segunda-feira, 22 de abril de 2013

25 de Abril, Paralisação Nacional Planos de Saúde. Por Mário Fernando Lins

 

Publicado em 22/04/2013

Mário Fernando Lins, presidente da CEHM-PE, comenta sobre a mobilização em Pernambuco e da Paralisação Nacional dos médicos de planos de saúde em todo o Brasil nesta quinta-feira (25/04).

Equipes de atenção básica de saúde bem avaliadas terão R$ 1,7 bilhão

 

 

Equipes de atenção básica de saúde bem avaliadas terão R$ 1,7 bilhão

 

5.213 municípios aderiram a programa de qualificação no SUS

Serviços de atenção básica de todo o país terão recursos adicionais disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O valor total previsto é de R$ 1,7 bilhão no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ). No Brasil inteiro, 5.213 municípios (o equivalente a 93,6%) aderiram ao segundo ciclo do programa, relativo ao período 2013/2014, e estão aptos a receber os valores adicionais para ampliar e qualificar a atenção à saúde. O anúncio foi feito pelo Ministério da Saúde nessa quinta-feira (18).

No Brasil, os municípios que aderiram têm 38.390 Equipes de Atenção Básica, 27.159 Equipes de Saúde Bucal, 3.802 Núcleos de Atenção à Saúde da Família (Nasf) e 1.276 Centros de Especialidades Odontológicas (CEO). Todas essas equipes e serviços poderão ser habilitados para participar do programa e a receber os recursos.

O prazo de adesão encerrou-se no último dia 5 de abril. A portaria que homologa os municípios e equipes que aderiram ao PMAQ foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) dessa quinta-feira.

Neste ano, o PMAQ foi ampliado para todas as Equipes de Atenção Básica (incluindo as de Saúde da Família, de Atenção Básica organizadas em outras modalidades e de Saúde Bucal) dos municípios. Além disso, o programa incluiu os Nasf e os CEO, que antes não faziam parte do programa.

“Com este programa, damos a oportunidade para que cada prefeito cadastre suas equipes de médicos, enfermeiros, nutricionistas e outros profissionais de saúde, que são acompanhadas pelo Ministério da Saúde mensalmente e depois são avaliadas em parceria com as universidades locais”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “Com as equipes que melhorarem o atendimento, o ministério pode até dobrar o recurso que passa para o município”.

PMAQ - Lançado em 2011, contemplou 4 mil municípios em seu primeiro ciclo (2011/2012). Um total de 17,5 mil Equipes de Atenção Básica foi avaliada e 16.938 foram certificadas em mais de 70% dos municípios brasileiros habilitados a receber incentivos naquele período.

A partir da adesão ao programa, passam a receber 20% do recurso total designado a cada equipe participante. Após a avaliação externa, as equipes poderão perder o incentivo, mantê-lo ou ampliar para 60% ou 100%, de acordo com o desempenho. O programa está organizado em quatro fases complementares, que funcionam como um ciclo contínuo de melhoria do acesso e da qualidade da atenção básica: Adesão e Contratualização, Desenvolvimento, Avaliação Externa e Pactuação.

As equipes de Atenção Básica que recebem conceito muito acima da média na avaliação externa recebem adicional de R$ 8,5 mil por mês; conceito acima da média recebe um adicional de R$ 5,1 mil; e conceito mediano ou abaixo da média recebe um adicional de R$ 1,7 mil. As equipes que não cumprem os requisitos mínimos – conceito insatisfatório - perderão recurso.

Fonte: http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/acoes-e-programas/comunicacao-publica/em-questao/edicoes-anteriores/abril-2013/boletim-1759-19.04/equipes-de-atencao-basica-de-saude-bem-avaliadas-terao-r-1-7-bilhao?utm_campaign=Newsletteremquestao&utm_medium=Saude&utm_source=Equipes.De.Atencao.Basica.De.Saude.Bem.Avaliadas.Terao.R%24.1%2C7.Bilhao&utm_content=190413

MNNP-SUS realiza 61ª Reunião Ordinária e inicia as comemorações dos 10 anos da mesa

 

 

Seg, 22 de Abril de 2013 07:46

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A Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS (MNNP-SUS) realizará na próxima quarta-feira (24), em Santo André (SP), a 61ª Reunião Ordinária da mesa com debates sobre as condições de trabalho na Urgência e Emergência  com a exposição do Dr. Paulo de Tarso, Coordenador Geral da Urgência e Emergência da SAS e Recomposição e reinstalação do Comitê Nacional de Desprecarização.

A reunião contará com a presença de técnicos do Degerts/SGTES, do Ministério da Saúde, representantes da MNNP-SUS, constituída por gestores públicos, gestores de serviços privados, conveniados ou contratados do SUS, e entidades sindicais nacionais representativas de trabalhadores da Saúde.

