar de 10%; no caso das de 35 anos, a probabilidade é de 40%.

    Outra mudança é oficializar a chamada tipagem HLA, para selecionar embriões livres de doenças encontradas na família e, ao mesmo tempo, compatível com o paciente. "Isso pode permitir que a criança, ao nascer, possa até ser doadora e ajudar no tratamento do paciente", afirma Gallo. "E está longe de ser antiético. A mulher acaba aliando seu desejo de procriar com a possibilidade de tratar outro filho, por exemplo."

    Lima defendeu as mudanças. "Precisávamos de regras mais atuais", afirma.

    Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,mulher-ja-pode-doar-ovulo-para-cobrir-parte-do-tratamento-de-fertilizacao-,1030136,0.htm

    ES registra mais de 53 mil casos de dengue

     

    9/5/2013 às 19h21 - Atualizado em 9/5/2013 às 19h21

    Folha Vitória

    Redação Folha Vitória

    Reprodução

    O Espírito Santo já registrou de 53.600 notificações de casos de dengue, sendo 1.311 suspeitas da forma grave (dengue com complicação e hemorrágica). Os dados foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), nesta quinta-feira (09).

    De acordo com o boletim, 12 mortes já foram confirmadas no Estado, em decorrência da doença.
    O Espírito Santo ocupa a 5ª posição no ranking dos 11 estados brasileiros com maior incidência de dengue, segundo levantamento elaborado pelo Ministério da Saúde.

    De acordo com a pesquisa, de 1º de janeiro a 30 de março deste ano, a incidência de casos de dengue no Estado chegou a 936.3 para cada 100 mil habitantes. O número é muito superior a média nacional de 368.2 casos por 100 mil habitantes.

    Como se prevenir

    - Limpar o quintal, jogando fora o que não é utilizado;
    - Tirar água dos vasos de plantas;
    - Colocar garrafas vazias de cabeça para baixo;
    - Tampar tonéis, depósitos de água, caixas d’água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água;
    - Manter os quintais bem varridos, eliminando recipientes que possam acumular água, como tampinha de garrafa, folhas, sacolas plásticas, etc.;
    - Escovar bem as bordas dos recipientes (vasilha de água e comida de animais, vasos de plantas, tonéis, caixas d’água) e mantê-los sempre limpos.

    Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2013/05/es-registra-mais-de-53-mil-casos-de-dengue.html

    quinta-feira, 9 de maio de 2013

    VITÓRIA/ES: prefeitura inicia debates com moradores para elaborar Plano Municipal de Saúde

     

    02/05/2013, às 11h39 | Atualizada em 02/05/2013, às 15h52

    Por Simone Kobe

    Elizabeth Nader

    Curso para gestantes na Unidade de Saúde de Consolação

    Cidadãos poderão propor diretrizes para melhorar o atendimento na rede municipal de saúde

    A 8ª Conferência Municipal de Saúde acontecerá em junho, mas os debates com os moradores da capital terão início nesta terça-feira (7), das 18 horas às 21h30, na Região 4 (Santo Antônio), no auditório do Centro Municipal de Especialidades (CME), no bairro Mário Cypreste. É o começo das chamadas pré-conferências.

    A secretária municipal de Saúde, Sony de Freitas Itho, explica a importância da participação popular no evento. "O relatório final da 8ª Conferência Municipal de Saúde é que vai orientar a elaboração do Plano de Saúde para os próximos quatro anos. Por isso, as pré-conferências se configuram no momento ideal para que a sociedade apresente suas propostas e sugestões. São espaços democráticos, que contam com a participação de gestores, prestadores de serviços e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)".

    As conferências têm como objetivos principais avaliar a situação de saúde e propor diretrizes para as formulações das políticas de saúde nos municípios. Em Vitória, tudo que for proposto na 8ª Conferência subsidiará a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) para a elaboração do Plano Municipal de Saúde 2014–2017 de forma participativa e descentralizada, através das pré-conferências. Vitória possui seis regiões de saúde. Portanto, serão seis pré-conferências, conforme programação abaixo.

