quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

ES: Hiperdia Vila Velha (hipertensão e diabetes)

 

Fonte: SITE DA PREFEITURA DE VILA VELHA/ES em http://www.vilavelha.es.gov.br/paginas/saude-hiperdia-vila-velha

Todos os pacientes com hipertensão e diabetes diagnosticados nas unidades de saúde de Vila Velha são incluídos no programa de Hipertensão e Diabetes, chamado de Hiperdia Vila Velha.

Depois disso, são acompanhados por equipes do programa, que desenvolvem medidas preventivas e ações educativas para a promoção da saúde. Entre elas estão o controle das condições de risco - como a obesidade, o sedentarismo e o tabagismo - e prevenção das complicações.

Vila Velha Hiperdia

Atendimento na Atenção Primária: em todas as Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS). Marcação, de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas.

Corrida em busca de atestados médicos após o carnaval lota hospitais e unidades de saúde

 

Fonte: GAZETA ONLINE em http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/02/noticias/cidades/1402529-corrida-em-busca-de-atestados-medicos-apos-o-carnaval-lota-hospitais-e-unidades-de-saude.html

14/02/2013 - 12h17 - Atualizado em 14/02/2013 - 15h09

 

No Pronto Atendimento da Glória, em Vila Velha, 300 pessoas procuraram atendimento nesta quarta

Samanta Nogueira

Foto: Gabriel Lordêllo - NA

Gabriel Lordêllo - NA

No PA da Glória, em Vila Velha, 300 pessoas procuraram atendimento nesta quarta-feira
Atualizada às 14h09

Prontos-socorros públicos e privados ficaram lotados na tarde desta quarta-feira (13) na Grande Vitória. De acordo com médicos, cerca de 30% dos pacientes atendidos buscavam atestado para justificar a ausência no trabalho. A maioria dos casos, inclusive, foi de pacientes que pediam atestados retroativos de três ou quatro dias, período do feriado de carnaval, alegando que passaram mal. A denúncia foi dos próprios médicos que negaram todos esses tipos de pedidos.

De acordo com o diretor técnico do Pronto Atendimento (PA) da Glória, Eliud Garcia Duarte Júnior, 300 pessoas procuraram atendimento após às 18 horas nesta quarta-feira. O local ficou superlotado por conta dos pacientes que buscavam atestado e também daqueles que realmente estavam passando mal, apresentando principalmente sintomas de dengue. O atendimento só foi normalizado por volta de meia noite. A equipe médica, afirma o diretor, estava completa com: cinco clínicos gerais, quatro pediatras, dois cirurgiões e um dentista plantão.

O diretor do PA explicou que o atestado é um direito do paciente quando o médico constata, presencialmente, a doença. "O paciente chega na quinta-feira, alega que está desde a terça-feira passando mal e que só pode vir hoje. Ele exige que o médico dê o atestado referente aos dias anteriores, mas isso é proibido por lei. O médico só pode atestar o que está vendo no momento e não pode retroagir. Isso causa uma certa confusão e dificuldade de relacionamento durante a consulta", disse.

Para os empregadores, os atestados irregulares causam transtornos e gastos desnecessários. O diretor do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado e empresário, Antônio Perovano, destacou que cerca de 20% dos atestados médicos que circulam nas duas empresas onde é diretor-presidente são falsos, adulterados ou suspeitos. "Quando você tem um feriado prolongado, há um aumento de 25% de funcionários que apresentam atestados médicos em relação ao número de empregados que faltam em dias normais", falou.

O síndico de um condomínio em Vila Velha, Carlos Araújo, disse que já passou por diversas situações onde os funcionários apresentaram atestados médicos em períodos de feriados. "Nós, enquanto empregadores, ficamos reféns de um médico. Se ele dá um atestado, quem somos nós para questionar? Na quinta-feira antes do carnaval um funcionário apresentou um atestado em que o médico constatou virose. Enquanto síndico eu aceitei, mas enquanto pessoa desconfio que seja uma fraude",frisou.

De acordo com o vice-presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Osvaldo Pavan, a atuação do conselho ocorre quando há denúncia. Geralmente, segundo ele, são verificados carimbos de médicos falsificados ou adulteração dos dias de dispensa. No entanto, um projeto de um sistema de emissão de atestados médicos on-line com cópia para o empregador vai eliminar a possibilidade do documento retroativo.

