quarta-feira, 6 de março de 2013

HOSPITAL ALBERT EINSTEIN: Segurança do Paciente, vídeo 1. O Caminho do Medicamento

 

Enviado em 26/02/2013

"O Caminho do Medicamento"é o primeiro vídeo da série Segurança do Paciente, do Hospital Albert Einstein. Acompanhe todo o caminho percorrido por um remédio desde a entrada no hospital até o quarto do paciente. Entenda os processos estabelecidos para evitar erros de medicação no Einstein.

TDAH pode se tornar um problema de saúde crônico

 

Fonte: ENFERMAGEM E SAÚDE em http://www.enfermagemesaude.com.br/noticias/9019/tdah-pode-se-tornar-um-problema-de-saude-cronico?utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed

06/03/2013

Um extenso estudo americano concluiu que o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) pode se tornar um "problema de saúde crônico" capaz ainda de aumentar o risco de uma criança vir a apresentar outros problemas psiquiátricos ao longo de sua vida. Segundo a pesquisa, o TDAH na infância persiste na vida adulta em quase 30% dos casos. E, além disso, dois terços das pessoas que tiveram o transtorno quando crianças, mesmo que deixem de apresentar o problema, sofrem alguma consequência negativa do TDAH ao se tornarem adultas. 

O trabalho, publicado na revista médica Pediatrics, foi desenvolvido no Hospital Infantil de Boston, filiado à Universidade Harvard, em parceria com a Clínica Mayo, ambos nos Estados Unidos. Segundo os autores, trata-se do primeiro estudo em grande escala que olhou para os impactos do TDAH na infância e na vida adulta. A pesquisa analisou os dados de todas as crianças nascidas entre 1977 e 1982 na cidade americana de Rochester, em Minnesota – que, ao todo, foram 5.718 —, e acompanhou essas pessoas até elas terem, em média, 27 anos de idade.

A partir de informações da vida acadêmica e do histórico médico das crianças, os pesquisadores concluíram que, dos 5.718 jovens selecionados para o estudo, 367 tinham TDAH, sendo que 232 participaram de todas as fases da pesquisa. Dessas, 75% receberam tratamento para o transtorno.

Segundo os resultados da pesquisa, 29,3% das pessoas diagnosticadas com TDAH na infância continuaram com o problema ao se tornarem adultas. Delas, 81% apresentaram outro transtorno psiquiátrico até os 27 anos – essa prevalência foi de 47% entre os indivíduos que deixaram de apresentar TDAH quando adultos e de 35% entre um grupo de controle, composto por pessoas que não tiveram TDAH na infância. Entre os distúrbios mais prevalentes estavam abuso e dependência de substâncias tóxicas, transtorno de personalidade antissocial (psicopatia), ansiedade e depressão.

A nova pesquisa ainda revelou que, em uma escala menor, o TDAH na infância também pode aumentar o risco de morte prematura: 1,9% dos participantes (sete em 232 pessoas) com o transtorno morreu antes dos 27 anos, sendo que três deles cometeram suicídio. Essa incidência foi de 0,7% entre os indivíduos que não foram diagnosticados com TDAH quando crianças.

"O nosso estudo mostra que o TDAH é, sim, um problema sério de saúde e que tem impactos importantes em todas as áreas da vida da criança e dos adultos. Esse transtorno não é somente um comportamento irritante das crianças, e eu acho que o TDAH é frequentemente encarado dessa forma", disse William Barbaresi, chefe da Divisão de Medicina do Desenvolvimento do Hospital Infantil de Boston e coordenador da pesquisa.

Fonte: Veja Online

Leia mais: TDAH pode se tornar um problema de saúde crônico - Notícias - Enfermagem e Saúde

Garoto de 15 anos cria método 28 vezes mais rápido para detecção do câncer

 

Fonte: OLHAR DIGITAL em http://olhardigital.uol.com.br/jovem/digital_news/noticias/garoto-de-15-anos-cria-metodo-para-detectar-cancer-28-vezes-mais-rapido

Jack Andraka recebeu US$ 75 mil por sua invenção. Fórmula é ainda 28 vezes menos cara e 100 vezes mais sensível que os recursos atuais

28 de Maio de 2012 | 17:48h

Divulgação / Intel ISEF

Jack Andraka

O americano Jack Andraka foi o grande vencedor da Intel ISEF 2012, evento realizado nos Estados Unidos para promover as invenções de jovens cientistas espalhados pelo mundo. Jack, de apenas 15 anos, venceu o concurso após criar um método para detectar o câncer de pâncreas que é até 28 vezes mais rápido, 28 vezes menos caro e 100 vezes mais sensível que os recursos atuais.

