terça-feira, 14 de maio de 2013

Aeróbica pode prevenir danos ao cérebro de quem bebe em excesso

 

 

  Atletas fazem caminhada. Pesquisa associa aeróbica à saúde do cérebro de quem consome muito álcool  Foto: Márcia Foletto 17/03/2010

Atletas fazem caminhada. Pesquisa associa aeróbica à saúde do cérebro de quem consome muito álcool 

O exercício aeróbico pode ajudar a prevenir e, talvez, reverter alguns dos danos do cérebro associados com o consumo excessivo de álcool, de acordo com um novo estudo da Universidade de Colorado.

Os resultados do estudo indicaram que o exercício aeróbico regular, como caminhar, correr ou andar de bicicleta, está associado com um menor dano à massa branca do cérebro entre usuários abusivos de álcool. A massa branca, com a matéria cinzenta, são os dois principais componentes físicos do órgão.

Substância branca é composta por feixes de células nervosas que atuam como linhas de transmissão para facilitar a comunicação entre as várias partes do cérebro, disse o autor principal do estudo, Hollis Karoly, doutorando em psicologia e neurociência na Universidade de Colorado, no campus de Boulder.

- Descobrimos que, para as pessoas que bebem muito e faziam muito exercício físico, não havia uma forte relação entre álcool e substância branca - disse Karoly. - Mas para as pessoas que bebem muito e não fazem exercício, nosso estudo mostrou a integridade da substância branca ficou comprometida em várias áreas do cérebro. Basicamente, isso significa que a substância branca não está enviando mensagens entre áreas do cérebro de forma tão eficiente como seria normalmente.

O grupo de voluntários tinha 60 pessoas, 37 homens e 23 mulheres, que iam desde os bebedores moderados a consumidores abusivos de álcool, escolhidos depois de uma triagem para um estudo sobre problemas relacionados ao álcool e à nicotina.

Fonte: http://esportecomsaude.chakalat.net/2013/04/aerobica-pode-prevenir-danos-ao-cerebro.html

Exercício físico ajuda a diminuir dor no corpo causada pela fibromialgia

 

A fibromialgia é uma síndrome que aumenta a sensibilidade e faz com que o paciente sinta dor em todo o corpo, mesmo sem nenhuma lesão.

Apesar de não ter cura, esse problema não é fatal e não causa danos às articulações, músculos ou órgãos internos. Porém, é bastante incômodo e, por isso, a principal recomendação para aliviar as dores é a prática regular de atividade física.

Ao se exercitar, o corpo libera endorfina e neurotransmissores com ação analgésica no sistema nervoso central, diminuindo a dor. Além disso, os exercícios ajudam também a melhorar o sono e o humor do paciente, que normalmente fica alterado por causa da síndrome. No entanto, os médicos alertam para a importância de realizar uma avaliação antes de começar uma atividade física, que deve ser individualizada e prescrita por um médico.

Bem Estar - Infográfico fala sobre fibromialgia (Foto: Arte/G1)

De acordo com o reumatologista Roberto Heymann, os exercícios aeróbicos no solo, como a caminhada, ou os na piscina são os mais bem estudados e determinantes na melhora dos sintomas da fibromialgia. Já as atividades de fortalecimento e alongamento também são eficazes e podem ser prescritas com segurança para tratar a síndrome.

Os médicos explicaram que, além da dor no corpo, o paciente com fibromialgia sente também dor ao ser tocado – seja num abraço ou até numa simples carícia. Fora o toque, a dor pode piorar também por causa do excesso de esforço físico, estresse emocional, infecções, exposição ao frio, sono ruim ou também traumas.

Esses traumas, inclusive, geralmente desencadeiam a fibromialgia, que normalmente começa com uma dor localizada crônica que acaba se alastrando por todo corpo. Porém, o motivo pelo qual a pessoa desenvolve a síndrome ainda é desconhecido.

