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terça-feira, 25 de junho de 2013

Uso de antidepressivos na gravidez 'pode trazer riscos para fetos'

Grávidas com depressão leve ou moderada deveriam evitar tomar antidepressivos. Essa é a nova orientação que será adotada pelo órgão que dá diretrizes aos médicos britânicos, que antes alertava para o risco de um só tipo desse medicamento.




















A mudança foi tomada após evidências mostrarem que Inibidores Seletivos da Recaptação da Serotonina (SSRIs, na sigla em inglês) podem dobrar os riscos de que bebês nasçam com malformações no coração, de acordo com Stephen Pilling, do National Insittute for Health and Care Escellence (Nice).
Até o momento, a orientação oferecida pelo Nice advertia médicos contra o uso de apenas um tipo de SSRI no início da gravidez - a droga paroxetina.
Pilling disse que a orientação em relação a esse grupo de medicamentos vai ser alterada.
"As evidências disponíveis sugerem que existe um risco associado às SSRIs. Nos esforçamos bastante para dissuadir mulheres de fumar ou beber, mesmo pequenas quantidades de álcool, durante a gravidez, mas não estamos dizendo o mesmo em relação à medicação antidepressiva, que implica riscos similares - senão maiores".
Uma entre seis mulheres em idade reprodutiva usa esse tipo de medicamento na Grã-Bretanha.

Ansiedade

Oito mulheres entrevistadas pela BBC que tomaram SSRIs durante a gravidez tiveram bebês com malformações cardíacas sérias.
Entre elas está Anna Wilson, do condado de Ayrshire, na Escócia. Quando ela fez um ultrasom na vigésima semana de gravidez, os médicos descobriram que seu bebê tinha um problema sério no coração e precisaria de uma cirurgia imediatamente após o parto.
Durante as cinco primeiras semanas de vida, David, hoje com oito meses, precisou ficar no hospital auxiliado por máquinas. Antes de começar a ir à escola, terá de passar por outra operação e, segundo os médicos, é possível que ele não viva além dos 40 anos.















"Existe muito sofrimento no caminho dele", disse sua mãe. "E essa é uma certeza terrível."
Quatro anos antes de ficar grávida, Anna estava sofrendo de ansiedade. O clínico geral receitou-lhe a droga Citalopram. Quando ela decidiu tentar engravidar, o médico disse que ela poderia continuar usando o medicamento.
Mas após o nascimento de David, Anna quis saber o que poderia ter causado o problema no coração do bebê.
"Consultamos um cardiologista quando fizemos um dos exames de ultrasom e ele explicou que, pelo que sabia, não havia fatores ambientais e (o problema no coração do bebê) não era consequência de nada que tínhamos feito. Ele disse que essas coisas eram assim mesmo, não havia como prever", disse a mãe.

Riscos dobrados

Segundo Pilling, o risco de que qualquer bebê nasça com uma anomalia no coração é dois em cada cem. Mas de acordo com as evidências - ele disse -, se a mãe toma SSRIs no início da gravidez, esse risco aumenta para quatro em cada cem.
Para o especialista, mulheres que não estão sofrendo de depressão séria e que estão tomando a droga no momento em que engravidam estão correndo riscos desnecessários.
"O risco é duas vezes maior. E para mulheres com depressão leve ou moderada, não acho que valha a pena correr esse risco."
Pilling disse também que a orientação não é válida apenas para mulheres que já estão grávidas:
"Acho que isso precisa ser considerado no caso de uma mulher que poderia engravidar - ou seja, a maioria das mulheres com idades entre 15 e 45 anos."
Anna nunca saberá com certeza o que provocou a malformação no coração do seu filho, mas disse que teria parado de tomar o remédio se soubesse que havia riscos, ainda que mínimos.
"Se o problema de David poderia ter sido evitado e não foi, isso é terrível."