O adolescente elaborou um sensor que identifica, por meio de um exame feito por uma pequena quantidade de sangue ou urina, se o paciente tem ou não câncer pancreático, ainda em sua fase inicial. O estudo resultou em mais de 90% de precisão. Pela invenção, Jack ganhou US$ 75 mil e recebeu o prêmio mundial de Inovação Jovem Cientista da Fundação Intel das mãos de Gordon E. Moore, co-fundador e presidente aposentado da empresa.

O segundo lugar do concurso ficou com Nicholas Schiefer. O canadense de 17 anos estudou o que ele chama de "microsearch", e analisou pequenas quantidades de conteúdo, como tweets e atualizações de status do Facebook. Com isso, Nicholas espera melhorar os mecanismos de motores de busca e, assim, aperfeiçoar o acesso à informação.

Já o americano Ari Dyckvosky, de 18 anos, levou o terceiro lugar ao investigar a ciência do teletransporte quântico. O estudante descobriu que os átomos estão ligados através de um processo chamado "entrelaçamento", um método em que a informação de um átomo só vai aparecer em outro átomo quando o estado quântico do primeiro átomo é destruído. Apesar de parecer complicado, as organizações que requerem altos níveis de segurança de dados poderiam utilizar o recurso para enviar uma mensagem criptografada, sem correr o risco de intercepção, por exemplo.

Nicholas e Ari levaram US$ 50 mil por suas invenções. Os jovens e suas criações foram selecionados entre os destaques de 446 feiras afiliadas, em cerca de 70 países. Além deles, outros 400 finalistas receberam prêmios por contribuírem com trabalhos inovadores.

Veja mais: conheça os projetos brasileiros que foram apresentados no ISEF 2012


Assista abaixo ao "surto" de Jack Andraka ao saber que foi o campeão da ISEF 2012:

terça-feira, 5 de março de 2013

A dengue no Espírito Santo

 

 

Publicado em 05/03/2013

Os sintomas da doença podem evoluir rápido. Foi o que aconteceu com uma dona de casa, de 32 anos. Ela morreu com dengue hemorrágica em vila velha.

Conjuntivite: doença contagiosa começa a atacar capixaba

 

Fonte: CAPIXABÃO em http://www.capixabao.com/noticia/15280/saude-e-gastronomia/conjuntivite-doenca-contagiosa-comeca-a-atacar-capixaba/

Redação

05 de Março de 2013

Conjuntivite: doença contagiosa começa a atacar capixaba

(Foto: Reprodução)

A conjuntivite é uma doença que ataca as pessoas nos períodos mais quentes do ano. E os capixabas já estão sofrendo com ela, que tem atingido famílias inteiras. Como aconteceu com Hugo e George Bomfim, pai e filho moradores de Vitória. George possivelmente pegou a doença de seu filho, que havia se curado dois dias antes do contágio. “Já faz três dias que estou com conjuntivite. No início, notei que meus olhos ficaram vermelhos, depois senti que estavam pesados e coçando; já no segundo dia, comecei a sentir calafrios, como se estivesse com febre”, conta.

O oftalmologista Sandro Rotunno explica as particularidades dessa enfermidade, dominantes no verão e no inverno. “As formas de contágio variam. A conjuntivite pode ser transmitida através do contato direto e indireto. Por exemplo, alguém que já está contagiado, ao cumprimentar uma pessoa, pode passar a doença; usar uma toalha de alguém doente, fronha e até mesmo encostar em locais que o enfermo teve contato (como maçaneta de porta, torneira, corrimão etc), já é o suficiente para que a doença se desenvolva”, diz Rotunno.

As diferenças entre a conjuntivite viral, bacteriana e alérgica são que a primeira costuma levar mais tempo para se tratar, já que não há medicamentos específicos para a contaminação através do vírus; o que é passado para o paciente é uma espécie de suporte, para que o sistema imunológico do próprio organismo seja estimulado a se curar. Quanto à conjuntivite provocada por bactérias, produz mais secreção, mas é curada rapidamente. E, por último, a alérgica, induzida por poluentes ou substâncias químicas, como fumaça, cloro de piscina, produtos de limpeza ou de maquiagem.

Quanto aos sintomas, variam entre olhos vermelhos e lacrimejantes, inchaço nas pálpebras, sensação de areia e/ou cisco nos olhos, coceira e pálpebras grudadas ao acordar.

Para tratar a doença, cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução – como o uso de papel toalha ao invés da de pano e a troca constante da fronha do travesseiro. Qualquer que seja o caso, porém, é fundamental lavar os olhos e fazer compressas com água gelada (que deve ser filtrada e fervida) ou com soro fisiológico, comprado em farmácias ou distribuído nos postos de saúde.