O que se sabe é que há uma relação com a depressão, apesar dos dois problemas serem condições clínicas totalmente diferentes.

Isso acontece porque o sentimento negativo do comportamento depressivo influencia na interpretação do cérebro, o que pode aumentar ainda mais a dor do paciente com fibromialgia – por isso, quem tem a síndrome e não trata o quadro de depressão pode ter uma dor muito maior.

Embora não exista cura, a síndrome não é progressiva, ou seja, pode melhorar com o tempo e até existem casos em que os sintomas retrocedem quase totalmente. Por isso, o problema não pode ser considerado uma doença, mas uma condição clínica que exige controle e acompanhamento médico.

Fonte: http://esportecomsaude.chakalat.net/2013/03/exercicio-fisico-ajuda-diminuir-dor-no.html

Problemas na mandíbula podem ser responsáveis por disfunções no organismo

 

11/05/2013 | 07h01

 

Equilíbrio bucal pode corrigir problemas posturais, acabar com a dor de cabeça ou até melhorar o desempenho de atletas

Problemas na mandíbula podem ser responsáveis por disfunções no organismo Reprodução/ADZ Odontologia Integrada

Há pelo menos 30 sintomas diferentes causados pelo mau posicionamento dos dentes e da arcada dentáriaFoto: Reprodução / ADZ Odontologia Integrada

Jaqueline Sordi

jaqueline.sordi@zerohora.com.br

A dor é na cabeça, mas a causa pode estar na boca. Ela pode ser a responsável também por mudanças de humor, problemas na coluna e distúrbios do sono. Além disso, através dela, é possível otimizar inclusive o desempenho físico. Os estudos são diversos, mas a maioria indica que problemas na mandíbula, em especial na articulação temporomandibular (ATM), que liga a boca ao crânio, podem ser os responsáveis por muitas disfunções no organismo. Eles apontam também que o equilíbrio bucal vai mais além de fatores estéticos, pois pode ajudar desde a correção de problemas posturais até o rendimento de um atleta.

— As duas articulações temporomandibulares que temos na boca são tão importantes que, quando se desequilibram, podem atrapalhar a passagem de ar, provocar problemas na coluna cervical, e isso acarreta diversos distúrbios em diferentes regiões do corpo— explica a cirurgiã-dentista e especialista em ortopedia funcional dos maxilares, Lídia Sabbadini.

De fato, há pelo menos 30 sintomas diferentes causados pelo mau posicionamento dos dentes e também da arcada dentária. Isso porque a mandíbula faz parte de um sistema que envolve diversos músculos e órgãos, e que está diretamente ligado à coluna. As disfunções nas articulações da boca podem, muitas vezes, provocar dores e complicações no restante do corpo. Para o cirurgião-dentista e professor do curso de especialização de disfunção temporomandibular (DTM) e dor orofacial da Associação Brasileira de Odontologia, Fabricio Finamor de Oliveira, é preciso entender o posicionamento da mandíbula para poder realizar o diagnóstico de problemas que vão muito além da boca. O especialista pondera que os estudos na área ainda são conclusivos. Entretanto, o dia-a-dia dos consultórios dentários vêm acumulando uma série de bons resultados.

Mudança nos dentes, alívio no ombro

Esse foi o caso da dona de casa Irene Velho Fagherazzi, de 58 anos, que descreve seu dentista como um "bruxo". Isso porque, no primeiro dia que visitou seu consultório para tratar de um problema relacionado diretamente com os dentes, o cirurgião-dentista e especialista em prótese dentária, Paulo Pittas do Canto, colocou a mão em seu ombro e perguntou se ela não sentia dores naquele local:

— Eu disse pra ele que sim, e fiquei impressionada. Ele me comentou que soube disso na hora porque minha boca estava toda descompensada.

De fato, Irene sofria de dores no ombro há 14 anos, e já havia inclusive desistido de procurar ajuda. Sua "peregrinação" por diferentes médicos incluiu visitas a fisioterapeutas, ortopedistas e uma gama de especialistas durante mais de uma década. Segundo ela, nenhum deles havia conseguido resolver o problema.