Com o atestado eletrônico, todas as informações ficarão armazenadas em um banco de dados e será possível fazer uma análise dos períodos onde há maior emissão do documento. Ainda no primeiro semestre está prevista a regulamentação do projeto pelo CRM.

A delegada Gracimeri Gaviorno, da Delegacia de Defraudações e Falsificações, afirmou que tanto falsificar o atestado como atestar um estado de saúde irreal do paciente é configurado como crime de falsificação de documento. No caso do médico, a pena pode ser de um mês a um ano de prisão. E o paciente que apresenta o falso atestado pode pegar de um a cinco anos de prisão.

Fonte: Rádio CBN Vitória (93,5 FM)

ES: mitos e verdades sobre o crack

 

Fonte: GAZETA ONLINE em http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/08/noticias/especiais/crack/943331-mitos-e-verdades-sobre-o-crack.html

24/08/2011 - 16h08 - Atualizado em 24/08/2012 - 06h34

 

Confira também alguns mitos e verdades sobre o crack, como gerar ou não dependência imediata

selo Rede contra o Crack

O Gazeta Online abriu um espaço para tirar as dúvidas dos internautas sobre o crack. As quatro melhores perguntas foram respondidas pelo médico especialista em dependência química João Chequer. Além das respostas, confira também os mitos e verdades sobre o assunto.

Liliane V. (24/08/2011 - 16:49)
Eu tenho um primo que usa droga, mas a mãe dele não sabe. E ele recentemente esta colocando sangue pelo nariz. Isso pode ser devido ao uso da droga?
Com toda certeza. Principalmente se a droga for cocaína. A cocaína provoca uma série de problemas, entre eles a destruição dos ossos do nariz, a sinusite.

Sleiman V. M. Nunes (24/08/2011 - 14:18)
Sabendo que o crack é uma das drogas mais comuns ao organismo humano, porque o consumo desse alucinógeno tem crescido a cada dia?
Justamente por ser uma droga corriqueira, barata. O indivíduo começa a usar o crack e não consegue mais parar. Por encontrar em qualquer lugar, fica mais fácil de utilizar. E as pessoas teimam em experimentar a droga.

Jussara (24/08/2011 - 08:31)
Ainda não ouvi dizer que alguém tivesse tido overdose por consumir crack. Quantas pedras um dependente químico suporta por dia, na busca pelo prazer da primeira pedra?
Jussara, não ouvir falar de overdose em crack é por falta de informação. O crack é cocaína. E a quantidade de cocaína utilizada, quando é grande demais, com certeza vai resultar em uma overdose. E a pessoa com certeza vai morrer. Agora, dizer quantas pedras são necessárias, isso depende de cada um. Se o usuário é acostumado a fumar dez pedras, de repente ele precisa de 12 para chegar à sensação da primeira. Overdose é conforme a velocidade que ele vai usar e as condições de destruição em que o corpo já está.

Felipe Amorim (22/08/2011 - 21:19)

Tratar o dependente de crack com ansiolíticos tarja preta não seria trocar uma droga por outra?

Não necessariamente. Em principio, a resposta é sim, pois a pergunta faz sentido. Mas quando você usa uma medicação para tratar algo que é pior, essa medicação tem doses definidas, além de prazos para começar e acabar o tratamento. O médico prescreve o remédio em quantidades pequenas. Já o crack vai matar a pessoa.

Veja abaixo alguns mitos e verdades sobre o uso do crack:

Gera dependência logo na primeira experiência

Mito. Apesar de ser absorvido quase totalmente pelo organismo, apenas o uso recorrente do crack causa dependência. Diferentemente de outras drogas, entretanto, o crack causa sensações intensas e desagradáveis quando seus efeitos passam, o que leva o usuário a repetir o uso. Esta repetição, junto com o efeito potente da droga, leva o usuário a ficar dependente de forma mais rápida.

Só atinge a população de baixa renda

Mito. O crack foi considerado inicialmente uma droga 'de rua'. Por ser barata e inibir a fome, muitos moradores de rua e pessoas em situação de miséria recorrem à droga como medida paliativa. O contexto social do usuário também é um fator agravante - é mais comum uma pessoa se tornar usuária de crack quando o meio social facilita o acesso. Apesar disso, hoje o crack atinge todas as camadas sociais.