O que é Conjuntivite?

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, atacam os dois olhos e pode durar de uma semana a 15 dias. A doença costuma não deixar sequelas. Ela pode ser aguda ou crônica, afetar um dos olhos ou os dois.

Causas
A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes (poluição, fumaça, cloro de piscinas, produtos de limpeza ou de maquiagem, etc.). A mais comum delas é a conjuntivite primaveril ou febre do feno, geralmente causada por pólen espalhado no ar.

A conjuntivite pode ser causada, também, por vírus e bactérias. Nestes casos, ela é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com a secreção ou com objetos contaminados.

Sintomas da Conjuntivite
- Olhos vermelhos e lacrimejantes
- Pálpebras inchadas
- Sensação de areia e/ou cisco nos olhos
- Coceira
- Pálpebras grudadas quando a pessoa acorda

Tratamento de Conjuntivite
O tratamento da conjuntivite é determinado pelo agente causador da doença. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Já, o tratamento da conjuntivite bacteriana inclui a indicação de colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico, pois alguns colírios são altamente contraindicados, porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença. Qualquer que seja o caso, porém, é fundamental lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico comprado em farmácias ou distribuído nos postos de saúde.

Morre, aos 58 anos, o presidente da Venezuela Hugo Chávez

 

Fonte: G1 em http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/03/morre-aos-58-anos-o-presidente-da-venezuela-hugo-chavez.html

05/03/2013 18h52 - Atualizado em 05/03/2013 18h52

 

Ele lutava contra um câncer desde 2011 e passou por tratamento em Cuba.
Governante foi um dos mais destacados e controversos da América Latina.

Do G1, em São Paulo

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, morreu na tarde desta terça-feira (5), aos 58 anos, na capital Caracas. Ele lutava contra um câncer desde junho de 2011 e, após realizar um tratamento em Cuba contra a doença, havia voltado ao país natal em fevereiro deste ano.

Chávez foi um dos mais destacados e controversos líderes da América Latina. Desde que assumiu o comando da Venezuela, em 1999, o militar da reserva promoveu mudanças à esquerda, na política e na economia. Ele nacionalizou empresas privadas, atribuiu ao Estado atividades essenciais, além de mudar a Constituição, o nome, a bandeira e até o fuso horário do país (1h30 a menos que o horário de Brasília).

Chávez foi reeleito pela primeira vez em 2006, com mais de 62% dos votos, e novamente em 2012, com 54%.

Ele tentou chegar ao poder pela primeira vez em 1992 através de uma tentativa fracassada de golpe de Estado, que fez com que fosse preso. Em 2002, já no comando do país, sofreu um golpe de Estado que o tirou do poder por quase 48 horas. Foi restituído por militares leais, com a mobilização de milhares de seguidores.

A Venezuela, que é membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), possui uma economia dependente das exportações do combustível, tendência que Chávez queria mudar com a entrada do país no Mercosul. O país tem 30 milhões de hectares de terras cultiváveis, mas importa até 70% dos alimentos que consome. A população é de quase 29 milhões de habitantes.

Doença
Desde que foi reeleito mais uma vez, em outubro de 2012, o líder venezuelano apareceu em público poucas vezes, a maioria delas para liderar conselhos de ministros no Palácio de Miraflores. Chávez também deixou de utilizar frequentemente sua conta na rede social Twitter.

A falta de informações e detalhes sobre a doença e a presença menos frequente de Chávez em eventos desde que anunciou a luta contra o câncer alimentaram os rumores de que seu estado de saúde poderia ser mais grave do que o governo queria divulgar.

Em 10 de junho de 2011, a imprensa venezuelana noticiou que Hugo Chávez havia por uma cirurgia de emergência em Cuba devido a um problema na região pélvica. Rumores sobre a doença circularam nos dias seguintes, mas o governo venezuelano negou que se tratasse de um tumor.

Em 30 de junho, no entanto, o presidente confirmou que havia sido operado em razão de um câncer. Não foram revelados maiores detalhes sobre a doença.

Chávez voltou à Venezuela dias depois e voltaria a Cuba nos meses seguintes para sessões de quimioterapia. Em agosto de 2011, apareceu com o cabelo raspado: "É meu novo visual", disse.

Em outubro do mesmo ano, após fazer exames médicos em Cuba, o governante declarou-se livre do câncer. "O novo Chávez voltou [...] Vamos viver e vamos continuar vivendo. Estou livre da doença", afirmou, fardado e eufórico.