Foi depois um tratamento odontológico, que durou cerca de dois anos e envolveu uma série de procedimentos, como implantes, cirurgias e realinhamento da mandíbula, que Irene se viu livre da dor.

Canto explica que a paciente tinha muitas próteses dentárias, feitas ao longo da vida por diferentes profissionais, e que isso causou um desequilíbrio em sua boca, gerando um desalinhamento da mandíbula.

— Dessa forma, ela tinha muita tensão nos músculos da boca e, como esses músculos estão todos inter-relacionados com a coluna cervical, isso acabou culminando em um problema no ombro.

— O doutor alinhou minha mordida, e desde então não sinto mais dor. Estou curada — desabafa a dona de casa.

E o alinhamento da mandíbula pode também resolver problemas conjugais.

Boca alinhada, sono tranquilo

Hoje em dia o ronco e a apneia, que é a interrupção da respiração durante a noite, figuram entre os principais distúrbios do sono. Eles causam, além de cansaço, problemas que vão desde a falta de concentração até a depressão, e podem inclusive prejudicar a vida pessoal. Afinal, quem dorme ao lado de alguém que sofre destes distúrbios também passa por noites mal dormidas. Mas, quando o problema é causado por um desalinhamento da boca, ele pode ser rapidamente tratado em um consultório odontológico.

Foi o que aconteceu com o médico João Wenner Falk, de 56 anos. Depois de sofrer com o ronco por muitos anos, Falk decidiu buscar ajuda para solucionar o problema. Ele passou por algumas especialidades médicas, mas foi parar na cadeira do ortodontista Bernardo Fróes Godolphim, especialista em ortopedia funcional dos maxilares. Uma tomografia constatou que o responsável pelo ronco de Falk era um deslocamento em sua mandíbula. Por ficar posicionada mais para trás do que o normal, ela deixava um espaço pequeno para a passagem de ar pela traqueia. O que parecia um problema complicado, teve uma solução simples. Godolphim desenvolveu um aparelho que é usado durante a noite pelo médico, e que obriga a mandíbula a ficar posicionada para frente. Dessa forma, a passagem de ar fica livre, e as noites de sono se tornaram mais tranquilas para ele e sua esposa:

— Desde que coloquei o aparelho, não ronquei mais, e minha mulher passou a dormir mais tranquila ao meu lado.

Da mordida ao equilíbrio

É também um aparelho bucal, ou dispositivo intra-oral, que está conquistando atletas profissionais, amadores e frequentadores de academias de ginástica. O fisiculturista e tricampeão gaúcho de natação Netto Antônio Bonotto, de 30 anos, é um dos que se beneficiou com a novidade. Acostumado treinar na academia com um amigo, ele conta que passou a notar uma melhora "repentina" no desempenho do companheiro.

— Levantávamos peso juntos e tínhamos o mesmo rendimento, depois que ele passou a usar o dispositivo, o rendimento dele ficou muito melhor. Por causa disso, fui atrás do aparelho bucal — conta.

Quem o atendeu foi o cirurgião-dentista e especialista em disfunção temporomandibular Luis Daniel Yavich Mattos. Por meio de uma série de exames de alta tecnologia, o especialista desenvolve um dispositivo específico para cada paciente, focado no desempenho físico.

— Esse dispositivo funciona para realinhar os músculos da boca, e a partir daí determina a posição ideal da mandíbula. Com esse reposicionamento, o restante do corpo sente os efeitos. Ele aumenta a flexibilidade, melhora a contração muscular e alivia a tensão muscular — explica Mattos.