O usuário corre mais risco de contrair DSTs/AIDS

Verdade. Isso ocorre porque os usuários da droga costumam adotar comportamentos de risco, como praticar sexo sem proteção. Influenciados pela necessidade de consumir o crack, muitos usuários crônicos também recorrem à prostituição para conseguir a droga.

"Meu filho consome crack e eu penso em denunciar o traficante. Nesse caso, meu filho será penalizado também"

Mito. A pessoa que denunciar o traficante tem sua identidade preservada pelas autoridades policiais, portanto, seu filho usuário não será exposto. Porém, apesar da lei de drogas prever que o uso de drogas não seja punido com restrição de liberdade, o porte de drogas continua sendo crime no Brasil.

O médico é obrigado a notificar a polícia quando atende um usuário em situação de intoxicação aguda

Mito. A legislação brasileira não obriga profissionais da área médica a notificar a polícia sobre os atendimentos realizados a usuários de drogas em situação de intoxicação aguda. As autoridades policiais são chamadas apenas em casos extremos, em que o comportamento do paciente põe em risco sua própria integridade física ou a saúde de terceiros.
O crack é um problema dos grandes centros urbanos
Mito. O crack é amplamente consumido na região de São Paulo e avançou rapidamente para a maioria dos grandes centros urbanos de todo o país. Porém, já existem relatos de cidades do interior e mesmo de zonas rurais afetadas por problemas relacionados ao tráfico e consumo desta substância.
O crack é pior que a maconha e a cocaína
Verdade. O crack e a maconha são drogas com efeitos diferentes. Uma vez que o crack deixa o indivíduo mais impulsivo e agitado e gera dependência e fissura de forma intensa, ele termina tendo um impacto maior sobre a saúde e as outras instâncias da vida do indivíduo do que, em geral, se observa com a maconha. Em relação à cocaína, apesar de serem drogas com a mesma origem, o efeito do crack é mais potente do que a cocaína inalada. Por ser fumado, o crack é absorvido de forma mais rápida e passa quase que integralmente à corrente sanguínea e ao cérebro, o que potencializa sua ação.

O crack sempre faz mal à saúde

Verdade. O uso dessa droga compromete o comportamento como um todo. Por ser uma substância altamente estimulante, várias funções ficam comprometidas, mas as mais afetadas são a atenção e a concentração, a falta de sono, além de gerar quadros de alucinação e delírio.

É possível se livrar do crack

Verdade. É possível se recuperar da dependência do crack. O usuário deve procurar tratamento adequado e contar com apoio familiar, social e psicológico para superar a dependência química.
O usuário de crack é sempre violento
Mito. Usuários que já possuem uma tendência à agressividade podem ficar mais violentos quando estão na fase de 'fissura' ou abstinência da droga. Apesar de haver sempre uma deterioração das relações sociais, especialmente no ambiente familiar, a violência não é uma conduta padrão.
Usuárias de crack não podem amamentar

Verdade.
Mães usuárias de crack devem receber tratamento imediato com a suspensão do uso da droga e da amamentação durante o período necessário para eliminar as substâncias tóxicas do organismo. Após esse período, e sob supervisão médica, a amamentação está liberada.

O crack também prejudica o feto

Verdade. O crack prejudica o desenvolvimento do feto por alterar a saúde física da mãe e passar à corrente sanguínea do futuro bebê. Isso pode reduzir o fluxo de oxigênio para o feto, causar graves danos ao sistema nervoso central e alterações nos neurotransmissores cerebrais. Também há maior risco de aborto espontâneo, hemorragias, trabalho de parto prematuro, além de diversas malformações físicas e baixo peso ao nascer.
Bebês de mães usuárias nascem já dependentes
Mito. Bebês expostos ao crack durante o período fetal não são dependentes da droga. Não há comprovação científica de que eles desenvolvam abstinência na ausência do crack. Os sinais e sintomas que eles podem apresentar durante o período neonatal estão mais relacionados a alterações nas substâncias químicas do cérebro (neurotransmissores), que poderão ser ou não temporárias.

Algumas pessoas têm predisposição genética para se tornar dependente do crack

Verdade. Existe sim uma predisposição genética à dependência química. No entanto, não somente ao crack, mas a outras substâncias químicas, como o álcool, por exemplo.