Hugo Chávez chegou a dizer que o câncer, que atingiu cinco líderes sul-americanos – entre eles a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula – teria sido induzido pelos Estados Unidos. "Não seria estranho se tivessem desenvolvido uma tecnologia", disse

Em fevereiro de 2012, ele anunciou que seria operado novamente por uma lesão na mesma região em que teve o tumor removido. A cirurgia também ocorreu em Cuba e, posteriormente, ele passou por tratamento de radioterapia.

Em julho, quando era candidato à reeleição, o presidente voltou a dizer que havia vencido a batalha contra o câncer. Aos opositores, Chávez dizia que seus problemas de saúde não o impediriam de vencer a eleição que poderia mantê-lo no poder até 2019.

Em novembro, após vitória nas urnas, a Assembleia Nacional autorizou a viagem de Chávez a Cuba para receber terapia hiperbárica, um tratamento complementar comum em pacientes que receberam radioterapia.

Em dezembro, Chávez anunciou que voltaria a Cuba para ser submetido a uma nova cirurgia devido ao retorno do câncer. Ele designou o vice, Nicolás Maduro, como o eventual sucessor se não fosse capaz de voltar ao poder. Foi a primeira vez que Chávez admitiu, publicamente, que a doença poderia impedi-lo de seguir à frente do país.

Após a realização da cirurgia, foi Maduro quem passou a fazer relatos do estado de saúde de Hugo Chávez. A oposição criticava o governo, acusando-o de sonegar informação sobre a real situação do mandatário.

Chávez não conseguiu tomar posse de seu novo mandato, em 10 de janeiro. Após disputa judicial, o Tribunal Superior de Justiça entendeu que a presença dele não era necessária, e que uma posse formal poderia ocorrer em outra data a ser marcada posteriormente.

Em 18 de fevereiro, surpreendendo a todos, Hugo Chávez anunciou, pelo Twitter, que estava voltando à Venezuela. Ele foi diretamente para um hospital militar na capital Caracas.

Trajetória
Hugo Rafael Chávez Frías nasceu em 28 de julho de 1954, em Sabaneta, estado de Barinas, no oeste do país. Filho de professores, ele casou e se divorciou por duas vezes. Tem quatro filhos – duas mulheres e um homem do primeiro matrimônio, e uma menina do segundo – e três netos.

Militar reformado, Chávez entrou para a política depois de uma fracassada tentativa de golpe de Estado que o levou à prisão, em 1992.

Desde que venceu as primeiras eleições presidenciais, em 1999, com a promessa de pôr fim à "partidocracia corrupta" em que o governo havia se transformado e de distribuir a renda do petróleo entre os setores excluídos da sociedade, o presidente assumiu um estilo único de fazer política.

Ele chegou ao poder em fevereiro daquele ano como o 47º presidente da Venezuela, jurando sobre uma Constituição que ele afirmou estar "moribunda".

Entre suas primeiras decisões, proibiu que o Departamento Antidrogas dos Estados Unidos fizesse sobrevoos no país e, anos mais tarde, em 2008, expulsou o embaixador americano.

No final de 1999, alcançou o seu objetivo de mudar a carta magna da Venezuela e iniciar o que chamou de "Revolução Bolivariana".

Crises políticas
Chávez enfrentou momentos difíceis no poder, como quando, depois de vários dias de greves nacionais, em 11 abril de 2002, sofreu um golpe de Estado que o tirou do poder por quase 48 horas. Após tumultos e 19 mortes, o líder venezuelano foi restituído ao cargo por militares leais, com a mobilização de milhares de seguidores pelas ruas de Caracas.

Naquele mesmo ano, uma greve liderada por trabalhadores, empregadores e contratados da estatal de petróleo de Venezuela paralisou a indústria vital para o país. A greve prolongou-se até fevereiro de 2003 e derrubou a produção petrolífera, impactando com força a economia.

Os trabalhadores criticavam a implantação do projeto de "grande revolução bolivariana", que atingiu proprietários de terras, produtores de combustíveis e bancos. O termo é referência ao líder revolucionário Simón Bolívar, responsável pela independência de vários países da América do Sul, em quem Chávez dizia se inspirar.

Em 2004, após violentos protestos da oposição que deixaram outros nove mortos, Chávez submeteu-se novamente a um referendo público que o confirmou no poder.

Reeleição em 2006
Em 2006, em nova eleição presidencial, ele obteve 62% dos votos contra o opositor Manuel Rosales. No novo mandato, Chávez declarou a transformação da Venezuela em um Estado socialista.

Durante este período, o militar reformado iniciava seu projeto de estatização da maioria das empresas venezuelanas, em setores cruciais como telecomunicações e eletricidade. Em maio de 2007, a Radio Caracas Television, emissora mais antiga da Venezuela, encerrou suas transmissões após não ter sua concessão renovada pelo governo.