    André Sobral

    Fachada do Centro Municipal de Especialidades

    Centro Municipal de Especialidades vai sediar a primeira pré-conferência de saúde

    Programação

    Região 4 – Santo Antônio

    Quando: 7 de maio, das 18 às 21h30

    Onde: Centro Municipal de Especialidades de Vitória, que fica na avenida Dário Lourenço de Souza, 120, Mário Cypreste

    Região 2 – Maruípe

    Quando: 9 de maio, das 18 às 21h30

    Onde: Casa do Cidadão, que fica na avenida Maruípe, nº 2.544, Itararé.

    Região III – Centro

    Quando: 14 de maio, das 18 às 21h30

    Onde: Centro Municipal de Especialidades de Vitória, que fica na avenida Dário Lourenço de Souza, 120, Mário Cypreste

    Região I – Continental

    Quando: 15 de maio, das 18 às 21h30

    Onde: Escola Municipal de Ensino Fundamental Marechal Mascarenhas de Moraes, que fica na avenida Jerônimo Vervloet, nº 560, Maria Ortiz

    Região VI – Forte São João

    Quando: 21 de maio, das 18 às 21h30

    Onde: Escola Técnica e Formação Profissional de Saúde (Etsus), que fica na rua Maria de Lourdes Garcia, nº 474, Ilha de Santa Maria

    Região V – São Pedro

    Quando: 22 de maio, das 18 às 21h30

    Onde: Unidade de Saúde Conquista e Nova Palestina, que fica na rodovia Serafim Derenze, s/nº, São Pedro V

    Com edição de Matheus Thebaldi

    Saiba mais sobre Saúde.

    Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/secom.php?pagina=noticias&idNoticia=11102

    ESPÍRITO SANTO: estado sedia pesquisa inédita sobre saúde

     

    05/05/2013 - 14h51 - Atualizado em 09/05/2013 - 00h43

     

    360 moradores ajudarão a verificar ocorrência de hipertensão, obesidade, diabetes e doença renal

    PRISCILLA THOMPSON | ppessini@redegazeta.com.br

    Foto: Vitor Jubini

    Vitor Jubini

    O professor José Geraldo Mill coordena a pesquisa

    Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) vão percorrer bairros de Vitória e da Serra para dar início, na próxima semana, a uma pesquisa inédita no país. Trata-se de um estudo preliminar à Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita pelo Ministério da Saúde sobre doenças como hipertensão, diabetes, obesidade e doença renal.

    Nesta etapa, 360 moradores de Vitória, com idades entre 18 e 69 anos, serão selecionados para fazer exames de sangue, urina, pressão arterial, eletrocardiograma e bioimpedância (que identifica a quantidade de gordura presente no corpo). Os dados vão ajudar a elaborar as ferramentas necessárias para analisar as informações que serão coletadas pela PNS em 500 municípios do país, a partir de julho.
    A escolha dos participantes será por sorteio, feito a partir de uma amostra domiciliar, explica o coordenador da PNS no Estado, o professor José Geraldo Mill. “Nossas equipes vão à casa das pessoas para convidá-las. Os voluntários podem contribuir para a melhoria das ações em saúde no país , além de saber como está a sua própria saúde”, diz.

    Escolha

    Mill explica que a equipe da Ufes foi escolhida para elaborar a primeira etapa da pesquisa devido à experiência desenvolvida em outro estudo: “O projeto Monica, realizado em 2000 com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tinha uma metodologia semelhante. Mas é a primeira vez que esse estudo será feito em âmbito nacional.”

    Diferentemente da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), as informações sobre obesidade e hipertensão serão fornecidas por exames e não por declaração dos entrevistados, frisa Mill.
    A expectativa é de que a coleta dos dados seja concluída em agosto e que os resultados sejam divulgados no final do ano. A partir de julho, a PNS será feita com 25 mil adultos em 500 municípios do país, incluindo outras cidades do Estado.