Seminário e 10 anos da MNNP-SUS

Já nos dias 25 e 26 de abril, a mesa realizará, ainda em Santo André (SP), o Seminário sobre a Democratização das Relações de Trabalho no SUS. Durante o debate será apresentada a parceria da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e Ministério da Saúde para a construção da Agenda do Trabalho Decente no SUS.

Além disso, a importância da negociação, protocolos da MNNP-SUS, mapa da situação do trabalho em saúde na região do ABC e realização de Mesa Temática sobre a democratização das relações de trabalho como instrumento de Desprecarização do Trabalho em Saúde também serão temas de debate do seminário.

Na ocasião será oficialmente lançado o ciclo de comemorações dos 10 anos de trabalho ininterruptos da MNNP-SUS, com fala da Secretaria executiva da mesa e apresentação dos materiais comemorativos, além da divulgação do calendário das reuniões e seminários que acontecerão nos diversos estados da federação com intuito de divulgar o trabalho da Mesa Nacional bem como fortalecer o trabalho das mesas existentes nos diversos municípios da federação.

Fonte: http://www.conass.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2342&catid=3&Itemid=12

O Renascimento do Parto

 

 

abril 22, 2013 em Destaques por Gabriele Carvalho

Disponível em BemFeitoria

Assista o trailer —–> O Renascimento do Parto

O Projeto

Prezados amigos e simpatizantes da causa da humanização do nascimento,

O documentário em longa-metragem (90 min) “O Renascimento do Parto” encontra-se totalmente finalizado e em negociação para distribuição.  Até o momento, todas as despesas do filme foram custeadas com recursos próprios dos autores. Gastamos todas as nossas reservas financeiras e devemos os resultados que conseguimos ao nosso trabalho árduo que já dura quase 2 anos e à grandes parceiros que cederam bondosamente seus saberes e agregaram parte de seu trabalho à nossa obra!

Tivemos a felicidade de fechar uma parceria com um excelente distribuidor (Espaço Filmes) que também é o terceiro maior exibidor do país (Circuito Espaço – salas do Itaú). Estamos certos de que a exibição nos cinemas trará ao filme e à causa muita visibilidade e chamará a atenção da grande mídia, para que assim possamos atingir o maior número possível de pessoas, inclusive nas etapas posteriores (de DVDs, festivais, televisão, etc).

No entanto, existem custos inerentes à distribuição que no momento não temos condições de arcar sozinhos, e por isso contamos com a sua ajuda para que o filme possa o quanto antes ser disponibilizado nos cinemas e logo depois em DVD. Os recursos que precisamos levantar são para os custos de distribuição, material gráfico de divulgação, assessoria de imprensa nacional, eventos de pré estréia, primeira tiragem de DVDs e disponibilização nas principais livrarias do país, criação do portal oficial do filme, etc.

Se você acredita na causa da humanização do nascimento e quer ajudar a modificar a vergonhosa realidade obstétrica brasileira, criamos um meio de contribuição financeira através de um sistema seguro de financiamento coletivo! Veja ao lado a lista de recompensas que elaboramos para retribuir a valiosa sua contribuição!!

Hoje o Brasil é o país campeão mundial de cesarianas (52% no índice geral e mais de 90% no sistema privado, contra os 15% recomendado pela Organização Mundial de Saúde). Junto com os partos normais extremamente violentos e traumáticos (pesquise sobre o termo “violência obstétrica”), tal índice reflete uma cultura extremamente tecnocrata e intervencionista que perpetua mitos não apenas na sociedade, mas também entre os próprios profissionais de saúde.

Acreditamos que a informação de qualidade aliada ao poder da imagem e da poesia podem transformar o mundo! Afinal, como diria Michel Odent: “Para mudar o mundo, primeiro é preciso mudar a forma de nascer”.

Para saber mais sobre o projeto:

O filme “O Renascimento do Parto” retrata a grave realidade obstétrica mundial e sobretudo brasileira, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas ou de partos com intervenções traumáticas e desnecessárias, em contraponto com o que é sabido e recomendado hoje pela ciência. Tal situação apresenta sérias conseqüências perinatais, psicológicas, sociais, antropológicas e financeiras. Através dos relatos de alguns dos maiores especialistas na área e das mais recentes descobertas científicas, questiona-se o modelo obstétrico atual, promove-se uma reflexão acerca do novo paradigma do século XXI e sobre o futuro de uma civilização nascida sem os chamados “hormônios do amor”, liberados apenas em condições específicas de trabalho de parto.