Iniciava-se também sua tentativa de reforma na Constituição, que permitira sua reeleição por tempo indefinido. Após uma primeira derrota, ocorrida no final de 2007, o projeto foi aprovado em referendo popular em fevereiro de 2009.

Em 2010, Chávez sofreu sua primeira derrota nas urnas, em eleições legislativas. Apesar de ter obtido a maioria dos votos, seu partido não conseguiu dois terços da Assembleia Nacional venezuelana, objetivo necessário para facilitar a aprovação dos projetos do governo.

Com uma manobra política, no entanto, conseguiu aprovar um dispositivo que o permitiu governar por mais seis meses por decretos de emergência.

Entrada na Mercosul
A Venezuela entrou oficialmente no Mercosul em 13 de agosto de 2012, depois de cerimônia simbólica em 31 de julho ocorrida em Brasília, com a presença de Hugo Chávez.

O ingresso ocorreu após Brasil, Argentina e Uruguai suspenderem o Paraguai do bloco como sanção pelo impeachment do presidente Fernando Lugo. Em 22 de junho do ano passado, o Senado do Paraguai votou pela destituição de Lugo no processo político "relâmpago" aberto contra ele na véspera e encarado pela comunidade de países sul-americanos como golpe. O país vinha impondo o veto à entrada da Venezuela no grupo.

"Faz tempo que a Venezuela devia entrar no Mercosul. Mas como está escrito na Bíblia, tudo o que vai ocorrer sob o sol tem sua hora", disse Chávez à ocasião. "Nos interessa muito sair do modelo petroleiro, impulsionar o desenvolvimento agrícola da Venezuela [...] Temos disponíveis mais de 30 milhões de hectares para o desenvolvimento da agricultura", afirmou.

O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Antonio Patriota, disse em setembro de 2012 que "houve unanimidade no Mercosul e Unasul para a suspensão do Paraguai. O que reforçou a suspensão foi o fato de todos os países, como gesto de repúdio, retiraram seus embaixadores, o que não ocorreu em Caracas, na Venezuela".

Com o ingresso da Venezuela, o Mercosul passou a contar com população de 270 milhões de habitantes, ou 70% da população da América do Sul. Segundo o Ministério de Relações Exteriores brasileiro, o PIB do bloco será de US$ 3,3 trilhões (83,2% do PIB sul-americano), com território de 12,7 milhões de km² (72% da área da América do Sul).

Reeleição em 2012
Em 7 de outubro, Chávez derrotou Henrique Capriles Radonski, mesmo com uma campanha limitada, e garantiu novo mandato, o quarto consecutivo, até 2019, prometendo "radicalizar" o programa socialista que vinha implantando no país.

O presidente teve cerca de 54% dos votos, contra 45% do oponente, e o comparecimento às urnas foi de quase 81%. Dilma disse na ocasião que a vitória foi um "processo democrático exemplar".
Durante a campanha, Chávez pediu a vitória para tornar "irreversível" o seu sistema socialista e acelerar o Estado comunista, algo que os críticos veem como uma nova manobra para concentrar mais poder em suas mãos. Ele não hesitou em falar em uma “ameaça de guerra civil” caso o rival ganhasse as eleições.

Capriles foi o primeiro adversário a ter chances reais de derrotar Hugo Chávez, ao capitalizar o descontentamento acumulado durante os mandatos do presidente. Em conversa com o G1 na época, ele disse que seguiria o modelo brasileiro caso fosse eleito.
Além de ser comandante-em-chefe das Forças Armadas e presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), com maioria na Assembleia Nacional, Hugo Chávez também controlava a mídia estatal.

Política externa
A política externa foi inspirada pelo líder cubano Fidel Castro e marcada por críticas contra o "imperialismo" dos Estados Unidos, país que ele acusa de ser responsável pelo breve golpe que sofreu em 2002 e por questões que vão desde a mudança climática até uma suposta tentativa de assassiná-lo.

Durante sua gestão, Hugo Chávez reforçou a cooperação com seus aliados de esquerda na América Latina como Bolívia, Equador, Nicarágua, além de tecer parcerias com os governos polêmicos de Irã, Síria, Belarus, Líbia, entre outros. Ele foi pragmático o suficiente, entretanto, para continuar a vender diariamente para os Estados Unidos um milhão de barris de petróleo.

Com os seus "petrodólares", estabeleceu iniciativas regionais como o grupo de coordenação política Alternativa Bolivariana para os Povos de Nossa América (Alba) e subsidiou o petróleo da Petrocaribe, aliança entre alguns países do Caribe com a Venezuela.

