segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

5 medicamentos proibidos lá fora e comercializados no Brasil

 

Fonte: BLOG DA SAÚDE em http://www.blogdasaude.com.br/saude-social/2013/02/18/5-medicamentos-proibidos-la-fora-e-comercializados-no-brasil/

18 de fevereiro de 2013

Para um remédio chegar às prateleiras das farmácias aqui no Brasil, ele passa por uma bateria de testes por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Cada país tem uma instituição semelhante. Nos Estados Unidos, a aprovação de novas drogas fica por conta da FDA (Food and Drug Administration).

Para que um remédio possa ser vendido, as farmacêuticas entram com processos independentes em cada país, gerando por vezes avaliações diferentes. Um medicamento proibido lá fora pode ser aprovado aqui, e vice-versa.

O problema é que isso gera temores nos pacientes. A Anvisa reconhece que podem haver situações controversas, mas defende que a fiscalização ocorre de maneira eficaz no Brasil.  Em casos de alertas no exterior (mortes ligadas a um remédio ou proibição dele em outros países), por exemplo, a agência pode retomar as análises e fazer novos testes.

Segundo a Anvisa, todos os medicamentos têm contra-indicações e reações adversas, e o papel dos médicos e da agência é verificar a relação entre os benefícios e malefícios das drogas. Confira remédios que, no exterior, são considerados mais maléficos que benéficos, mas que ainda são vendidos no Brasil:

Pílulas Diane 35

País em que foi proibido: França

O caso mais recente de remédio proibido no exterior, mas ainda à venda no Brasil. Na França, o medicamento, que tinha seu uso liberado para tratamento dermatológico, mas era largamente usado como pílula anticoncepcional, foi proibido após mortes ligadas ao seu consumo.

No Brasil, a proibição francesa gerou um alerta nas autoridades da Anvisa, e a pílula (que aqui também é indicada para acne, mas comumente usada como anticoncepcional) passou a ser monitorada, mas permanece disponível.

Sibutramina

País em que foi proibido: União Europeia, Estados Unidos, Austrália, Uruguai, Paraguai, entre outros

A sibutramina é indicada para pessoas obesas e pode ajudar a perder até 2kg em um mês. Há uma condição, porém: o paciente não pode sofrer de problemas cardíacos. Isso porque estudos mostram que o uso da substância aumenta os riscos de doenças cardiovasculares e alterações no sistema nervoso central.

Por conta desses riscos, a sibutramina já foi proibida na União Europeia e Estados Unidos, entre outros países. No Brasil, ela pode ser comprada com receita médica e assinatura de um termo de responsabilidade. Por aqui, aAnvisa já quis proibir o remédio, mas recuou após pressão de associações médicas e pacientes. Outros emagrecedores (a base de anfetaminas) já foram proibidos, e a sibutramina segue em observação.

Dipirona

País em que foi proibido: Estados Unidos, Suécia entre outros

Já tomou Neosaldina ou Novalgina? Dois dos principais remédios para dor de cabeça e gripe são proibidos nosEstados Unidos porque contêm uma substância chamada dipirona sódica. Por lá, só é possível comprar remédios como Tylenol, que usam paracetamol como ingrediente ativo.

Para a FDA (Food and Drug Administration), a dipirona causa choques anafiláticos com mais frequência que seu concorrente. O caso é polêmico, já que a dipirona foi criada na Alemanha (onde a venda é permitida) e o paracetamol é mais utilizado por empresas americanas.

Avastin

País em que foi proibido: Estados Unidos

O Avastin é um medicamento que reduz o crescimento de novos vasos sanguíneos. Ele é comumente usado como uma droga para tratar diferentes tipos de câncer.

Nos Estados Unidos, a substância deixou de ser usada para o tratamento de câncer de mama, permanecendo aprovada para outros tumores, como colorretal. Segundo as autoridades americanas, não havia evidência de que o Avastin aumentasse ou melhorasse a qualidade de vida das pacientes. Por outro lado, os efeitos como pressão alta e hemorragias ainda eram comuns nas pacientes.

No Brasil e em diversos outros países, a droga permanece indicada para o tratamento de câncer de mama.

Hormônio do crescimento

País em que foi proibido: Estados Unidos, França, Alemanha entre outros

Esse caso é um pouco mais específico. O hormônio é usado para tratar crianças com deficiência no crescimento (alguns adultos também podem se beneficiar do tratamento). Por aqui, ele é usado em sua forma natural ou sintetizada, mas em países como Estados Unidos a versão natural é proibida por manter os possíveis danos colaterais (o hormônio pode prejudicar o sistema nervoso) sem necessariamente trazer os benefícios, já que ele pode não ser eficaz se houver algum problema na sua extração.