Com a participação especial do cientista francês Michel Odent, da antropóloga norte-americana Robbie Davis-Floyd, da parteira mexicana Naoli Vinaver, do ator e diretor de cinema Márcio Garcia e sua esposa, a nutricionista Andréa Santa Rosa. O filme também conta com a participação de muitas mães e diversos especialistas brasileiros, como Ana Cristina Duarte, Melânia Amorim, Ricardo Jones, Heloísa Lessa, Ricardo Chaves, Fernanda Macêdo, Daphne Rattner, Laura Uplinger, Esther Vilela, entre outros.

Perguntas mais frequentes

1) Se a meta for atingida, quando poderemos ver o filme nos cinemas? Quais serão os próximos passos?

Após levantarmos os recursos necessários, em cerca de 60 dias o filme iniciará o circuito nas salas de cinema pelas primeiras 8 capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Salvador e João Pessoa. Além disso, em toda e qualquer cidade onde houver sala de cinema e demanda suficiente, o filme será exibido. Os próximos passos serão a disponibilização do filme para a venda em DVD e a negociação para exibição em televisão aberta e fechada. Também estamos inscrevendo o filme em dezenas de festivais espalhados por todo o Brasil e alguns internacionais.

2) Qual foi o custo total do projeto?

Como todo longa metragem, o filme passou pelas etapas de pesquisa, roteiro, produção, compra de equipamentos, viagens, captação de depoimentos, imagens e som, digitalização, corte de conteúdo, montagem, trilha sonora, tratamento de som e cor, etc.  O orçamento total está em torno de 500 mil reais. Arcamos com boa parte da quantia com recursos pessoais, deixamos de receber por nossos trabalhos (de produção, roteiro, direção, montagem, fotografia, etc), mas alguns profissionais terceirizados ainda não receberam pelos seus serviços. No entanto, esse valor não tem nenhuma relação com a quantia que precisamos agora na etapa de distribuição e divulgação (objetivo desse crowdfunding).  Se o valor estipulado como meta de arrecadação for superado, utilizaremos o excedente para quitar algumas dessas dívidas.

3)  Por que vocês não disponibilizam logo o filme em DVD?

Porque para uma obra profissional desse porte existem etapas e estratégias naturais a serem cumpridas e que desejamos respeitar. A distribuição em cinemas é muito importante para gerar visibilidade e credibilidade ao filme e à causa, além de atingir um público diferenciado. Também chamará atenção para a venda posterior de DVDs. A estimativa é que o filme esteja disponível em DVDs cerca de 2 meses após o lançamento nos cinemas.

4) Se vocês são ativistas pela causa, porque não disponibilizam o filme gratuitamente na internet?

Apesar de termos conseguido muitas parcerias nessa caminhada, o filme foi realizado de forma independente, praticamente sem recursos, e ainda existe inúmeras contas e profissionais para pagarmos. O circuito comercial é uma maneira importante de amenizarmos essas dívidas e recuperarmos ao menos parte do investimento. Disponibilizar a obra na internet antes do circuito comercial tradicional também desvalorizaria a própria.

5) Se o recurso necessário para a distribuição não for levantado, qual será o próximo passo?

Se não levantarmos a nossa meta pelo financiamento coletivo (o crowdfunding funciona num esquema tudo ou nada: se não atingimos a meta, o sistema devolve o dinheiro ao contribuinte), entraremos no circuito de festivais enquanto tentamos levantar os recursos de outras maneiras, o que fará com que o acesso do grande público à obra seja atrasado em muitos meses.\

Fonte: http://susbrasil.net/2013/04/22/o-renascimento-do-parto/

Excesso de exercícios físicos é fator de risco para a saúde do corpo

 

22/04/2013 07h00 - Atualizado em 22/04/2013 07h00

 

Síndrome pode afetar músculos e também o sistema cardiovascular. 'Tem que ter limite nos treinos e no descanso', alerta cardiologista.

Mariana Palma Do G1, em São Paulo

24 comentários

Priscilla participou de duas provas, mas teve que reduzir o ritmo (Foto: Arquivo pessoal)Priscilla participou de duas provas, mas teve que
reduzir o ritmo (Foto: Arquivo pessoal)

O equilibro é fundamental em diversas situações do dia a dia, inclusive na prática de atividade física. O excesso de exercícios pode transformar o que seria um hábito saudável em um grande risco para o corpo, não só para a musculatura, como também para o sistema cardiovascular.

“O exagero é o que chamamos de síndrome do excesso de treinamento, quando a pessoa treina sem parar para ter resultados melhores, o que na maioria das vezes não acontece”, alerta o cardiologista e especialista em medicina do esporte Nabil Ghorayebx.