Defesa

Um fabricante contactado pela BBC negou qualquer vínculo entre os medicamentos e malformações no feto.
O laboratório Lundbeck, fabricante do medicamento Citalopram, disse que uma análise recente da literatura científica concluiu que "a droga não parece estar associada a um aumento nos riscos de malformações fetais".
"A decisão de não receitar antidepressivos para uma mulher que está deprimida (...) pode gerar mais riscos para a mulher e o feto do que os riscos da exposição ao medicamento", disse o fabricante.
Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Teste detecta síndrome de Down durante gravidez com 'mais precisão'

Uma equipe de cientistas britânicos desenvolveu um novo exame que promete detectar, mais cedo e com mais precisão, a síndrome de Down durante a gravidez.




















A equipe da universidade Kings College de Londres, responsável pela pesquisa, analisou o sangue de 1 mil grávidas e concluiu que o novo teste, chamado exame de DNA fetal (cfDNA, na sigla em inglês), pode mostrar "quase que com certeza" se o bebê é portador do distúrbio genético.
Atualmente, o teste mais comum é feito entre a 11ª e a 33ª semana de gravidez por meio de ultrassom. Nele, o médico mede a quantidade de um líquido atrás do pescoço do bebê chamado translucência nucal. Crianças com síndrome de Down tendem a apresentar uma maior quantidade de dessa substância.
Além disso, hoje, as grávidas podem fazer um exame de sangue para checar se há níveis anormais de certas proteínas e hormônios em seus bebês.
A partir desses testes, são calculadas as chances da criança ser portadora da síndrome. No entanto, se a chance for alta, a recomendação é que as grávidas passem por um dos dois testes para esses casos – ambos invasivos e arriscados.
Um deles é a biópsia do vilo corial, que analisa uma pequena amostra da placenta. O outro é a amniocentese, que testa o líquido aminiótico que envolve o bebê. A probabilidade de os dois exames provocarem aborto é de 1 em 100 casos.

'Definitivo'

O professor Kypros Nicolaides, que coordenou a pesquisa, afirmou que o novo exame de DNA é muito mais certeiro, já que seu resultado indica com 99% de precisão se o bebê apresenta a síndrome de Down.
"Esse teste é praticamente um diagnóstico. Ele mostra com quase certeza se o seu bebê tem ou não a síndrome", diz Nicolaides. "Da perspectiva da mulher, ele traz uma mensagem muito mais clara sobre o que fazer em seguida."
Segundo ele, hoje a prática médica recomenda envolver os pacientes nessas decisões. "Mas isso é apenas da boca para fora. Porque se o risco é de, por exemplo, um em 250, como é possível decidir? Quando os pacientes tiverem mais clareza, será mais fácil."
A equipe médica, que publicou a pesquisa sobre o teste na revista científica Ultrasound in Obstetrics and Gynaecology, agora vai fazer um estudo com 20 mil mulheres para incrementar os resultados obtidos.
A Associação de Síndrome de Down no país disse que a realização do teste ainda não é algo iminente.
Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 20 de março de 2013

"Teste genético anormal não significa o fim da gravidez", diz pesquisador americano

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1249141-teste-genetico-anormal-nao-significa-o-fim-da-gravidez-diz-pesquisador-americano.shtml

20/03/2013 - 03h18

DÉBORA MISMETTI
EDITORA INTERINA DE "CIÊNCIA+SAÚDE"

Os testes genéticos para rastrear anormalidades antes e durante a gestação e em casos de aborto estão ganhando novas tecnologias para reduzir o nível de incerteza dos diagnósticos.

Neste ano, chegou ao Brasil o exame de sangue que encontra problemas cromossômicos, como síndrome de Down, Turner e Patau, por exemplo, a partir do terceiro mês de gestação.

Em dezembro, duas pesquisas publicadas no "New England Journal of Medicine" mostraram a vantagem do uso de "chips" de DNA em relação aos exames tradicionais de cariótipo para analisar material genético colhido na gestação pela retirada de líquido amniótico e para diagnosticar anormalidades em caso de aborto espontâneo.

O "chip" tem pequenos segmentos de DNA que detectam ganhos ou perdas nos cromossomos. O cariótipo, método mais usado hoje, analisa visualmente a estrutura dos cromossomos.