Samu do ES registra mais de 1.200 acidentes com ciclistas em 2012

 

Fonte: G1 ES em http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2013/02/samu-do-es-registra-mais-de-1200-acidentes-com-ciclistas-em-2012.html

17/02/2013 08h15 - Atualizado em 18/02/2013 09h08

 

De acordo com a Secretária de Saúde foram três atendimentos por dia.
Confira algumas dicas de como andar de bicicleta com segurança.

Tatiane Braga Do G1 ES

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Espírito Santo registrou 1.249 acidentes envolvendo bicicletas em 2012, uma média de três atendimentos por dia. Para justificar os acidentes, os motoristas culpam os ciclistas, que por sua vez, reclamam dos condutores dos veículos.

“Os números de acidentes com ciclistas em 2012 representaram um aumento de 17,5% em relação a 2011, mas em janeiro tivemos uma queda de 25%, referente ao mesmo período do ano anterior”, explicou o coordenador Antonio Junior.

Utilizar a bicicleta é econômico, faz bem para a saúde e para o meio ambiente, mas é preciso ter atenção no trânsito pra evitar as colisões. O ciclista Julival Messias contou que já foi derrubado e se machucou muito. “Quebrei a clavícula quando o passageiro de um carro abriu a porta e eu bati. Em seguida veio um carro e meu fechou”, disse Messias.

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Para evitar acidentes como o que aconteceu com o Julival, basta seguir o que está no Código do Trânsito Brasileiro. Uma das recomendações é que em locais onde não há ciclovia, o ciclista deve andar a direita da via, no canto, dividindo espaço com o carro.

Em apenas um dia, a equipe de reportagem da TV Gazeta flagrou várias situações de risco no trecho entre Jardim da Penha e Mata da Praia, em Vitória. Em um dos flagrantes uma mulher pedala falando ao celular e um outro ouve música, todos na contramão da direção correta.

Para o membro da Federal Capixaba de Ciclismo, Jefferson Cabral, o ciclista precisa estar mais atento.

“A bicicleta é o primeiro veículo que a pessoa aprende a conduzir no trânsito, por isso pensa que sabe andar.  Anda na contramão porque acha que vai ver o carro de frente, mas não sabe o perigo que é”, disse Cabral.

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Macas são usadas como leito e ambulâncias ficam paradas no ES

 

Fonte: G1 ES em http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/2013/02/macas-sao-usadas-como-leito-e-ambulancias-ficam-paradas-no-es.html

16/02/2013 15h16 - Atualizado em 16/02/2013 15h16

 

Famílias de pacientes registraram hospital Dório Silva superlotado.
Secretaria de saúde informou que trabalha para inibir retenção de macas.

André FalcãoDo G1 ES

Diversas ambulâncias ficaram retidas no pátio do Hospital Dório Silva, no município da Serra, na Grande Vitória, noite desta sexta-feira (15), após deixarem pacientes no local. Segundo testemunhas, quando os pacientes eram entregues ao hospital, as macas eram usadas como leito por falta de vagas. A Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) informou que é preciso aguardar laudo médico para liberar o veículo e que trabalha para inibir a retenção de macas.

Familiares reclamaram da falta de vagas e de tratamento adequado às pessoas que chegavam ao hospital com necessidade de atendimento. Após sofrer um acidente de motocicleta, Marco Andrade aguardava uma ambulância para voltar para casa. “As ambulâncias estão paradas sem maca. Eles estão com as macas lá dentro do hospital e não liberam”, disse.

Além da dificuldade de locomoção, os pacientes sofreram com a superlotação do Dório Silva. Uma idosa, de 68 anos, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e precisava de cuidados especiais. “Ela ficou no corredor e continua lá. Eles falaram que não tinha vaga nos quartos. Isso é revoltante, porque a gente paga tanto imposto e para onde vai o dinheiro da saúde”, falou a filha da idosa, Janiele Valência.

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Pacientes fizeram vídeos e fotos que registraram a situação do local. Muitas pessoas recebiam atendimento em cadeiras de plástico e poltronas. “As condições são péssimas. Meu pai está internado desde terça-feira (12) na emergência, em cima de uma maca em que ele não cabe totalmente e os braços ficam pendurados. Ele está com um quadro grave, esperando uma transferência para a Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Infelizmente, a saúde está pedindo socorro. O sentimento da gente é um misto de indignação e frustração”, contou Valdirene da Silva.