Foi o que aconteceu com Priscilla Nasrallah, de 31 anos. Em novembro de 2012, ela começou a perceber que seu corpo já não estava mais respondendo aos treinos e decidiu ir ao médico. “Eu nunca tinha competido e, do nada, decidi que queria ser triatleta. Treinava duas vezes por dia, todos os dias, e buscava um resultado rápido. Às vezes, achava que estava só com preguiça, mas a verdade é que meu corpo não estava mais aguentando”, lembra.

De acordo com o médico Nabil Ghorayeb, por causa do excesso de treinamento, começam a ocorrer mudanças no organismo do paciente. “O corpo passa a produzir hormônios de uma maneira errada. Além disso, o coração fica acelerado o tempo todo, mesmo em repouso”, afirma. As consequências começam a aparecer também no dia a dia e o paciente pode começar a ficar mais irritado, com insônia e até com a imunidade mais baixa.

“Com a defesa mais baixa, ele começa a ter mais facilidade para pegar infecções. Outro problema é em relação ao sangue, que pode ficar mais grosso, o que pode levar a um infarto do miocárdio ou a um derrame cerebral, por exemplo. Além do risco de arritmia e até parada cardíaca”, ressalta o médico. Fora isso, o atleta começa a perder rendimento e, por isso, passa a se cobrar cada vez mais. “É algo inconsciente. Ele faz um tempo ótimo e acha que está mal”, exemplifica Nabil.

Arte Infarto Bem Estar (Foto: Arte/G1)

Segundo a psicóloga Leila Cury Tardivo, a vontade de fazer cada vez mais exercício físico pode ser comparada a uma compulsão. “É uma atitude repetitiva associada a uma ideia obsessiva de querer ficar forte ou magro. Então a pessoa “vicia”, o que pode trazer danos também para sua saúde mental”, explica. Leila esclarece ainda que uma das causas do excesso de exercício pode ser uma distorção da imagem que a pessoa tem de si mesma. “A pessoa não se vê com o corpo bonito, então é como se ela tivesse uma ordem na cabeça dizendo para não parar”, diz a psicóloga.

saiba mais

No caso de Priscilla, essa cobrança e o estresse foram duas grandes dificuldades. “A orientação médica era para que eu parasse, mas eu não conseguia. A cabeça influenciava muito e eu ficava me cobrando, pensando que precisava treinar”, lembra.

Segundo Gustavo Magliocca, médico do esporte que acompanhou o tratamento de Priscilla, o problema do excesso pode se agravar ainda mais por causa de maus hábitos alimentares, privação do sono e também erros nas cargas do exercício.

“Para um organismo não bem controlado, o excesso pode gerar uma fadiga, que pode ser uma simples dor muscular de 2 horas ou até um quadro que dura 2 semanas”, explica Gustavo. Por causa da diminuição da imunidade, Priscilla acabou desenvolvendo uma pielonefrite, infecção no trato urinário. “Fiquei internada na época”, lembra.

Toda pessoa que começa um exercício físico, deve ter uma meta gradual e progressiva para evitar lesões e outros quadros mais graves"

Gustavo Magliocca, médico do esporte

Para reverter o quadro, o tratamento é “parar tudo”, como explica o cardiologista Nabil Ghorayeb. “Tem que recomeçar quase do zero. Nesse momento, é importante ter um educador físico qualificado e também acompanhamento médico”, recomenda.

Priscilla, que está em processo de recuperação desde dezembro de 2012, conta que já voltou a se exercitar, mas em um ritmo bem menor. “Quando voltei a correr, não conseguia. Era um desespero porque estava acostumada a correr 9 km e não conseguia mais correr nem 3 km”, lembra.

Seja na recuperação da síndrome de excesso de treinamento ou na atividade física do dia a dia, a dica principal é sempre dar um descanso ao corpo. “Toda pessoa que começa um exercício físico, deve ter uma meta gradual e progressiva para evitar lesões e outros quadros mais graves”, alerta o médico do esporte Gustavo Magliocca. Segundo ele, quanto mais intenso for o treino, maior deve ser o período de descanso e intervalos.

Priscilla está se recuperando e já voltou a se exercitar - com moderação (Foto: Arquivo pessoal)Priscilla está se recuperando e já voltou a se
exercitar - com moderação (Foto: Arquivo pessoal)

Para o cardiologista Nabil Ghorayeb, a principal recomendação é sempre praticar atividade física, qualquer que seja, com orientação e moderação. “Tem que ter limite nos treinos e também no descanso”, defende o médico.

Em relação à saúde mental, a psicóloga Leila Cury Tardivo explica que há um trabalho de recuperação que pode envolver psicoterapia e até acompanhamento de um psiquiatra. “Tem que entender o que a pessoa está buscando, qual o tipo de perfeição que ela quer. Às vezes, o tratamento é feito inclusive com antidepressivos”, diz.