"Quando um casal perde um filho, há muita culpa. O melhor resultado é ter um resultado. Você consegue explicar o que aconteceu e quais são as chances de acontecer de novo", afirma o pesquisador sul-africano Brynn Levy, 46, professor de patologia na Universidade Columbia, nos EUA, e um dos autores das pesquisas sobre os chips com "microarranjos" de DNA.

Ele veio a São Paulo na última semana para participar de uma conferência no Hospital A.C. Camargo. Para Levy, os pais precisam ser bem informados sobre o significado dos exames genéticos e suas limitações para tomar decisões sobre a gestação.

Karime Xavier/Folhapress

O médico Brynn Levy, no Hospital A.C. Camargo, em São Paulo

O médico Brynn Levy, no Hospital A.C. Camargo, em São Paulo

*

Folha- Dois meses atrás, um teste que procura DNA fetal circulando no sangue materno para rastrear síndromes congênitas chegou ao Brasil. Como esse tipo de teste vai mudar o pré-natal?
Brynn Levy - Esse é um dos tópicos mais quentes no mundo hoje. Quando você olha as metodologias não invasivas oferecidas antes disso, como testes bioquímicos ou translucência nucal [ultrassom], a capacidade de rastreamento era limitada. Os dados vindos dos testes genéticos mostram resultados muito superiores. A sensibilidade é maior e o número de falsos-positivos e falsos-negativos é menor.

Mas é preciso ter cuidado e entender as limitações do teste. Se as pessoas pensam que isso vai dispensar completamente a retirada de líquido amniótico e a biópsia de vilo corial, estão enganadas.

Quais são as limitações?
Esses testes estão se concentrando nos principais cromossomos: 13, 18, 21 e os sexuais. Mesmo com 100% de eficácia, eles não olham duplicações e inversões de cromossomos. Eles ainda vão chegar lá. Mas, por enquanto, há uma diferença de amplitude de diagnóstico e é preciso confirmar resultados positivos no exame de sangue por um método invasivo.

Como os métodos mais precisos para achar anormalidades mudam as decisões dos pais?
Quando você acha um problema genético com relevância clínica, muitos casais, ao menos nos EUA, escolhem não continuar a gravidez.

Mas, no nosso estudo com pré-natal, em muitos casos em que achávamos anormalidades para as quais não sabíamos o significado clínico, os casais decidiam continuar.

Receber um resultado anormal não é garantia de que a gravidez vai ser terminada. Quem enfrentou anos de infertilidade vai ver aquele resultado de forma diferente de um casal com cinco filhos que engravidou sem querer.

Um dos seus estudos é sobre como melhorar os exames genéticos em casos de aborto. Por que é necessário melhorar esse diagnóstico?
O melhor resultado nesse campo é ter um resultado. Quando um casal perde um bebê, é um evento emocionalmente devastador. Há muita culpa. A mãe pensa que foi por alguma coisa que ela fez, o pai pensa que foi algo que ele fez --se foi por que tomou muitas cervejas--, e muitas dessas razões não são racionais nem têm base científica, mas são razões emocionais.

Só de conseguir dar um resultado, já que com a nova tecnologia temos mais chance de dar uma resposta [87%, contra 70% do exame de cariótico comum], já é bom.

Em muitos casos é uma resposta simples, como uma trissomia do cromossomo 18. Com isso, você explica o que ocorreu e quais são as chances de ocorrer de novo. Eles conseguem entender e superar isso emocionalmente.

O crescimento do mercado para os testes não se deve também à idade mais avançada das mulheres ao engravidar?
Sim, no mundo todo a idade reprodutiva está crescendo e isso está associado a um risco maior de síndromes congênitas. As mulheres leem sobre os novos testes e querem usar, os médicos sentem essa pressão. Muitas vezes isso é bom, outras vezes não, em especial quando não há evidências suficiente de eficácia.

Editoria de arte/Folhapress

sexta-feira, 15 de março de 2013

Estudo mostra que hipertensão causa 70% das complicações na gravidez

 

Fonte: http://www.gp1.com.br/noticias/estudo-mostra-que-hipertensao-causa-70-das-complicacoes-na-gravidez-292802.html

15/03/2013 - 12h05

Pesquisa

Oito em cada 100 mulheres desenvolvem a hipertensão durante a gravidez

Ao todo, 70% das complicações durante a gravidez são causadas pela hipertensão. É o que aponta uma pesquisa nacional coordenada pela Universidade de Campinas.