    Entenda

    Voluntários

    360 moradores de Vitória, com idades entre 18 e 69 anos, serão selecionados para o estudo preliminar da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do Ministério da Saúde. Deverão passar por exames de sangue, urina, pressão arterial, eletrocardiograma e bioimpedância (para medir a gordura corporal), além de responder a um questionário. Os custos são pagos pela pesquisa

    Bairros

    Os primeiros bairros a receberem os pesquisadores serão Maria Ortiz, Jardim Camburi e Jardim da Penha, na Capital, e Bairro de Fátima, na Serra. Os dados serão coletados até agosto, e cada participante receberá os resultados de seus exames. Os pesquisadores estarão identificados com uniforme da pesquisa, crachá e bolsa

    Amostra

    A coleta de dados será feita em 25 mil adultos do país. Futuramente, outros municípios do Estado também serão incluídos

    Fonte: A Gazeta

    Fnte:

    quarta-feira, 8 de maio de 2013

    Dois casos de bactéria NDM são registrados em Porto Alegre, diz SES

     

    05/05/2013 21h43 - Atualizado em 07/05/2013 10h54

     

    Casos foram registrados no mês de março no Hospital Conceição. Microrganismo é resistente a ação dos antibióticos mais poderosos.

    Do G1 RS

    A Secretaria Estadual de Saúde (SES) do Rio Grande do Sul confirmou dois casos da superbactéria NDM (New Delhi Metallobetalactamase) no Hospital Conceição, em Porto Alegre. É a primeira vez que a infecção por este microrganismo considerado altamente resistente ao tratamento por antibióticos é registrada no Brasil, diz a SES.

    Na sexta-feira (3), o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CESV), em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, emitiu uma nota técnica notificando o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e todos os hospitais do estado sobre os casos.

    saiba mais

    Os dois casos foram detectados no mês de março, em pacientes que passaram pela emergência do hospital em determinado intervalo de tempo. Um caso foi de infecção e outro de colonização, explica a nota. As razões ainda não são totalmente esclarecidas.

    Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) informou que a direção da instituição não vai se manifestar sobre os casos, seguindo orientação que foi repassada pelas próprias autoridades de saúde.

    Descrita pela primeira vez na literatura médica em 2009 em um paciente sueco que esteve hospitalizado na Índia, a bactéria NDM é resistente aos antibióticos carbapenêmicos, usados para combater infecções graves. Em 2012, foram notificados casos no Uruguai, Colômbia e Paraguai. 

    Segundo o presidente da Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição (ASERGH), Arlindo Nelson Ritter, a bactéria teria chegado ao hospital por um paciente vindo do Uruguai. Ele diz que ambos os pacientes permanecem internados no hospital, em isolamento.

    O presidente da ASERGH diz ainda que o Conceição vive uma epidemia de contaminações por superbactérias, cuja causa seria a terceirização dos serviços de limpeza e supostos problemas na gestão do hospital.

    “O que mais nos preocupa não são esses casos de NDM, mas os de KPC”, disse Arlindo aoG1, citando outra bactéria resistente. “Em 2011, tivemos 17 casos no hospital. Em 2012, esse número saltou para 177. Esse ano temos uma média de 25 casos por mês”, acrescentou.   

    Na última quinta-feira (2), Arlindo ocupou a Tribuna Popular da Assembleia Legislativa para pedir providências das autoridades sobre a situação no hospital. Segundo ele, uma audiência será marcada na Comissão de Saúde da Assembleia para discutir o caso.

    Conforme a nota emitida pela SES, a contaminação pela NDM é de alta gravidade. “As opções terapêuticas tornam-se limitadas gerando não só impacto clínico, mas também epidemiológico, uma vez que a transmissibilidade do gene de resistência ocorre por elementos genéticos móveis”, diz trecho do texto.

    O documento também contém recomendações, como a coleta de material para análise em pacientes vindos de outros serviços de saúde do estado, do país ou do Exterior. Os pacientes nos quais for constada a presença de bactérias resistentes devem ser mantidos em isolamento.

    As autoridades de saúde também recomendam reforço nas medidas de controle de infecção, como higienização de mãos dos profissionais e do ambiente hospitalar, considerados fundamentais para evitar a disseminação de microrganismos multirresistentes.

    Fonte:

    Batons e brilhos labiais têm níveis elevados de metais pesados

     

    04/05/2013

     

    Redação do Diário da Saúde

    Uma nova análise do conteúdo de batons e brilhos labiais (gloss) revelou níveis alarmantes de metais pesados e elementos cancerígenos.

    Pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Berkeley (EUA) analisaram 32 batons e brilhos labiais comumente encontrados em farmácias e lojas de departamentos.

    Eles detectaram chumbo, cádmio, cromo, alumínio e outros cinco metais, alguns dos quais em níveis preocupantes.

    Quantidade é o que importa

    Estudos anteriores já haviam relatado a presença de metais pesados em produtos cosméticos, mas os pesquisadores agora estimaram o risco de contaminação analisando a concentração dos metais detectados e a eventual ingestão diária desses elementos pelos consumidores, e compararam estes dados com a ingestão máxima recomendada.

    "Apenas encontrar esses metais não é a questão, é o nível que importa," disse Katharine Hammond, principal autora do estudo. "Alguns dos metais tóxicos estão presentes em níveis que podem ter um efeito a longo prazo."

    Batons e brilhos labiais estão entre os cosméticos com maior nível de preocupação porque, quando não estão deixando marcas nas roupas ou sendo repassados como marcas de beijo, eles são ingeridos ou absorvidos lentamente pela pessoa que os utiliza, afirmam os autores do estudo.

    Metais pesados nos cosméticos

    A utilização média desses cosméticos foi definida como a ingestão diária de 24 miligramas de maquiagem labial por dia.

    Mas mulheres que passam muito produto, reaplicando-o várias vezes por dia, podem cair na categoria de alto uso, com até 87 miligramas ingeridos por dia.

    Mesmo usando doses diárias aceitáveis, o uso médio de alguns batons e brilhos labiais resulta em exposição excessiva ao cromo, uma substância cancerígena, relacionada sobretudo a tumores de estômago.

    O uso elevado pode resultar em exposição excessiva ao alumínio, cádmio e manganês - a exposição a concentrações elevadas de manganês tem sido associada com toxicidade no sistema nervoso.

    O chumbo foi detectado em 24 produtos, mas em uma concentração geralmente menor do que o nível de ingestão diária aceitável para um adulto. No entanto, os níveis de chumbo levantam preocupações em relação às crianças, que muitas vezes brincam com maquiagem - para crianças, nenhum nível de exposição ao chumbo é considerado seguro.

    Os autores do estudo afirmam que, para a maioria das pessoas adultas, não há razão para jogar batons e brilhos labiais no lixo, mas a quantidade de metais encontrada sinaliza a necessidade de mais fiscalização pelos órgãos reguladores de saúde.

    Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=batons-brilhos-labiais-metais-pesados&id=8801&nl=nlds

    ANS edita regras para Padrão de Comunicação e Segurança do TISS

     

    Data de publicação: Terça-feira, 11/11/2008

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou a Nota de Esclarecimento nº002/2008, referente ao Padrão de Comunicação e Segurança para a Troca de Informação em Saúde Suplementar (TISS). A NE nº002 define critérios para recusa de arquivos ou transações eletrônicas inconsistentes enviadas por prestadores a operadoras. A NE nº002 define ainda regras e prazo para a justificativa de recusa por parte da operadora.

    Consulte a Nota de Esclarecimento nº002/2008

    Fonte: http://www.ans.gov.br/a-ans/sala-de-noticias-ans/a-ans/888-ans-edita-regras-para-padrao-de-comunicacao-e-seguranca-do-tiss

    Sobe para 175 o número de casos de dengue em Porto Alegre

     

    07/05/2013 | 15h43

     

    Entre o total de pacientes com a doença contraída na Capital, 57 residem no bairro Partenon

    Um levantamento divulgado nesta terça-feira pela Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), da Secretaria Municipal de Saúde, confirmou que Porto Alegre já registra 175 casos de dengue, dos quais 117 são autóctones (doença contraída na cidade) e 58 são de pessoas que adquiriram a doença em viagem a outros estados.

    Entre os pacientes com a doença contraída na Capital, 57 residem no bairro Partenon, 10 no Santo Antônio, nove no Santana, nove no Bom Jesus, oito no São José, cinco no Jardim Botânico, quatro no Navegantes, dois no Santa Maria Goretti, dois no Chácara das Pedras, dois no Cristal, dois no Humaitá, dois no Petrópolis, um no Coronel Aparício Borges, um no Santa Cecília, um no Cidade Baixa, um no Vila Jardim e um no Ipanema.