Ainda se recuperando, Priscilla alerta que o mais importante é sempre prestar atenção aos sinais que o corpo dá. “É fácil ignorar porque a gente sempre quer se superar, mas o corpo fica debilitado e não pode deixar a cabeça passar por cima disso”, aconselha. Ela diz que ainda tem dificuldade de entender que o corpo ainda está em recuperação. “É complicado. Mas não posso fazer o exercício físico virar uma obrigação. Se você não for um atleta, tem que ser sempre um prazer”, conclui.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/04/excesso-de-exercicios-fisicos-e-fator-de-risco-para-saude-do-corpo.html

Principal causa de cegueira em idosos é desconhecida por 80% dos brasileiros

 

Estimativa é de que a degeneração macular atinja cinco milhões de pessoas no país

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da redação do Jornal da Saúde
com informações do portal R7

A degeneração macular, uma doença na visão, é a principal causa de cegueira entre os idosos. A enfermidade ainda é pouco conhecida, mas a estimativa é de que cerca de cinco milhões de brasileiros tenham a doença.

O levantamento foi feito pela Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV) com 4.030 homens e mulheres acima de 35 anos em cinco capitais brasileiras — Recife, Porto Alegre, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro — revelou que a DMRI (Degeneração Macular Relacionada à Idade)

Como o próprio nome sugere, a doença está relacionada ao envelhecimento e acomete entre 25 e 30 milhões de pessoas no mundo. Segundo o oftalmologista Walter Takahashi, presidente da SBRV, a DMRI é caracterizada pela perda gradual da visão central, prejudicando atividades rotineiras, como ler, dirigir, assistir televisão, jogar baralho, cozinhar e reconhecer rostos. “A diminuição da visão em idosos aumenta as chances de quedas e fraturas, causa dependência da família e pode até desencadear um quadro de depressão”, explica Takahashi.

A recomendação é que as pessoas com mais 45 anos procurem um oftalmologista pelo menos uma vez por ano, mesmo que não tenham nenhum problema aparente na visão. Isso porque, no início da doença, só um profissional consegue identificar os sintomas.

R7

Fonte: http://www.canal.fiocruz.br/destaque/index.php?id=1236

Substância no hálito indica gravidade de insuficiência cardíaca

 

22/04/2013

 

Com informações da Agência USP

Substância no hálito indica gravidade de insuficiência cardíaca

Os pesquisadores tiveram que desenvolver um aparelho especial para coletar o hálito do paciente de forma a preservá-lo para análise dos gases presentes.[Imagem: Ag.USP]

Uma importante descoberta pode contribuir para o avanço do tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca.

Um estudo realizado no Instituto do Coração (Incor), pela Faculdade de Medicina e pelo Instituto de Química da USP, identificou uma substância produzida pelo corpo humano capaz de funcionar como uma espécie de marcador de gravidade da doença.

A substância é a acetona, que exala um odor característico.

A partir de uma observação clínica, na qual foi constatado um odor exalado pelos pacientes com insuficiência cardíaca, os médicos Fabiana Goulart Marcondes Braga e Fernando Bacal elaboraram um estudo para verificar uma possível relação entre o odor exalado pelo hálito dos pacientes e a enfermidade.

"Entrávamos no quarto de um paciente com estágio avançado da doença e percebíamos que havia um cheiro diferente. Porém, o paciente que vinha ao consultório, com a mesma doença mas em estágio menos grave, não exalava o mesmo odor. Não se tratava de mau-hálito, mas um cheiro meio adocicado, e a partir disso fomos buscar o que poderia ser," conta Fabiana.

Os pesquisadores tiveram que desenvolver um aparelho especial para coletar o hálito do paciente de forma a preservá-lo para análise dos gases presentes.

A análise química das amostras apontou que, entre os pacientes que apresentavam a doença cardíaca, o nível de uma substância chamada acetona era muito maior do que entre os saudáveis.

E no grupo de pessoas que chegava na emergência com um estágio mais grave de insuficiência cardíaca, o nível da mesma substância era maior em comparação com quem estava no ambulatório, com a doença estabilizada.

O nível de acetona exalado pelos pacientes cardíacos graves é cerca de 10 vezes maior do que nas pessoas saudáveis.

"Dessa forma conseguimos, por intermédio dessa mesma substância, definir níveis de produção pelo corpo de acordo com o estágio de insuficiência cardíaca. Além do objetivo de identificar qual era a substância, conseguimos verificar que ela era um marcador de gravidade da doença," relata Fabiana.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=substancia-halito-indica-gravidade-insuficiencia-cardiaca&id=8764

Nobel de Medicina vincula tamanho de trechos de DNA à prevenção de doenças

 

22/04/2013 - 03h01

DENISE GRADY
DO "NEW YORK TIMES"

The New York TimesElizabeth H. Blackburn se considera cética. Mas admite que às vezes se impacienta com as dúvidas levantadas por alguns cientistas em relação aos seus empreendimentos.