Fonte: Portal Brasil

Saúde brasileira tem o sexto maior buraco comercial do mundo

 

Fonte: BLOG SAÚDE BRASIL em http://blogsaudebrasil.com.br/2013/02/14/saude-brasileira-tem-o-sexto-maior-buraco-comercial-do-mundo/

fevereiro 14, 2013 em BLOG por Violeta Campolina

Por: Saúde Web

O Brasil possui 0,5% do mercado mundial de saúde, segundo dados publicados nesta última terça-feira (12/02) pela Organização Mundial da Saúde e pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Os números apontam que o País vem importando um volume cada vez maior de remédios e produtos de saúde, mesmo diante dos projetos do governo de financiar um fortalecimento do parque industrial nacional.

Atualmente os países ricos controlam 80% do mercado mundial de remédios e produtos de medicina. EUA e Europa, juntos, determinam 60% do mercado. Os dados apontam que a China começa a entrar na briga, na quarta posição, já se aproximando da Suíça, exportadora de remédios.

Já o Brasil aparece na 14.º posição como exportador de remédios e produtos de saúde, com 0,5% do mercado mundial. O México abocanha 1,4% do mercado, e a Índia, 2,6%.

Apesar de não ser um grande exportador, o Brasil figura entre os nove maiores importadores do mundo. Hoje, 7% de tudo o que o País importa é do segmento da saúde. O balanço entre exportação e importação contribui para uma balança comercial negativa de US$ 4 bilhões em 2010. Apenas cinco países tiveram um resultado pior, entre eles Japão e EUA.

Além disso, o País, em desenvolvimento, possui tarifas de importação superior às dos países ricos para o setor de saúde.


*Com informações do O Estado de S.Paulo

Um terço dos medicamentos vendidos no Brasil é falso

 

Fonte: REDE BRASIL ATUAL em http://www.redebrasilatual.com.br/temas/saude/2013/01/30-dos-medicamentos-vendidos-no-brasil-sao-falsos

Só neste mês Anvisa apreendeu e destruiu lotes de cinco remédios com irregularidades, crime que pode resultar em 15 anos de prisão; saiba como se prevenir

Por: Cida de Oliveira, Rede Brasil Atual

Publicado em 24/01/2013, 17:40

Última atualização às 18:15

Um terço dos medicamentos vendidos no Brasil é falso

Medicamentos falsificados geralmente são encontrados em farmácias inidôneas, ilegais, localizadas nas periferias das grandes cidades e em sites da internet (Foto: Fred Chalub/Folhapress)

São Paulo – Só neste mês de janeiro, a Agência Nacional de Saúde (Anvisa) identificou, apreendeu, destruiu e proibiu a comercialização de lotes do hormônio do crescimento Hormotrop, o esteróide Durateston e o antianêmico Hemogenin, além do Viagra e do Cialis, ambos contra a disfunção erétil. Segundo a agência, a decisão se deve pelo risco que os medicamentos falsificados representam à saúde.

Com base em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) estima que um terço dos medicamentos vendidos no Brasil é falsificado. São produtos que tiveram suas fórmulas e data de validade adulteradas por organizações criminosas que utilizam laboratórios clandestinos e os comercializam por meio do contrabando. 

A falsificação de medicamentos é crime no Brasil, que pode ser punido com até 15 anos de prisão. No entanto, tem aumentado. Segundo dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), que reúne os maiores laboratórios, em 2008 foram apreendidas 500 mil unidades de medicamentos falsos (comprimidos e ampolas). Em 2010, o número subiu para 18 milhões.

Um relatório da Faculdade de Farmácia da Universidade de Londres, divulgado em dezembro passado, reforça que os países pobres e em desenvolvimento são os que mais sofrem com a pirataria. Para se ter uma ideia, segundo o documento, entre 15% e 50% de todos os remédios para tratar malária na África e em parte da Ásia eram falsificados. Para a Organização Mundial da Saúde, todos os países devem reforçar suas agências e investir na detecção desses produtos.