    Um total de 1.082 casos suspeitos de dengue em Porto Alegre foram investigados até a oitava Semana Epidemiológica, que se encerrou em 4 de maio. Dos residentes na Capital, 656 casos foram descartados, 175 confirmados e 122 ainda aguardam o resultado do exame, feito pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).

    Desde a primeira semana de fevereiro, quando houve a primeira confirmação de dengue na Capital, a CGVS emitiu alerta epidemiológico e está recomendando aos profissionais de saúde o máximo de atenção a pacientes que apresentarem febre com duração de até sete dias acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, e manchas na pele.

    Todo o caso suspeito deve ser informado pelos serviços de saúde. Ao receber a notificação, a CGVS executa imediatamente medidas de controle da transmissão de dengue. Os pacientes com suspeita da doença atendidos na rede de saúde recebem um cartão de acompanhamento.

    ZERO HORA

    Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2013/05/sobe-para-175-o-numero-de-casos-de-dengue-em-porto-alegre-4129902.html

    Número de casos de dengue cai em todo o Brasil

     

     

    Apesar da redução, Ministério da Saúde alerta que o combate ao mosquito deve continuar

    ___________________________________

    da redação do Jornal da Saúde

    Com o fim do verão, o número de casos de dengue diminuiu no mês de abril em todo país. Mesmo assim, o Ministério da Saúde alerta que as ações de prevenção à doença devem continuar durante todo o ano.

    A redução foi constatada nas três primeiras semanas do mês de abril, em comparação ao mesmo período do mês de março. Os dados constam no boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, atualizado até o dia 20 do último mês.

    De acordo com o boletim epidemiológico, neste ano, o  pico da transmissão da dengue ocorreu na primeira semana de março, quando foram registrados 84.122 casos da doença. A partir deste período, houve uma redução progressiva da doença, com o registro de 35.351 casos na segunda semana de abril, o que representa uma redução de 58%. Essa tendência é observada em todas as regiões que tiveram transmissão intensa da dengue durante o ano. No Centro-Oeste, que tem a sazonalidade antecipada, o pico da transmissão ocorreu antes, na última semana de  janeiro.

    Segundo o Secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, é importante que a população continue verificando o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito. "É essencial cobrar o mesmo cuidado do gestor local com os ambientes públicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias. Não podemos relaxar no combate ao mosquito. A prevenção precisa ser mantida durante todo o ano”, recomendou.

    Os sintomas mais comuns da dengue são febre, dor de cabeça - algumas vezes mais localizada no fundo dos olhos - e dores nas articulações. Se a pessoa com a doença apresentar dores abdominais e vômitos persistentes, deve buscar imediatamente um serviço de saúde porque estes são sinais de agravamento.

    O paciente com suspeita de dengue não deve tomar remédios que tenham em sua composição o ácido acetilsalicílico, como a Aspirina. A recomendação é que a pessoa se hidrate com água, sucos e água de coco.

    A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

    * O Jornal da Saúde é um telejornal ao vivo. Exibido todo dia, às 13h. Reprise às 16h30 e às 18h30. Veja vídeos de nossas edições anteriores.
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    Fonte: http://www.canal.fiocruz.br/destaque/index.php?id=1275

    Novo remédio contra infertilidade promete minimizar erros de dosagem, mas pode custar quase R$ 3.000

     

    6/5/2013 às 11h53 (Atualizado em 6/5/2013 às 11h55)

    Medicamento que estimula a produção de óvulos substitui sete injeções diárias por dose única

    Fabiana Grillo, do R7

    Novo remédio que estimula produção de óvulos substitui sete injeções diárias por dose única de longa duração Getty Images

    As mulheres que não conseguem engravidar e se submetem a um tratamento para infertilidade ganham uma nova opção terapêutica. O remédio, cujo princípio-ativo é a corifolitropina alfa, chega ao Brasil com a promessa de minimizar os erros de dosagens e o estresse associado ao processo de fertilização in vitro.