Os pesquisadores acompanharam gestantes em 27 maternidades de cinco regiões do Brasil. Entre as que apresentaram algum tipo de complicação durante a gravidez, um problema em comum: a hipertensão.

O descontrole da pressão arterial aumenta os riscos de parto prematuro, e em casos mais graves pode levar à morte da mãe e do bebê. Uma doença perigosa e silenciosa.

“Na verdade eu não sentia nada, o médico que me encaminhou porque poderia ser uma gestação de alto risco”, conta Elisângela Oliveira da Silva, líder de produção.

Ao todo, 8 em cada 100 mulheres desenvolvem a hipertensão durante a gravidez. Entre as causas está a obesidade, que pode aumentar em até quatro vezes as chances de a mulher ter a doença.

Quando Cristiane Regina dos Santos engravidou pela segunda vez já estava acima do peso: “Comecei com 147 quilos e, devido ao peso, passei pela nutricionista e fui mantendo meu peso durante a gestação”, conta a funcionária pública.

Valorizem muito sintomas como dor de cabeça, vista embaçada, dor de estômago, qualquer tipo de sangramento. Não esperem até a próxima consulta de pré-natal para procurar atendimento”, recomenda Mary Ângela Parpinelli, pesquisadora.

Além dos cuidados que as mães precisam ter para evitar problemas de saúde, a pesquisa indica também a necessidade de melhorias na estrutura de atendimento para gestantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 90% das mortes na gravidez poderiam ser evitadas com prevenção.

Com diagnóstico de pressão alta há sete anos, Juliana da Silva Custódio sabe da importância da alimentação saudável e do controle do peso. No final da gestação, comemora o resultado do pré-natal. “Está indo tudo bem graças a Deus. Nenhum problema mais grave, só o controle da pressão mesmo”, conta a auxiliar de produção.

Fonte: G1

segunda-feira, 11 de março de 2013

Homens podem sentir enjoo e engordar durante a gravidez


Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/03/voce_ag/vida/1415778-homens-podem-sentir-enjoo-e-engordar-durante-a-gravidez.html

10/03/2013 - 00h00 - Atualizado em 11/03/2013 - 10h03

 

Eles também podem sentir dor lombar, ter alterações do sono e ficar sentimentais

Laila Magesk
lmagesk@redegazeta.com.br

Foto: Gabriel LordÍllo - GZ

Gabriel LordÍllo - GZ

Alex assumiu os serviços domésticos desde que soube da gravidez da esposa

Durante nove meses, a mulher grávida é paparicada e cercada de cuidados, mas quase ninguém presta atenção nos futuros papais, que também passam por transformações. Eles podem enjoar, ficar inseguros, engordar e, claro, serem invadidos pela alegria da paternidade. 

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Segundo o ginecologista Paulo Batistuta, vários fatores interferem na resposta do homem à gravidez, como maturidade, o desejo pela gestação e o estado da relação afetiva com a parceira/mãe do bebê. “Modificações positivas são mais frequentes do que se supõe e podemos perceber o grande número de homens envolvidos na gestação”, diz.

Assim aconteceu com o instalador de som Alex de Oliveira, 31 anos, ao descobrir que a esposa estava grávida. “Alex ficou mais carinhoso e preocupado comigo. E agora faz quase todos os serviços domésticos”, conta a analista de custos Pricilla Uliana, 26 anos.

Mesmo muito feliz com a confirmação da gravidez, o homem costuma ser mais racional. “A gente já estava planejando, mas, quando confirma, você começa a pensar em todas as contas, os gastos, é uma preocupação boa, de dar o melhor para o bebê”, lembra o instalador.

De acordo com a psicóloga especialista em gestantes Patricia Martins, enquanto a mulher pensa em amar, o homem pensa em prover. “O homem sempre fica surpreso. Passa pela cabeça dele: e agora, o que a gente faz?”