"A falsificação é menor nos países desenvolvidos porque as instituições estão consolidadas, são conhecidas e respeitadas. E se forem desrespeitadas, há punição para os infratores", diz o presidente do Fórum Nacional contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), Edson Vismona. “Nos países em desenvolvimento não funciona assim. As instituições não se consolidaram e a impunidade é grande. Um convite à ilegalidade.” Como lembra o advogado, há diversos produtos falsificados que a população compra mesmo sabendo não se tratar de originais. "Mas no caso dos medicamentos é diferente. As pessoas compram enganadas, colocando em risco sua saúde.” 

Conforme alerta Vismona, os medicamentos falsificados geralmente são encontrados em farmácias inidôneas, ilegais, localizadas nas periferias das grandes cidades e em sites da internet. Também são contrabandeados de outros países. E embora não seja muito comum no Brasil, em países vizinhos, como o Paraguai, eles são oferecidos nas ruas, por vendedores ambulantes. Os falsificados mais vendidos são imitações de medicamentos contra a disfunção erétil, como o Viagra e o Cialis. “Por isso, orientamos o consumidor a procurar estabelecimentos sérios, conhecidos, que não vão colocar em risco sua reputação vendendo produtos falsos.”

Uma grande preocupação, segundo Vismona, é que esses medicamentos também chegam à rede hospitalar. “Por isso, os hospitais, públicos e privados, devem aperfeiçoar seus mecanismos de farmacovigilância, identificando os medicamentos que não são originais antes que sejam utilizados. Do mesmo modo, os processos licitatórios devem ter cuidado redobrado, assegurando a compra de produtos originais, efetivamente especificados nos processos de compra”, afirma. 

Em nota, a Anvisa afirmou que a fiscalização sobre a venda de medicamentos é feita prioritariamente pelos órgãos de vigilância sanitária nos estados e municípios, que realiza um trabalho de parceria e suporte técnico junto com os órgãos de vigilância sanitária locais e esferas policiais para coibir a venda irregular de medicamentos e que o objetivo do trabalho conjunto é identificar e desmontar as quadrilhas especializadas na produção, publicidade e venda de produtos sem registro. Ainda segundo a assessoria de imprensa do órgão, a agência monitora a venda de produtos irregulares pela internet, que já levou ao fechamento de laboratórios e distribuidoras de medicamentos clandestinos, a apreensão de toneladas de produtos irregulares, além das prisões, autos de infrações e notificações.

Sancionada há quatro anos, a Lei 11.903, que determina o rastreamento de todos os medicamentos produzidos, dispensados ou vendidos em todo o Brasil por meio de sistema de identificação exclusivo com uso de tecnologia de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados. Pela lei, que ainda não foi implementada em sua totalidade, a Anvisa tem de desenvolver e aplicar o Sistema de Controle de Medicamentos, o que ainda está em discussão. 

Cuidados para evitar a compra de medicamentos ilegais

  • Siga sempre a orientação de um profissional de saúde e fique atento à qualidade do produto que está adquirindo. 
  • A produção de medicamentos segue rigorosos controles de qualidade e eficácia, deve ser certificada pelo Ministério da Saúde e fiscalizada pela Anvisa.
  • Medicamentos falsos ou importados ilegalmente não são controlados. Podem apresentar dosagens inadequadas de seus compostos e por isso provocar o agravamento da saúde e outras complicações.
  • Toda embalagem deve conter:
    Lacre ou selo de segurança; número do lote; data de validade e fabricação; número de registro no Ministério da Saúde; telefone para o contato com o fabricante (SAC); a ‘raspadinha’, um espaço em uma das laterais da embalagem, coberto com uma tinta reativa, que ao ser raspada com um objeto metálico, apresenta a logomarca do fabricante e a palavra ‘qualidade’; bula original (não pode ser uma cópia).
  • Cuidado com compras pela internet! 
  • A internet tem se mostrado uma grande fonte de distribuição de medicamentos falsificados. Procure comprar de sites de farmácias conhecidas e ao receber o medicamento, redobre os cuidados e a analise do produto.
  • Em caso de dúvida procure informações junto à Anvisa.

Fique de olho: veja como aliviar o cansaço do “monitor”

 

Fonte: BLOG DA SAÚDE em http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2013/01/28/muito-tempo-na-frente-do-computador-tablet-e-smartphone-nem-pisca-e-desgasta-as-corneas-sabia-veja-como-aliviar-isso/

Imagem: Inmagine

Uma pessoa concentrada na leitura reduz em até 80% o volume de piscadas

Um dia desses recebi um release do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB) que dizia “Tecnologia invade agenda do estudante e pede novos hábitos”. Prestei muita atenção ao texto e, depois de ler, percebi que não havia piscado nenhuma vez até chegar às últimas linhas. Essa era justamente a pauta.