    O novo medicamento, assim como os outros que já existem no mercado brasileiro, são usados para estimular a produção de óvulos, conforme explica o ginecologista Fernando Prado Ferreira, especialista em reprodução assistida, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

    — No ciclo natural a mulher produz um óvulo por mês, enquanto que com o uso da medicação esperamos ter cerca de dez óvulos para facilitar e aumentar as chances de gravidez.

    Fila para tratar infertilidade chega a cinco anos

    Para isso, o médico avisa, é necessário que a paciente administre múltiplas injeções de hormônios durante dez a 15 dias consecutivos. No entanto, com a nova medicação, as sete primeiras injeções da terapia padrão são substituídas por uma dose única, porém a partir do oitavo dia, "a mulher volta a usar as injeções diárias até completar o ciclo do tratamento".

    — A grande vantagem é a diminuição das picadas, o que causaria mais conforto para a paciente. Por outro lado, não é possível ajustar a dose da medicação na primeira semana de tratamento, o que poderia desencadear um quadro chamado Síndrome de Hiperestimulação Ovariana, processo pelo qual há um aumento exagerado dos hormônios produzidos no organismo.

    Acupuntura dobra taxas de fertilização em mulheres

    Segundo Ferreira, os estudos apontam um risco de 5% para o desenvolvimento dessa síndrome com a nova medicação, contra 2% com os concorrentes. O laboratório MSD, que produz a droga, informou que a dosagem é prescrita de acordo com o peso da paciente, ou seja, 100 mcg para mulheres com até 60 Kg ou 150 mcg para as que estão acima dos 60 Kg.

    —Como a dosagem é fixa, o médico deve fazer uma avaliação bem detalhada, pois a hiperestimulação dos ovários pode trazer prejuízos à saúde e, inclusive, causar a morte.

    Atualmente, as dosagens são prescritas conforme a idade, o peso e a capacidade do ovário da mulher. O ginecologista também lembra que os efeitos colaterais de todas as medicações são semelhantes ao de uma TPM (tensão pré-menstrual) mais intensa, como retenção de líquidos, mamas doloridas, irritabilidade e dor de cabeça.

    Sobre o preço, a nova medicação comercializada com o nome de Elonva varia entre R$ 1.850 e R$ 2.800.

    Fonte: http://noticias.r7.com/saude/novo-remedio-contra-infertilidade-promete-minimizar-erros-de-dosagem-mas-pode-custar-quase-r-3000-06052013

    Cientista alerta para novo tipo de gonorreia que "pode matar em questão de dias"

     

    7/5/2013 às 13h37 (Atualizado em 7/5/2013 às 13h42)

    Especialista diz que bactéria é "devastadora" e efeitos se comparam ao HIV

    Do R7

    Doença sexualmente transmissível, o novo tipo de gonorreia encontrada, o HO41, poderá matar uma pessoa em diasGetty Images

    O cientista norte americano, Alan Christianson, fundador do centro de pesquisa Integrative Health Care, alertou os especialistas da área médica para a existência de um novo tipo de gonorreia (doença sexualmente transmissível). Em entrevista ao site CNBS, ele afirmou que a espécie HO41 é devastadora e tem os mesmos efeitos da Aids.

    — A pessoa que tiver esta gonorreia poderá entrar em choque e morrer em questão de dias. Isso é muito perigoso.

    Apesar de quase 30 milhões de pessoas já terem morrido de causas relacionadas ao HIV em todo o mundo, Christianson ainda disse que que o efeito desta bactéria "é mais direto" que a Aids.

    — Esta bactéria é mais agressiva e pode afetar as pessoas mais rapidamente.

    Segundo o diretor executivo da Coalizão Nacional de Administração de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis),  William Smith, "conforme o tempo passa, a bactéria fica cada vez mais perigosa". Esta espécie gonorreia foi descoberta no Japão há dois anos em uma mulher de 31 anos de idade.

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    Fique longe das principais DSTs

    Superbactéria

    Os cientistas dão status de superbactéria a espécie que resistir ao tratamento antibiótico. Geralmente, estes tipos matam cerca de metade das pessoas que atacam.

    Fonte: http://noticias.r7.com/saude/cientista-alerta-para-novo-tipo-de-gonorreia-que-pode-matar-em-questao-de-dias-07052013

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