Depois de completar três meses usando a placa, Bonotto já identificou as mudanças em sua agitada vida de atleta:

— Desde que passei a utilizar o dispositivo, consigo fazer o mesmo treino na academia em menos tempo e com mais eficácia, estou sentido mais facilidade para executar as braçadas na natação, e sinto que consigo me equilibrar muito melhor nas aulas de Pilates.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/05/problemas-na-mandibula-podem-ser-responsaveis-por-disfuncoes-no-organismo-4133872.html

iPad conecta mães e recém-nascidos internados na UTI

 

Programa BabyTime permite interação com bebês à distância. “Mesmo não podendo segurá-la, ela parou de chorar quando me ouviu falar”, diz mãe.

10/05/2013

A tecnologia tem ajudado mamães e bebês a criarem um vínculo mesmo com o recém-nascido internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, criou um programa chamado BabyTime que permite que a mãe que fez uma cesariana ou teve dificuldades durante o parto possa acompanhar a evolução do recém-nascido internado por meio do iPad.

Quando o bebê é encaminhado para a UTI, o centro médico posiciona um iPad ao lado da incubadora e entrega outro aparelho para a mãe. De acordo com o site Springwise, dedicado às novidades no campo da inovação pelo mundo, por meio de uma conexão segura, a mãe pode interagir com o filho. Outra possibilidade é fazer perguntas para médicos e enfermeiras durante o tratamento na UTI. A conexão é permitida duas vezes por dia.

Rachel Little, foi uma das primeiras pacientes a testar o serviço. “Mesmo que eu não podia segurá-la, ela parou de chorar quando me ouviu falar com ela”, disse ao Springwise. A estimativa do centro médico é que entre 20% e 30% das mães que fazem uma cesariana não se sentem bem o suficiente para andar do quarto até a UTI durante as primeiras 24 e 48 horas.

Fonte: Estadão Online

Fonte: http://www.revistahospitaisbrasil.com.br/noticias/ipad-conecta-maes-e-recem-nascidos-internados-na-uti/

Brasil terá Centro de Referência Nacional em Síntese de Fármacos

 

 

Implantação do FioFarmo foi definida por um Termo de Compromisso entre Fiocruz e MS

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da redação do Jornal da Saúde
com informações de Farmanguinhos

O Brasil vai ter um Centro de Referência Nacional em Síntese de Fármacos, o FioFarmo. Será a primeira indústria pública a produzir, em território nacional, insumos farmacêuticos ativos, substâncias químicas necessárias para a elaboração de medicamentos. A implantação do FioFarmo foi definida pela assinatura de um Termo de Compromisso entre a Fiocruz e o Ministério da Saúde.

A parceria foi firmada durante evento realizado na última terça-feira (6/5), no Complexo Tecnológico de Medicamentos do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz), no Rio de Janeiro.

No portifólio inicial de fármacos a serem produzidos no FioFarmo constam o anti-helmíntico Dietilcarbamazina; os antimaláricos Mefloquina, Primaquina eCloroquina; os antituberculostáticos Isoniazida, Pirazinamida e Etionamida; e os antirretrovirais Nevirapina e Efavirenz.

Para a construção do FioFarmo,  serão investidos R$ 33 milhões. Deste total, R$ 15 milhões serão destinados a equipamentos, R$ 10 milhões para a obra civil; R$ 5 milhões para consumos e R$ 3 milhões para o pagamento de serviços de terceiros.

Farmanguinhos

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Fonte: http://www.canal.fiocruz.br/destaque/index.php?id=1290

Aids cresce 26% entre idosos em 10 anos em SP

 

13/5/2013 às 11h26 (Atualizado em 13/5/2013 às 15h38)

Entre os jovens, entretanto, o índice caiu em 35% no mesmo período

Do R7

Diagnóstico tardio pode acontecer por preconceito  socialgetty Images

A incidência de Aids aumentou em 26% entre os idosos de São Paulo em dez anos, entre 2001 e 2011, segundo o levantamento feito pela Secretaria da Saúde do Estado. Enquanto isso,  entre jovens a taxa aiu 35% no mesmo período.

Em 2001, foram registrados 253 novos casos em pessoas acima de 60 anos. Em 2011, o registro foi de 318.