Segundo o oftalmologista do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB), Mário Jampaulo, uma pessoa concentrada na leitura reduz em até 80% o volume de piscadas. Normalmente, as pessoas piscam entre 20 e 25 vezes por minuto.

“Durante uma leitura atenta, não é raro que pisquemos apenas 4 a 5 vezes no mesmo período. Esta alteração leva ao desgaste da superfície ocular, a córnea, que fica superexposta, sem lubrificação o que leva ao cansaço visual, ardência e vermelhidão”, comenta o oftalmologista.

Olhos vidrados no computador, tablets, smartphones, videogame etc causam a fadiga ocular e isso pode ser constatado por sintomas como náuseas, cefaleia, enjoo e redução também da competência para a leitura.

Outros fatores: luz, óculos vencidos e excesso de leitura

Preste atenção também a outros fatores que podem contribuir para essa fadiga ocular, além do tempo de exposição frente à telinha iluminada, como a má correção visual, óculos vencidos, a má iluminação (ou excesso) no ambiente e o tempo/carga que se dedica lendo e escrevendo.

Dicas para não cansar a visão

Jampaulo orienta: para cada 50 minutos de atividade em frente ao computador, deve-se parar por três minutos, aproximar-se de uma janela e olhar para longe para que a musculatura intrínseca do olho (ciliar) descanse e exerça com a maior qualidade sua função fisiológica.

  • Observe se a iluminação do local de estudos ou do trabalho está adequada e se a vista está confortável para a leitura;
  • Tente aproveitar ao máximo a iluminação natural, pois é mais confortável e ideal;
  • No caso de iluminação artificial, é aconselhável que a lâmpada esteja na distância aproximada de 50 centímetros de altura do local de uso para leitura, sendo que a luz deve incidir pelo lado contralateral à mão que escreve. Nesta posição, 60 watts de potência na lâmpada são suficientes para iluminar o ambiente de leitura de forma adequada.

Além de todas essas dicas, lembre-se de consultar regularmente um oftalmologista.

Unimed Vitória inaugura Hospital Dia e Maternidade

 

Fonte: UNIMED ESPÍRITO SANTO em http://www.unimed.coop.br/pct/index.jsp?cd_canal=50761&cd_secao=50754

06 Fevereiro 2013

Para aumentar a oferta de atendimento aos seus cerca de 320 mil clientes e manter a qualidade dos serviços oferecidos, a Unimed Vitória inaugura mais uma unidade exclusiva para os clientes do plano. O Hospital Dia e Maternidade Unimed Vitória (HDMU), já está funcionando na antiga sede da Gran Mater, que fica na Rua Constant Sodré, no bairro Santa Lúcia, em Vitória.

O HDMU, que tem capacidade para realizar cerca de 700 atendimentos por mês, possui 39 leitos e pronto atendimento 24 horas na área de ginecologia e obstetrícia. Além disso, a unidade também funciona como hospital dia, onde são realizados procedimentos cirúrgicos eletivos de baixa e média complexidade. Nesses casos, os pacientes recebem alta médica algumas horas após a realização do procedimento, sem necessidade internação durante toda a noite.

Com a nova estrutura em funcionamento, o objetivo é otimizar a utilização do Centro Integrado de Atenção à Saúde (Cias). Além de prestar atendimentos emergenciais na área de ginecologia e obstetrícia, a estrutura vai permitir a realização de cirurgias em especialidades como cirurgia geral, otorrinolaringologia, pediatria, oftalmologia, entre outras.