O presidente venezuelano tratava outros líderes internacional com intensidade, respeito ou desprezo, chegando a dizer que havia sentido cheiro de "enxofre" na tribuna da Assembleia Geral da ONU, em 2007, após ter passado pelo então presidente americano, George W. Bush, que já foi chamado por Chávez de bêbado e genocida.

Barack Obama, a quem Chávez parabenizou pela eleição em 2008, foi taxado mais tarde de "farsante". Quando Obama foi reeleito em outubro deste ano, o venezuelano disse desejar que o americano "se dedique a governar seu país, deixando de invadir povos e desestabilizar países".

Chávez tinha apreço especial por Lula e Dilma devido ao histórico de combate dos brasileiros durante a ditadura militar. "Eu e Lula somos irmãos. Somos mais que irmãos. Somos, como já disse Fidel Castro, esses tipos que andam por aí fazendo coisas, como Dilma, Cristina [Fernandez, presidente da Argentina], Néstor [Kirchner, ex-presidente argentino]”, disse Hugo Chávez, durante a primeira visita oficial da presidente brasileira à Venezuela.

Populismo
Hugo Chávez manteve-se no poder graças à implementação das suas "missões", programas sociais que melhoraram os níveis de educação e saúde públicas venezuelanas, embora a pobreza, o desemprego e a violência tenham se espalhado pelo país, que possui uma das maiores reservas de petróleo da região.

Sua popularidade contrastava com a rejeição vinda da classe média, afetada pelas restrições econômicas impostas em nome da revolução e por políticas de desapropriação de empresas privadas.

Seu discurso beligerante polarizou a sociedade ao demonizar os oponentes e queimar todas as pontes de entendimento com a outra metade do país – politicamente, uma estratégia muito rentável, admitem fontes próximas ao governo.

Viciado em comunicação, convocava constantemente a cadeia nacional de rádio e TV para longos discursos, além de comandar por muito tempo o programa semanal "Alô, Presidente", no qual discutia suas ideias políticas, recebia convidados para entrevistas, entregava obras públicas e até vendia eletrodomésticos chineses com preços subvencionados pelo governo.

Tornou-se também um grande usuário do Twitter, onde reunia milhares de seguidores, mas diminuiu o uso do microblog após a eleição de 2012.

RIO DE JANEIRO: RELATÓRIO DE CASOS DE DENGUE - 09/2013

 

Fonte: GOVERNO DO RIO DE JANEIRO em http://www.saude.rj.gov.br/imprensa-noticias/16296-relatorio-de-casos-de-dengue-09-2013.html

Publicado em Terça, 05 Março 2013 17:41

pano de fundo DENGUEDurante a 9ª semana epidemiológica de 2013 (de 1º de janeiro até 2 de março) foram notificados 32.126 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro. Nesse período, nenhum óbito foi registrado. Os dados de casos notificados foram compilados pela Secretaria de Estado de Saúde a partir de informações inseridas no sistema pelos municípios até 13h de 5 de março de 2013.

Mesmo período em 2012 - Durante a 9ª semana epidemiológica de 2012 foram notificados 26.272 casos suspeitos de dengue no estado, com um óbito.

Compilado 2012 - Durante todo o ano de 2012 foram notificados 184.123 casos suspeitos de dengue no estado, com 42 óbitos. Na comparação entre 2012 e 2011, apesar do aumento de 9,34% nas notificações por dengue, a quantidade de óbitos caiu 70% no mesmo período. 

Campanha 10 Minutos Contra a Dengue - A campanha da Secretaria de Estado de Saúde é o tom de alerta para evitar um alarme neste verão, sendo uma importante ferramenta de conscientização para a necessidade de todos se engajarem no combate ao foco do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. O objetivo é estimular a população a investir 10 minutos por semana para eliminar possíveis criadouros em suas casas, já que o ambiente doméstico concentra 80% dos focos.

Monitora Dengue – Em uma ação inédita no país, projeto da Secretaria de Estado de Saúde vai distribuir dez mil smartphones aos municípios para transmissão dos dados sobre dengue em tempo real. O objetivo é garantir que os municípios consigam acompanhar em tempo real o trabalho dos agentes de endemia na busca por focos do mosquito transmissor da doença. A tecnologia vai agilizar a elaboração dos relatórios com os dados coletados e permitir que o tempo de resposta para implementação de ações de combate à dengue e atendimento aos pacientes seja feito mais rápido nos pontos onde houver necessidade.

Eu fui maltratada na maternidade! E você?

 

Fonte: MSN em http://estilo.br.msn.com/demaepramae/blog/mariana-della-barba/post.aspx?post=1062756d-8fd4-43ed-94e2-cd3c29f77f93

Muita gente não sabe, mas impedir o marido de acompanhar o parto e não explicar os procedimentos são apenas alguns dos abusos contra a mulher. Será que você também sofreu com isso?