Em dose dupla
Se já surgem dúvidas com a notícia de ser pai, imagine quando você descobre que são gêmeos?

“A ficha demorou para cair, porque você vai ver a ultrassom esperando ter um filho, e o médico fala que tem dois. Fiquei meio paralisado por uma semana”, diz o analista da qualidade Marcos Monfardini, 41, que espera a chegada dos filhos Rafael e Gabriel para junho.

Para Marcos, a maior preocupação não é financeira, mas a atenção que os bebês demandam. Enquanto os meninos estão na barriga da mãe, ele faz o que pode para ajudá-la. “O homem engravida junto. Você precisa entender esse estado da mulher de todas as formas”.

10 quilos a mais
Um engenheiro de 40 anos, que prefere não ser identificado, conta que chegou a engordar 10 kg no período da gravidez da esposa.

De acordo com o ginecologista Paulo Batistuta, com frequência os homens apresentam sintomas novos relacionados à gestação, como engordar.
“Esta modificação é normal e se denomina Couvade. Durante a gestação de seus filhos, homens podem apresentar enjoos e engordar, sentir dores lombares e alterações do sono, além de modificações emocionais típicas de mulheres grávidas, como um sentimentalismo exacerbado”.

No entanto, não se trata de uma doença, nem de frescura, avalia o médico.

O engenheiro também passou a ficar mais tempo em casa e afirma que, algumas mudanças internas são difíceis para um homem aceitar, como parecer um “babaca” olhando o filho no berço. Mas, no final, não tem jeito: os “durões” se rendem aos pequenos. 

O que muda

Corpo
Ele pode ter insônia, enjoar, vomitar e engordar. Esses sintomas estão relacionados com a identificação inconsciente de que a esposa está grávida

Insegurança
Por achar que não tem capacidade de prover uma família e cuidar de um filho, que é uma exigência social, ele pode sentir-se inseguro

Sensibilidade
Ele fica mais sensível quando deseja a paternidade e acolhe os sentimentos de sua companheira. Nota-se um aprofundamento na parceria, estabelecendo um ritmo de atividades possível para ambos, abraçando com felicidade este novo estilo de vida

Ciúmes
Ele pode rivalizar com o bebê e querer muita atenção da mulher. Pode  demandar atenção excessiva da esposa

Libido
A libido no homem pode diminuir ou aumentar, como acontece com a gestante. Quando a mulher está bem, a libido aumenta e o marido, em contrapartida, pode ter uma diminuição, porque no imaginário masculino a mulher grávida é mãe, o que pode sobrepor os seus atributos femininos

Fonte: psicóloga Bianca Martins e ginecologista obstetra Paulo Batistuta

Fonte: A Gazeta

quinta-feira, 7 de março de 2013

Gravidez planejada: escolhendo o momento de gestar

 

Fonte: FOLHA VITORIA em http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/dicasdesaude/2013/03/05/gravidez-planejada-escolhendo-o-momento-de-gestar/

5mar2013

Publicado às 16:27 | Postado por saulomalbar

Confira as respostas da psicóloga Clarice Skalkowicz Jreissati, sobre gravidez planejada.

Escolhendo o momento de gestar
Encontrar sua alma gêmea e viver feliz para sempre. Esse é o grande sonho, aprendido desde a infância, quando escutamos os tradicionais contos de fadas. O princípe e a princesa tem muitos filhos e vivem felizes para sempre em seu castelo. Mas não é o destino nem o capítulo final de um casamento feliz que trazem os filhos.

Ter filhos, dar espaço para eles na relação implica em várias decisões e avaliá-las com rigor pode ser um bom começo para esta emocionamente aventura.

Na verdade o que determina quando é chegada a hora de um casal se transformar em família é o emocional, o psicológico: o estar preparado enquanto casal para assumir esta responsabilidade e arcar com ela para todo o sempre, já que ter um filho é uma decisão sem volta. Mas existem alguns parâmetros que ajudam a avaliar se o momento que vocês estão vivendo e pelo qual passa a relação é o mais indicado, e se o filho vai chegar numa boa hora para os dois.