A principal categoria de exposição do vírus na terceira idade é a heterossexual, de acordo com a médica Carmen Silvia Bruniera Domingues, do CRT DST/Aids.

— Estudos apontam que o diagnóstico tardio pode acontecer por puro preconceito social em relação ao sexo, com demonstração de vergonha por parte do individuo infectado.

Ressalta-se que as mudanças comportamentais e o aumento das atividades sexuais em faixas etárias mais elevadas podem explicar o aumento da exposição das pessoas às doenças sexualmente transmissíveis.

Cientistas anunciam primeiro caso de cura funcional da Aids

Já entre pessoas de 15 a 39 anos, o número de casos chegou a 6.669, em 2001, mas caiu para 4.338 no ano retrasado. Os dados são do Boletim Epidemiológico do CRT (Centro de Referência e Treinamento).

Atendimentos

Um ambulatório do Instituto de Infectologia Emilio Ribas, localizado no bairro de Cerqueira César, é voltado exclusivamente ao atendimento do idoso. Cerca de 300 pacientes portadores da aids ou com outra DST realizam acompanhamento médico nesse serviço.

Tratamento da aids inclui até sexo, dizem especialistas

Já no Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia, em São Miguel Paulista, são realizadas atividades com orientação médica contra essas doenças na terceira idade. Uma vez ao mês, durante um bailão, que ocorre às sextas-feiras, uma equipe de profissionais tiram as dúvidas de participantes sobre o uso da camisinha, sexo seguro e prevenção. Além disso, a pessoa pode retirar preservativos gratuitamente.

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/aids-cresce-26-entre-idosos-em-10-anos-em-sp-13052013

Menino autista gênio da física cotado para um dia levar Nobel

 

13/5/2013 às 09h43

Especialistas dizem que QI de jovem é superior ao de Albert Einstein

BBC Brasil

Jacob começou a desenvolver teorias sobre astrofísica aos nove anosBBC

Aos dois anos de idade, o jovem americano Jacob Barnett foi diagnosticado com autismo, e o prognóstico era ruim: especialistas diziam a sua mãe que ele provavelmente não conseguiria aprender a ler ou sequer a amarrar seus sapatos.

Mas Jacob acabou indo muito além. Aos 14 anos, o adolescente estuda para obter seu mestrado em física quântica, e seus trabalhos em astrofísica foram vistos por um acadêmico da Universidade de Princeton como potenciais ganhadores de futuros prêmios Nobel.

O caminho trilhado, no entanto, nem sempre foi fácil. Kristine Barnett, mãe de Jacob, diz à BBC que, quando criança, ele quase não falava e ela tinha muitas dúvidas sobre a melhor forma de educá-lo.

— (Após ser diagnosticado), Jacob foi colocado em um programa especial (de aprendizagem). Com quase quatro anos de idade, ele fazia horas de terapia para tentar desenvolver suas habilidades e voltar a falar.

— Mas percebi que, fora da terapia, ele fazia coisas extraordinárias. Criava mapas no chão da sala, com cotonetes, de lugares em que havíamos estado. Recitava o alfabeto de trás para frente e falava quatro línguas.

Diagnóstico falha ou tardio para autismo é comum

Jacob diz ter poucas memórias dessa época, mas acha que o que estava representando com tudo isso eram padrões matemáticos. "Para mim, eram pequenos padrões interessantes."

Estrelas

Certa vez, Kristine levou Jacob para um passeio no campo, e os dois deitaram no capô do carro para observar as estrelas. Foi um momento impactante para ele.

Meses depois, em uma visita a um planetário local, um professor perguntou à plateia coisas relacionadas a tamanhos de planetas e às luas que gravitavam ao redor. Para a surpresa de Kristine, o pequeno Jacob, com 4 anos incompletos, levantou a mão para responder. Foi quando teve certeza de que seu filho tinha uma inteligência fora do comum.