O que está em discussão é um exame laboratorial que mede os telômeros, trechos de DNA nas extremidades dos cromossomos que impedem o envelhecimento precoce das células.

Telômeros anormalmente curtos podem assinalar uma predisposição a doenças.

Blackburn, Nobel de Medicina em 2009 por seu trabalho sobre telômeros, acha que a medição dos telômeros traz a oportunidade de intervenção precoce ou até mesmo de prevenção de doenças. Uma empresa que ela cofundou prevê oferecer os exames de medição de telômeros ainda neste ano.

Thor Swift/The New York Times

Elizabeth H. Blackburn, ganhadora do Nobel de Medicina

Elizabeth H. Blackburn, ganhadora do Nobel de Medicina

Mas outros cientistas questionaram a utilidade da medição, que não diagnostica doenças específicas. Apesar disso, Blackburn, 64, professora de biologia e fisiologia na Universidade da Califórnia em San Francisco, diz estar convencida.

Uma década de dados obtidos por sua equipe e outros pesquisadores indica um vínculo entre telômeros curtos e doenças cardiovasculares, diabetes, câncer e outros males, incluindo estresse crônico e transtorno de estresse pós-traumático. Blackburn também pesquisou as ligações entre estresse emocional, saúde e telômeros curtos.

Os telômeros frequentemente são comparados às pontas de plástico dos cordões de sapatos, que não deixam os cordões se esfiaparem. Há muito tempo, cientistas já imaginavam que os telômeros protegessem as extremidades dos cromossomos, mas ninguém sabia como.

Cada vez que uma célula se divide, seus telômeros se encurtam. Se eles ficam curtos demais, a célula não pode mais se dividir. Mas, nas células saudáveis, os telômeros são reconstruídos.

Na Universidade Yale, no final dos anos 1970, Blackburn descobriu que os telômeros são feitos de seis unidades de DNA repetidas muitas vezes. Ela e um pesquisador da Universidade Harvard, Jack W. Szostak, determinaram que uma enzima deve restaurar os telômeros. Em 1978, Blackburn foi para a Universidade da Califórnia em Berkeley, e, em 1984, Carol W. Greider, estudante de pós-graduação em seu laboratório, identificou a enzima: a telomerase.

Blackburn, Szostak e Greider dividiram o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 2009.

Dez anos atrás, Blackburn iniciou uma colaboração com Elissa Epel, psicóloga da Universidade da Califórnia em San Francisco que estuda o estresse crônico. Um dos projetos delas envolveu mães que eram as cuidadoras principais de filhos com doenças crônicas.

"Com as mães, o tema realmente me tocou", disse Blackburn. "Senti muito por essas mulheres. "

Comparadas às mães de filhos saudáveis, as mães de filhos doentes apresentavam telômeros mais curtos e menos telomerase. Quanto mais tempo elas vinham cuidando de seus filhos, mais curtos eram seus telômeros. O mesmo fenômeno foi constatado com pessoas que cuidavam de cônjuges com demência. Outros estudos sugeriram que acontecimentos traumáticos da infância podem ter efeitos que persistem por décadas sobre os telômeros e a saúde.

Pessoas começaram a indagar se seus telômeros poderiam ser medidos. Blackburn achou que seria razoável oferecer ao público um exame de medição de telômeros, e, em maio de 2010, cofundou uma empresa, a Telome Health.

O plano consiste em começar a oferecer neste ano os exames de telômeros, que terão que ser receitados por um médico. De acordo com o presidente e executivo-chefe científico da empresa, Calvin Harley, o preço será competitivo. Outras companhias que fornecem exames semelhantes cobram entre US$ 300 e US$ 700.

O exame não diagnostica doenças específicas. Harley o compara a uma "luz de aviso" de um carro --o indicativo de um problema possível que necessitará de mais exames. "Não é uma bola de cristal que dirá quantos anos de vida nos restam", comentou Blackburn.

Segundo ela, existem maneiras de proteger os telômeros e possivelmente de alongar os telômeros curtos. Exercícios físicos, uma dieta nutritiva, perder peso em excesso e reduzir o estresse emocional podem ajudar.

Alguns pesquisadores são céticos, argumentando que as ligações entre telômeros curtos e doenças não constituem prova de causa e efeito. Entre os que questionam o exame está Carol Greider, que dividiu o Nobel com Blackburn.