Hospital Dia e Maternidade Unimed Vitória (HDMU)

Local: a antiga sede da Gran Mater (Rua Constant Sodré, Santa Lúcia, Contato: (27) 3235-5300

•    Pronto atendimento 24 horas em ginecologia e obstetrícia (consultas, partos e outros atendimentos)
•    Cirurgias eletivas e exame

Casos de coqueluche no Estado sobem 480% em apenas um ano. Veja sintomas e tratamento

 

Fonte: ES HOJE em http://eshoje.jor.br/casos-de-coqueluche-no-estado-sobem-480-em-apenas-um-ano-veja-sintomas-e-tratamento.html

Aleandro Coelho (redacao@eshoje.com.br)

destaque  coqueluche1 Casos de coqueluche no Estado sobem 480% em apenas um ano. Veja sintomas e tratamento

A coqueluche, também conhecida por “tosse comprida”, preocupa a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) do Espírito Santo. Já foram registrados 354 casos da doença no Estado e oito mortes somente este ano, contra 61 casos, e uma morte no ano passado, um aumento de 480%. Mais de 50 municípios já têm casos confirmados da doença, o que pode ser caracterizado como uma situação de surto.

A coqueluche é uma doença causada por uma bactéria altamente contagiosa e é transmitida por meio de contato direto, tosse, espirro, eliminação de secreção e ao falar ou tocar em objetos. O período de contágio se estende de cinco dias após contato com a pessoa doente até três semanas depois do inicio dos acessos de tosse. A orientação é que a população fique atenta à higienização das mãos e evite ficar perto de pessoas com suspeita da doença.

“Após tossir, é preciso lavar as mãos, ao lidar com crianças, na hora do banho, de trocar a fralda e amamentar, por exemplo, é preciso ter esse cuidado. As mães com sinais e sintomas da doença devem se preocupar em tampar o nariz e a boca, usando uma máscara ou lenço. Vale lembrar que essas medidas devem ser adotadas mesmo por pessoas que ainda não tenham a doença confirmada”, explicou a coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Sesa, Gilsa Rodrigues.

Alertas

Segundo a Sesa, após observar o aumento nas notificações da doença, a Secretaria iniciou uma série de ações de alerta e capacitação. Foi oferecido treinamento dos municípios na realização do exame laboratorial (coleta de swab), de complicada execução. A Sesa informou também que entrou em contato com as vigilâncias epidemiológicas dos 78 municípios capixabas para esclarecer sobre a coqueluche, encaminhando notas técnicas também para o Conselho Regional de Medicina (CRM) e Conselho Regional de Enfermagem (Coren), e para diversas sociedades médicas.

Sintomas

Os sinais e sintomas da coqueluche são as tosses persistentes, e que podem durar várias semanas. Entre uma inspiração e outra as pessoas podem ter vários acessos de tosse a ponto de deixar a pele, especialmente a boca, com coloração arroxeada devido à falta de oxigênio. É muito comum também vômito após a tosse, podendo haver ainda presença de febre leve, coriza, e mal estar geral, sintomas que são bem parecidos com a gripe. Quem apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico.

“A coqueluche apresenta um sintoma peculiar, que é uma tosse que acontece de maneira súbita e incontrolável, que gera um barulho característico chamado de guincho inspiratório”, explicou Gilsa Rodrigues. Ela disse ainda que a maioria dos casos está concentrada em bebês e crianças.

Tratamento

O tratamento é rápido e simples, feito com o uso de antibiótico por até 14 dias. O diagnóstico é clínico, mas em alguns casos pode ser feito laboratorialmente. O paciente com coqueluche deve permanecer em isolamento respiratório enquanto durar o período de transmissão da doença. Na maioria dos casos, o tratamento pode ser ambulatorial e realizado em casa, mas com acompanhamento médico. A hospitalização só se torna necessária, quando ocorrem complicações e é preciso oferecer suporte de oxigênio e alimentação parenteral. O uso de analgésicos e anti-inflamatórios também pode ajudar a aliviar os sintomas no estágio catarral.

Casos

Em 2012 foram confirmados 354 casos de coqueluche e oito mortes, valor 480% maior que de 2011. Todos os óbitos ocorreram em bebês, sendo que dois deles haviam recebido apenas uma dose da vacina e os demais não tinham iniciado o sistema vacinal. Em 2011 foram 61 casos confirmados da doença e uma morte, segundo informou a Sesa.