Alguns especialistas dizem, hoje, que o QI do jovem é superior ao de Albert Einstein.

Jacob começou a desenvolver teorias sobre astrofísica aos nove anos. No livro The Spark (A Faísca, em tradução livre), que narra a história de Jacob, ela conta que buscou aconselhamento de um famoso astrofísico do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, que disse a ela que as teorias do filho eram não apenas originais como também poderiam colocá-lo na fila por um prêmio Nobel.

Desafio do autista é transmitir ao mundo o que sente

Dois anos depois, quando Jacob estava com 11 anos, ele entrou na universidade, onde faz pesquisas avançadas em física quântica.

Questionada pela BBC que conselhos daria a pais de crianças autistas — considerando que nem todas serão especialistas em física quântica —, Kristine diz acreditar que "toda criança tem algum dom especial, a despeito de suas diferenças".

— No caso de Jacob, precisamos encontrar isso e nos sintonizar nisso. (O que sugiro) é cercar as crianças de coisas que elas gostem, seja isso artes ou música, por exemplo.

BBC Brasil - Todos os direitos reservados - É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/menino-autista-genio-da-fisica-cotado-para-um-dia-levar-nobel-13052013

Hospital oferece testes gratuitos de hepatite C a partir desta segunda-feira

 

13/5/2013 às 01h00

Em dez anos, número de casos da doença aumentou 335% no Estado de São Paulo

Do R7

Quem tiver interesse em fazer teste gratuito de hepatite C poderá procurar o hospital Heliópolis a partir desta segunda-feira (13). A campanha acontece até a sexta-feira (17), das 8h as 17h e a idade mínima para realização é 18 anos. 

De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, o resultado sai em apenas 15 minutos. Caso o exame dê positivo, o paciente passa por uma consulta médica no mesmo dia. Além disso, ele é acompanhado no ambulatório de hepatites do hospital.

Um levantamento realizado pela Secretaria de Saúde revela que, em dez anos, o número de casos de hepatites B e C aumentou 335% no Estado. As formas mais comuns de transmissão da doença são o uso de instrumentos cortantes e de aplicação, como alicates, lâminas e seringas, além da prática de relações sexuais sem proteção.

Barbeador e alicate podem ser os vilões da hepatite C

Esses dados contribuem para alertar sobre a importância de ações e campanhas sobre o diagnóstico e prevenção da doença, avisa a diretora Cláudia Binelli, do Programa Estadual de Hepatites Virais.

— Essas são as melhores armas para combater a hepatite.

Vacinação

A vacina contra a hepatite B é oferecida gratuitamente nos postos de saúde, das 8h às 17h, para pessoas com até 29 anos e grupos de risco, manicures, usuários de drogas injetáveis, podólogos, profissionais da saúde, entre outros. Segundo a Secretaria, a pessoa precisa tomar três doses da vacina para ficar completamente protegido contra a doença. A terceira dose é feita seis meses após a primeira.

Leia mais notícias de Saúde

Serviço

Hospital Heliópolis: Rua Cônego Xavier, 276 —  bairro do Sacomã

De segunda-feira (13) a sexta-feira (17)

Horário: das 8h as 17h

Fonte: http://noticias.r7.com/saude/hospital-oferece-testes-gratuitos-de-hepatite-c-a-partir-desta-segunda-feira-13052013

Minas Gerais chega a 100 mil casos de dengue no ano

 

13/5/2013 às 10h8 - Atualizado em 13/5/2013 às 10h9

Estadão Conteúdo

Redação Folha Vitória

São Paulo - O Estado de Minas Gerais chegou nesse sábado, 11, a 100 mil casos de dengue neste ano. No último levantamento, divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde na tarde de sexta-feira, 10, já eram contabilizados 99.656 pacientes. Também foi apontado que todos os dias surgem mais de mil novos casos.