A relação vai bem e o filho só vem a acrescentar?
Filho não é a solução para nenhuma crise conjugal e não evita o naufrágio do casal.
Pelo contrário, nos primeiros tempos, uma criança significa uma revolução tão grande que até os mais sólidos casamentos podem balançar temporariamente. Portanto, ter filhos só pode ser decidido num momento de estabilidade da relação.

O desejo de ter um filho é comum aos dois?

Os bebês não vem mais ao mundo “sem querer”, as gestações ocorrem pelo desejo de ter um filho quer seja consciente ou inconsciente. O que garante o afeto e o amor ao bebê que está chegando é a certeza de que ele chegou com mútuo consentimento e desejo dos dois.

Existe uma pré-disponibilidade interna de cada um em abrir mão de uma vida mais descompromissada em prol do bebê que vai chegar?

Essa terceira pessoa que vem se juntar ao casal, exige cuidados, carinho e disponibilidade dos dois. Se os companheiros estão dispostos a lidar com os medos e ansiedades da gestação, com as noites mal dormidas sem se sentir lesados por isso é um bom indicio de que é chegada a hora.

O momento foi planejado considerando os prós e contras da vida profissional de cada um?

Hoje é comum que homem e mulher trabalhem fora. Um filho pode causar mudanças e sacrifícios à carreira, sobretudo da mulher, que vai diminuir ou interromper suas atividades profissionais por um tempo ou definitivamente. E ainda vai querer contar com a ajuda e presença do marido ao lado dela.

Se vocês estão de acordo sobre isso e não vêem o bebê como um empecilho, então este filho será bem- vindo.


Vocês acreditam que realmente chegou o momento, é agora ou nunca?

Só vocês dois, de corações abertos, podem avaliar. E se juntos chegarem a esta decisão, está na hora de encomendar o berço, começar a lista do enxoval e buscar orientação sobre essa nova tarefa a que vocês estão dispostos : a de ser pais.

E não se envergonhem de buscar ajuda profissional para desvendar os “segredos “da maternidade e da paternidade. Afinal se para tirar carteira de habilitação é necessário fazer uma série de provas e testes, para ser pai e mãe e conduzir uma criança que vai chegar são necessários : amor, disponibilidade, afeto e muita, mais muita orientação.

Plagiando Chico Buarque de Hollanda, que esse bebê que vai chegar seja “o fruto mais bendito do amor de vocês”. E que com muito carinho possam arrumar o “berço” para este mais novo membro da família.

sábado, 2 de março de 2013

Encontro com especialistas: gravidez x anticoncepcional x câncer

 

Fonte: A.C. CAMARGO em http://www.accamargo.org.br/gravidez-x-anticoncepcional-x-cancer

 

Publicado em 08/05/2012

Quais as chances de uma mulher engravidar depois de passar por todo o tratamento com químio e radioterapia? Caso ela engravide, quais as chances de passar algo para o bebê? Qual a relação do anticoncepcional com câncer de mama e ovário?

Confira o Encontro com Especialistas sobre Tumores Ginecológicos.

http://www.accamargo.org.br

VEJA MAIS VÍDEOS SOBRE O ASSUNTO AQUI

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Série GERAR: 9 vídeos, um sobre cada mês de gravidez

 

O programa mulheres exibe uma série muito completa e interessante sobre a gestação. Passando por cada etapa e por cada mês deste lindo mas longo processo. Acompanhem!

Gravidez: Divã do Tribuna Notícias

 

 

Publicado em 26/02/2013

De repente, sem esperar, a gravidez. Muitas mulheres não planejam os filhos, mesmo com tanta informação. Pois é, e podem acabar se tornando mães solteiras. Assunto para o Divã do TN.

Fala Doutor: Mitos e verdades da Gravidez

 


03 de janeiro de 2013 às 12h55

Gravidez é um período lindo na vida da mulher, mas também cheio de dúvidas. E tem tanta gente para dar palpite que a mulher fica ainda mais confusa. O que é mito ou verdade? Veja no Fala Doutor.

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