Por Mariana Della Barba 4/mar 01:11

Minha filha nasceu há um ano em uma maternidade que é considerada uma das melhores de São Paulo. Jamais pensaria que teria um tratamento péssimo por parte de alguns profissionais em um hospital desse porte. 

Como eu estava enganada...

Muitas das coisas que aconteceram antes e depois do parto me incomodaram ou me enfureceram na hora. 

Outras eu vim a perceber apenas depois. Eu sabia que algo me incomodava, mas não sabia exatamente o quê. Na minha cabeça, inicialmente, não fazia sentido eu ter ficado irritada por ter sido chamada de "mãezinha". Afinal, isso não é uma coisa menor diante do fato de minha filha ter nascido linda e perfeita?

Não!  

"Detalhes" como esse tipo de tratamento prejudicam um dos momentos mais incríveis da vida de uma mãe - e de um pai também; todo homem que participou do parto do filho sabe disso.

Eu descobri depois que esse tipo de tratamento, entre dezenas de outros abusos, são, sim, considerados uma violência contra a mulher. E, pasmem, uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo mostrou que uma em cada quatro brasileiras dizem ter sofrido maus tratos, físicos ou psicológicos, durante o parto.

Por isso, vou aproveitar o blog para contar algumas das experiências ruins que tive no parto da minha filha. Será que você ou, no caso dos pais, sua mulher passou por algo parecido - ou pior?

Como muitos já devem ter percebido, eu sou do tipo que gosta de botar a boca no trombone. Então, acho que quem sofreu algo na maternidade não deve ser calar (abaixo, há dicas sobre o que fazer). 

E também queria indicar o incrível documentário "Violência Obstétrica - A Voz das Brasileiras", que está disponível online e mostra os absurdos aos quais muitas mulheres são submetidas na hora do parto. 

Ah, antes de falar dos pontos negativos do meu parto, vou falar de um mais que positivo, que considero minha maior "vitória". Minha filha mamou minutos após nascer. Além de ter sido uma cena incrivelmente emocionante, é algo que pode ser muito importante para os bebês, ajudando no reflexo de sucção e em outros aspectos.

Agora, sim, aos meus perrengues:


- Meu marido foi impedido de ficar comigo durante todo o parto

Além de ser uma violência, isso é ilegal. O marido ou outro acompanhante precisa se ausentar, no máximo, para se trocar e entrar no centro cirúrgico. Mas no meu caso não foi assim, embora eu tivesse essa informação. Meu marido teve de se ausentar logo após o parto, porque funcionários do hospital não conseguiam escrever meu sobrenome corretamente - o mesmo aconteceu com outros itens da minha ficha. E apesar dos protestos dos médicos, meu marido foi obrigado a ir pessoalmente à recepção arrumar meus dados para que as pulseirinhas de identificação fossem impressas corretamente. 

- Demoraram a me levar para o quarto após o parto

Novamente, me privaram da companhia do meu marido. Após o parto, fui levada para uma sala e depois de alguns minutos questionei as enfermeiras - que fofocavam sem parar na minha orelha - sobre por que eu não poderia ir para o quarto. Me informaram que apenas o sr. Fulano levava as macas. E o sr. Fulano estva tomando um café ou algo do tipo. Não que eu seja barraqueira, longe de mim. Mas pedi para localizarem meu marido. Ele estava no quarto, com instruções de que eu estava a caminho. Mas eu não estava... Então, ameacei a levantar e ir andando caso não fosse levada imediatamente. Me levaram.


- Ser chamada de "mãezinha" e de "mamãe"

Isso parece ser praxe em muitas maternidades país afora, sejam elas particulares o públicas. Me senti ofendida por não ter sido chamada por meu nome. Percebi que muitos dos funcionários nem se importavam em ler meu nome na ficha, mesmo durante exatmes. Mas, acima de tudo, o "mãezinha" era dito de um jeito como se quisesse me diminuir, com um misto de dó e desprezo. Pelo menos foi assim que me senti - e sei de muitas mães que sentiram o mesmo. 


Agora, na esperança de ajudar outras mães e de acabar com esse absurdo, compartilho aqui algumas das informações úteis e precisas que foram reunidas pela obstetriz e doula Ana Cristina Duarte.  


São atos de violência obstétrica:

- Impedir que a mulher seja acompanhada por alguém de sua preferência 

- Tratar uma mulher em trabalho de parto de forma agressiva, zombateira ou de qualquer forma que a faça se sentir mal, ou de forma inferior, dando-lhe comandos e nomes infantilizados e diminutivos, tratando-a como incapaz.