Para se ter ideia do crescimento da doença, no período de apenas uma semana foram 10.775 novas ocorrências. O número de mortes também não para de subir e já está em 59. O município com maior número de óbitos é Uberaba, no Triângulo Mineiro, com 13. Em seguida aparece Teófilo Otoni, com cinco mortes.

No total, se somadas todas as notificações feitas este ano em Minas Gerais, o número fica em 325.417. Para tentar reverter esse quadro, o governo estadual tem contratado agentes de saúde e ampliado o auxílio no combate ao mosquito transmissor nos municípios mais atingidos.

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2013/05/minas-gerais-chega-a-100-mil-casos-de-dengue-no-ano.html

Anvisa propõe regras para a medicina chinesa

 

13/05/2013 - 02h30

JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA
MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO

Durante três anos, os remédios da medicina tradicional chinesa serão avaliados em relação às prescrições feitas no país, às substâncias utilizadas, aos efeitos terapêuticos e às reações adversas.

Ao final desse prazo, a conclusão pode ser registrá-los oficialmente, impor determinadas condições para seu uso ou, em último caso, bani-los.
É o que propõe a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que abre uma consulta pública sobre o tema no início desta semana. A consulta, antecipada pela Folha em novembro, ficará aberta por 90 dias.

Hoje, os compostos usados em tratamentos de medicina chinesa, que podem misturar substâncias de origem animal, vegetal e mineral, não têm registro no país porque não se enquadram em nenhuma categoria prevista: não são medicamentos, fitoterápicos ou alimentos.

"Vamos poder conhecer um mercado que existe e, muitas vezes, fica obscuro porque a vigilância sanitária nega sua existência", afirma Dirceu Barbano, diretor-presidente da agência.

Paralelamente, a Anvisa pretende trocar informações com a vigilância sanitária chinesa, que tem um setor que trata da medicina tradicional.

DE ORIGEM ANIMAL

Na consulta pública, a Anvisa propõe a proibição do uso de componentes de origem animal nos produtos a serem vendidos no país.

Nas fórmulas chinesas pode haver pelos e até chifres e ossos de animais.

"A legislação sanitária brasileira, quando envolve produtos de origem animal, é muito rigorosa e exigiria um conjunto de testes de qualidade que transformariam os produtos em medicamentos. Isso impediria que ficassem disponíveis segundo essa norma", diz Barbano.

O hepatologista Raymundo Paraná, porém, se diz "extremamente preocupado" com a falta de exigência de estudos científicos que comprovem a segurança e a eficácia desses produtos.

"É absurdo o movimento de legalizar esse tipo de produto sem a avaliação que a ciência médica exige. Afrouxar as regras para esse ou outro produto porque o uso é milenar é absurdo."
Segundo Reginaldo Silva Filho, presidente da Escola Brasileira de Medicina Chinesa, a maioria dos compostos utilizados no país é de origem vegetal."Há alguns produtos importantes de origem animal, mas eles são bem menos usados. A proibição pode fazer com que alguns praticantes tenham de buscar alternativas dentro da farmacopeia chinesa", afirma.

Já Márcio de Luna, do Instituto Brasileiro de Medicina Tradicional Chinesa, acredita que o ideal seria liberar esses produtos, contanto que os fabricantes seguissem uma exigência de boas práticas de manufatura.

"A proibição criará um problema porque vamos ter que nos adaptar. Além disso, a censura abre margem para o mercado paralelo."

A Anvisa também sugere que, durante os três anos de monitoramento, as empresas que adquirirem insumos para produzir compostos deverão cadastrar todas as substâncias no site da Anvisa.

O cadastro deve conter ainda dados dos fabricantes, revendedores ou distribuidores dos insumos, caso eles não tenham sido obtidos diretamente do fabricante.

"O cadastramento permitirá que a Anvisa possa ter um maior controle sobre eventuais falhas em lotes de produtos, por exemplo", completa Silva Filho.

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/05/1277539-anvisa-vai-propor-regras-para-a-medicina-chinesa.shtml

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