Distribuição de casos por idade – 2012

Em menores de dois meses: 55 casos

De 02 a 05 meses: 83 casos

De 06 a 09 meses: 22 casos

De 10 a 11 meses: 12 casos

De 01 a 04 anos: 92 casos

De 05 a 09 anos: 32 casos

De 10 a 14 anos: 22 casos

De 15 a 19 anos: 09 casos

Maiores de 20 anos: 27 casos

Vacinação

1ª dose: 2 meses de vida

2ª dose: 4 meses de vida

3ª dose: 6 meses de vida

4ª dose: 1 ano e três meses

5ª dose: 4 anos

Reforço adulto: a cada 10 anos

- Gratuita na rede pública até os 6 anos de idade

- Na rede privada custa entre R$ 110 e R$ 115 a dose

ES: capa do jornal A Tribuna de 14 de fevereiro de 2013

 

Capa do jornal A Tribuna em http://www.redetribuna.com.br/jornal

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Cresce o número de pessoas com coqueluche no ES. Conheça sintomas e como agir

 

Fonte: ES HOJE em http://eshoje.jor.br/cresce-o-numero-de-pessoas-com-coqueluche-no-es-conheca-os-sintomas-e-como-agir.html

saude  co Cresce o número de pessoas com coqueluche no ES. Conheça sintomas e como agir

Com 950 casos confirmados em 2012, a maioria no final do ano, e outros 32 em janeiro – sem contar aqueles em investigação – a coqueluche tem preocupado a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) a ponto de ser classificada como epidemia. Comum em crianças, quando se manifesta de modo mais grave, a doença é negligenciada por adultos, dificultando o seu controle. Por isso é preciso ficar atento aos sintomas.

Crianças, jovens, adultos ou idosos que apresentarem tosse seca persistente, surtos de tosse, vômitos pós-tosse e febre baixa devem procurar imediatamente atendimento médico para quebrar a cadeia de transmissão. A doença é perigosa e causou dez mortes no ano passado e uma até o momento.

A coqueluche é prevenida por meio de vacinação ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Após cinco doses recebidas até os seis anos de idade a criança terá uma imunidade parcial por volta de 80% que dura de cinco a dez anos.

Portanto, mesmo aqueles que passaram pela vacinação completa podem adquirir a doença. Nesse caso, ela pode se manifestar de modo mais ameno. Aqui no Estado, muitos acometidos pela doença são pacientes que não ‘tomaram’ todas as doses ou não estavam em idade indicada para recebê-la.

Nos adultos geralmente a evolução da doença é benigna. Entretanto, eles podem transmiti-la para os bebês e crianças, ainda não completamente vacinados, sem saber.

Orientações

A coqueluche é causada por uma bactéria altamente contagiosa. A transmissão se dá por meio de contato direto, tosse, espirro, eliminação de secreção ao falar ou ao tocar objetos. Os pais são os principais transmissores da doença para as crianças. A recomendação é que pessoas com tosse persistente procurem o serviço de saúde.

Além disso, deve-se ficar atento à higienização das mãos e evitar ficar perto de pessoas com suspeita da doença. Os cuidados incluem ainda a limpeza de objetos contaminados com secreção nasal e cobrir o rosto ao tossir. O período de contágio se estende de cinco dias após o contato com o doente até três semanas depois do início dos acessos de tosse.

Sintomas

Os sinais e sintomas da coqueluche são as tosses persistentes, que podem durar várias semanas. Entre uma inspiração e outra as pessoas podem ter vários acessos de tosse a ponto de deixar a pele, especialmente a boca, com coloração arroxeada (cianose) devido à falta de oxigênio. É muito comum também vômito após a tosse. Pode haver ainda presença de febre leve, coriza, mal estar geral.

A coqueluche apresenta um sintoma peculiar, que é uma tosse que ocorre de maneira súbita e incontrolável, que gera um barulho característico chamado de guincho inspiratório.

Quem apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico nas unidades de saúde municipais. O tratamento é rápido e simples, feito com o uso de antibiótico por até 14 dias. O diagnóstico é clínico, mas em alguns casos pode ser feito laboratorialmente.

Medidas

Desde que observou aumento nas notificações da doença, a Secretaria de Estado da Saúde iniciou uma série de ações de alerta e capacitação. Foi oferecido treinamento aos municípios na realização do exame laboratorial (coleta de swab).

Além disso, a Sesa entrou em contato com as vigilâncias epidemiológicas dos 78 municípios capixabas para esclarecer sobre a coqueluche, encaminhando notas técnicas também para o Conselho Regional de Medicina (CRM) e Conselho Regional de Enfermagem (Coren), bem como para diversas sociedades médicas.

(Comunicação da Sesa)

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