Mas a esperança de Blackburn é que a medição de telômeros faça parte de uma nova direção na medicina, voltada a interceptar doenças. Telômeros anormalmente curtos podem indicar um problema de saúde, segundo ela. "Se você estiver entre o percentual mais baixo para a sua faixa etária, pode se interessar em saber a razão disso."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/04/1265862-nobel-de-medicina-vincula-tamanho-de-trechos-de-dna-a-prevencao-de-doencas.shtml

HPV – O Vilão do Câncer de Boca

 

 

O vírus HPV está se desenvolvendo onde menos se imaginava – na boca – e atingindo um número maior de pessoas mais jovens podendo ser transmitido até pelo beijo.

Sexo oral não é brincadeira quando se trata do HPV, o papilomavírus humano. Todo mundo associa a famosa doença sexualmente transmissível — ou DST — com a área genital, mas ela também representa um perigo para a boca. E, uma vez instalado na mucosa bucal, seu vírus é transmitido até pelo beijo. Resultado: o aumento dos casos de câncer de boca e garganta em gente cada vez mais jovem.

Antes, as vítimas desses tumores costumavam ter mais de 50 anos e, em comum, o hábito de acender um cigarro atrás do outro e de consumir demais bebidas alcoólicas. Mas uma pesquisa feita pelo Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, revela que o perfil mudou: hoje, mais de 30% das pessoas com câncer na cavidade bucal têm menos de 40 anos. “Muitas nunca fumaram na vida”, conta o líder do estudo, o cirurgião oncologista Luiz Paulo Kowalski. Segundo ele, entre os que desenvolvem o carcinoma na garganta, a contaminação pelo HPV alcança 80%. “O sexo oral é o principal comportamento de risco, mas a epidemia é tão grande que suspeitamos de formas de contágio mais simples, que ainda nem conhecemos”, afirma Kowalski.

Existem mais de 100 tipos de HPV por aí. Uns passam batidos pelo organismo, enquanto outros causam as grandes infecções. Mas as variações que provocam tumores e mais preocupantes são a 16 e a 18 — a primeira é responsável por 90% das encrencas no pescoço. Esses dois tipinhos desencadeiam o câncer nas mucosas em que se instalam — sempre no revestimento externo dos órgãos. Na garganta, a região preferida é a orofaringe, ou seja, tudo o que fica atrás do tal sininho: a amígdala e a base da língua. Mas o HPV também protagoniza tumores na laringe, na ponta da língua, na gengiva, no assoalho e no céu da boca.

O câncer começa como algo parecido com uma afta que não desaparece. “São como pequenas feridas e verrugas que até podem sangrar. Mas, se não cicatrizar em até duas semanas, é preciso buscar a avaliação de um médico ou dentista”, aconselha o otorrinolaringologista Onivaldo Cervantes, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Quando não é descoberto ligeiro, evolui para um formato de couve-flor; isso quando ele não cresce internamente. O principal sintoma, por incrível que pareça, é a dor de ouvido. Mas é possível sentir também dificuldade para mastigar, engolir e até para falar.
Os estudos ainda não esclareceram o motivo pelo qual a garganta é a favorita do HPV, mas as suspeitas recaem sobre a rica rede linfática da região. “A hipótese é que ela favoreça a disseminação do vírus na mucosa e a sua transformação, alterando a maquinaria celular e facilitando a proliferação do câncer”, considera André Lopes Carvalho, diretor científico do Hospital de Câncer de Barretos, no interior de São Paulo.

Visualmente, o aglomerado de células malignas causado pelo papilomavírus se assemelha a qualquer outro tumor originado sem a sua participação — por isso só uma biopsia pode confirmar a culpa do HPV. Seja qual for o resultado, o tratamento segue o padrão indicado a outros tipos de tumor. “Se a lesão é pequena, é feita a operação convencional. Se é grande, segue-se um protocolo de preservação do órgão para evitar uma grande mutilação”, diz o cirurgião Terence Farias, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro. “E sempre recomendamos a quimioterapia e a radioterapia mesmo se o paciente não é HPV positivo”, ele complementa.

Uma característica, porém, diferencia o carcinoma causado pela DST: ele é menos agressivo e tem um desenvolvimento mais lento. Por isso, o prognóstico de cura é mais otimista. “Esse tipo de tumor é mais sensível às terapias. Se a pessoa não fuma para complicar a situação, as chances de eliminá-lo são ainda maiores”, diz Carvalho.

E a vacina?
Existem dois tipos: a bivalente, que só protege contra as variantes que causam o câncer, e a quadrivalente causadores das verrugas genitais. Embora as duas versões só devam entrar no calendário oficial de vacinação no ano que vem, elas já estão disponíveis em clínicas particulares — e para meninos e meninas, a despeito de a turma do sexo feminino ser o alvo preferencial do vírus. Ambas são aplicadas em três etapas, e têm eficácia comprovada por dez anos. A única contraindicação é a gravidez.