- Submeter a mulher a procedimentos dolorosos desnecessários ou humilhantes, como raspagem de pelos pubianos, posição ginecológica com portas abertas.

- Impedir a mulher de se comunicar com o "mundo exterior", tirando-lhe a liberdade de telefonar, por exemplo 

- Fazer graça ou recriminar por qualquer comportamento como gritar, chorar, ter medo, vergonha etc.

- Fazer qualquer procedimento sem explicar antes o que é, por que está sendo oferecido e acima de tudo, sem pedir permissão.

- Submeter a mulher a mais de um exame de toque, especialmente por mais de um profissional

-  Submeter a mulher e/ou o bebê a procedimentos feitos exclusivamente para treinar estudantes  

- Fazer uma mulher acreditar que precisa de uma cesariana quando ela não precisa - utilzando de riscos imaginários ou hipotéticos não comprovados, como o bebê é grande demais - e sem  a devida explicação dos riscos que ela e seu filho, como risco de prematuridade do bebê.

- Submeter bebês saudáveis a aspiração de rotina, injeções e procedimentos na primeira hora de vida, antes que tenham sido colocados em contato pele a pele e de terem tido a chance de mamar.


Para denunciar:

1) Exija seu prontuário no hospital (ele é um documento seu, que fica depositado no hospital, mas as cópias devem ser entregues sem questionamento e custos).

2) Escreva uma carta contando em detalhes que tipo de violência você sofreu e como se sentiu.

- Se o seu parto foi no SUS, envie a carta para a Ouvidoria do Hospital com cópia para a Diretoria Clínica, para a Secretaria Municipal de Saúde e para a Secretaria Estadual de Saúde.

- Se o seu parto foi em hospital da rede privada, envie sua carta para a Diretoria Clínica do Hospital, com cópia para a Diretoria do seu Plano de Saúde, para a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e para as Secretarias Municipal e Estadual de Saúde. Existem outras instâncias de denúncia, dependendo da gravidade da violência recebida, mas um advogado deveria ser consultado.

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Novas substâncias psicoativas são grave risco à saúde pública, diz ONU

 

Fonte: BEM ESTAR em http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/03/novas-substancias-psicoticas-sao-grave-risco-saude-publica-diz-onu.html

05/03/2013 10h45 - Atualizado em 05/03/2013 11h48

 

Relatório aponta aumento sem precedentes de abuso nos últimos anos. Especialistas calculam que há milhares de substâncias no mercado.

Da AFP

Anfetaminas ultrapassaram cocaína e heroína na listagem da ONU. (Foto: Reprodução / TV Globo)Anfetaminas já ultrapassaram cocaína e heroína
em listagem da ONU (Foto: Reprodução/TV Globo)

A multiplicação de "drogas de design" representa um "grave risco para a saúde pública", advertiu nesta terça-feira (5) a Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (INCB, na sigla em inglês), agência da Organização das Nações Unidas (ONU) com sede em Viena

"Os últimos anos registraram um aumento sem precedentes de abuso de novas substâncias psicoativas, geralmente chamadas de drogas sintéticas, euforizantes legais ou euforizantes vegetais", explica o INCB em seu relatório anual de 2012.

"Na Europa, por exemplo, o número de novas substâncias psicoativas registradas passou de uma média de cinco por ano entre 2000 e 2005, para quase dez vezes mais em 2011, ou seja, quase uma nova substância cada semana", afirma o texto.

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Especialistas calculam que "o número total de substâncias no mercado é da ordem de milhares". E esses compostos não estão sob controle internacional, mas têm os mesmos efeitos psicoativos das drogas controladas, insiste o INCB.

O órgão da ONU exige uma "ação coordenada dos países para prevenir a fabricação, o tráfico e o abuso dessas substâncias".

O excesso de consumo de medicamentos administrados com receita é outro grande problema destacado no documento do INCB. Esse fenômeno afeta todo o mundo, principalmente na América do Norte, no Sul e Sudeste da Ásia, e em alguns países da Europa e da América do Sul, o que "representa um grave problema de saúde e social", denunciou o INCB.

O uso abusivo desses remédios também aumenta o risco de infecção por HIV e hepatites B e C.

"Mais de 6% dos alunos do ensino médio abusam de tranquilizantes em alguns países da América do Sul", destaca a agência da ONU. O INCB apontou, ainda, o problema ligado aos "programas de maconha para uso medicinal, autorizados pelo direito internacional dentro das condições específicas enunciadas na convenção única de 1961 sobre entorpecentes".

O INCB é um órgão independente que vigia e promove a aplicação das convenções da ONU sobre o controle de drogas. A cada ano, o órgão publica um relatório e faz recomendações aos países e organizações internacionais sobre as políticas contra entorpecentes.

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