Uma questão ainda controversa diz respeito a quem deve ser vacinado. Uns defendem que o procedimento vale a pena só para jovens que não iniciaram a vida sexual. Outros alertam: ser sexualmente ativo não é sinônimo de ter sido contaminado, portanto deixar de receber a imunização seria uma roubada.

“A vacinação é sempre recomendada, até para quem já foi contaminado por um tipo, lembrando que o corpo não fica imune para sempre após esse contato, como acontece com o vírus do sarampo”, argumenta o ginecologista José Focchi, professor da Unifesp e consultor do laboratório SalomãoZoppi, na capital paulista. “Os riscos de ser reinfectado são enormes”, acrescenta. O fato é que a vacina não mata o HPV já instalado. Em 90% das vezes, o próprio organismo se encarrega de eliminar o agente infeccioso — o problema é que isso pode levar muitos anos.

Alerta final: a eficácia da camisinha em conter a transmissão do vírus é de 70 a 80%, porque ela não cobre todas as áreas suscetíveis à infecção. Isso, claro, não legitima as desculpas para esquecê-la na hora H. Afinal, esse ainda é o melhor método de prevenção, além da vacina.

Fonte: Saúde Abril

Fonte: http://www.ydealtecnologia.com.br/blog/odontoquality/2013/04/22/hpv-o-vilao-do-cancer-de-boca/

ESPÍRITO SANTO: LEI PODE SALVAR VIDAS EM VILA VELHA

 

LEI PODE SALVAR VIDAS EM VILA VELHA - (19/04/2013)



 

‘’Pessoas estão morrendo por falta de socorro’’. Isso é o que afirma o vereador de Vila Velha Ricardo Chiabai (PPS), com base em estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT/SP). No Brasil, dos 5568 municípios, apenas 11% possui Corpo de Bombeiros. Na maioria das cidades brasileiras, diante de incêndios ou outras situações de emergência, predomina a improvisação e a solidariedade.

‘’Temos cerca de 70 mil bombeiros no país, algo em torno de 0,4 por mil habitantes. No Espírito Santo, estamos abaixo da média nacional. São 0,34 Bombeiros para cada mil habitantes. Em muitas cidades atendidas por municípios vizinhos, o tempo de resposta ultrapassa uma hora, enquanto o recomendado é que os profissionais cheguem ao local entre cinco e sete minutos depois do ocorrido’’, desabafa o parlamentar.

De acordo com a lei municipal 5.413/2013, de autoria de Chiabai, os estabelecimentos com grande concentração de pessoas, estão obrigados a apresentar certificados de treinamento de todos os funcionários para situações de emergência, como incêndios, no momento da concessão ou renovação do alvará de funcionamento com a Prefeitura. A matéria, aprovada por unanimidade e promulgada pela Câmara Municipal, foi proposta logo depois da tragédia que matou mais de 240 pessoas e deixou mais de 100 feridas na Boate Kiss em Santa Maria (RS).

De acordo com o vereador, a medida é para evitar que tragédias semelhantes aconteçam em Vila Velha. ‘’O fato lastimável que aconteceu no Sul do Brasil está consumado. Vidas foram perdidas por descuido e negligência das autoridades gaúchas. Para que o mesmo não aconteça em Vila Velha, criamos essa lei obrigando a Prefeitura a exigir de todos os estabelecimentos que tenham grande concentração de pessoas como casas de show, teatros, boates e congêneres, certificado de treinamento de todos os funcionários para situações de emergência. Acreditamos que os profissionais estando devidamente treinados, possam evitar maiores consequências em acidentes da mesma proporção’’, explica.

O certificado deverá ser formulado por empresa especializada na área de segurança e credenciada pelo Corpo de Bombeiros. No Estado, várias empresas que atuam na área de segurança do trabalho, oferecem o serviço de treinamento de prevenção, combate ao princípio de incêndio, protegendo a vida e o patrimônio até a chegada dos Bombeiros. O treinamento custa, em média, R$300,00 por funcionário.

‘’O curso com validade de um ano, deverá ser ministrado por instrutores experientes, habilitados nos órgãos competentes, como Corpo de Bombeiros e Ministério do Trabalho e Emprego, garantindo assim excelência ao treinamento’’, conclui Chiabai. A lei tem 120 dias para entrar em vigor após a sua publicação. Durante esse período, as empresas devem buscar a adequação.

Fonte: http://www.cmvv.es.gov.br/noticias_online.asp?id_noticia=675

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