O subsecretário de saúde, Geraldo Queiroz, destacou que os pacientes precisam aguardar a avaliação médica para, então, a maca ser liberada. “O comum é que a maca aguarde o médico atender a pessoa e emitir o laudo e, então, se for o caso, retornar à sua origem. Esses casos registrados estavam com essa situação. Há alguns casos, que não são muito comuns, em que há retenção de macas. Mas o estado trabalha sistematicamente para inibir esse tipo de postura”, afirmou.

Secretaria de saúde informou que trabalha para inibir retenção de macas, no Espírito Santo. (Foto: Wagner Martins / TV Gazeta)Secretaria de saúde informou que trabalha para inibir retenção de macas. (Foto: Wagner Martins / TV Gazeta)

Mitos e Verdades sobre a Saúde Masculina

 

Fonte: COMBATE AO CÂNCER em http://www.combateaocancer.com/2013/01/mitos-e-verdades-sobre-a-saude-masculina/

Publicado em 8 de janeiro de 2013 por Equipe Combate ao Câncer

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Desinformação, má interpretação de fatos e generalização de um caso isolado acabam por fazer com que falsas crenças tornem-se verdade. Os estigmas que cercam algumas doenças devem ser desmitificados. Por esse motivo, o Oncoguia selecionou algumas dúvidas comuns sobre a saúde masculina. Esclareça suas dúvidas:

O câncer de próstata sempre dá sintomas?

Mito - Na fase inicial, o câncer de próstata não tem sintomas. Por isso, a importância dos exames preventivos. Quando o tumor está localizado na próstata, o paciente não sente nada. Os sintomas só aparecem quando a doença está em estágio avançado, comprometendo outros órgãos, como os ossos, por exemplo, ou sintomas locais, como sangramento pela uretra.

A única doença na próstata é o câncer?

Mito - O câncer de próstata é a doença mais comum na próstata, mas não é a única. Temos outras doenças também, tais como: A Prostatite – é a inflamação na próstata e dentre os sintomas apresentados estão: febre, ardência e maior frequência para urinar. O tratamento é clínico e à base de antibióticos.

A Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) dá Câncer?

Mito - A Hiperplasia é o crescimento benigno da próstata e ocorre em até 70% dos homens acima de 60 anos e em 30% deles exige tratamento com medicamentos ou mesmo cirurgia. Dentre os sintomas da HBP estão o jato fino e fraco, o aumento da frequência e da urgência para urinar e até mesmo a retenção da urina. Outras complicações como pedras na bexiga, infecções urinárias e perda de sangue pela urina. Enquanto não ocorrem complicações a doença pode ser tratada com medicamentos que relaxam a próstata e facilitam o ato de urinar. Outros podem diminuir o tamanho da próstata. Nos casos que não respondem ao tratamento clínico ou que evoluem com complicações pode haver necessidade de cirurgia aberta ou por via endoscópica (uretral).

Apenas o Exame de PSA é necessário para verificar se há algum problema em minha próstata?

Mito - Em cada 10 cânceres de próstata, 4 têm valores de PSA considerado normais. Portanto, a dosagem de PSA no sangue não é definitiva no diagnóstico do câncer e o exame de toque retal é imprescindível.

Todos os homens podem ter disfunção erétil?

Depende - Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia, aproximadamente 50% dos homens adultos com mais de 40 anos têm alguma queixa em relação às suas ereções. Estima-se também 50% a 70% dos casos de impotência ocorrem devido a fatores psicogênicos.

Um dos principais fatores de risco para o câncer de pênis é prática sexual com diferentes parceiras sem o uso de camisinha?

Verdade - Sim, segundo o Instituto Nacional do Câncer, a utilização do preservativo é imprescindível em qualquer relação sexual, pois ela diminui a chance de contágio de doenças sexualmente transmissíveis, como o vírus HPV (papiloma vírus humano), por exemplo. Alguns estudos científicos sugerem a associação entre infecção pelo HPV e câncer de pênis.

Para prevenir o câncer de pênis é necessária uma limpeza diária com água e sabão, principalmente após as relações sexuais e a masturbação. É fundamental ensinar às crianças desde cedo os hábitos de higiene íntima, que devem ser praticados todos os dias. A cirurgia de fimose também ajuda na prevenção. A operação, chamada circuncisão, é normalmente realizada na infância. Tanto o homem circuncidado como o não-circuncidado reduzem as chances de desenvolver este tipo de câncer com bons hábitos de higiene.

O câncer de testículo só dá em homens mais velhos?

Mito - O câncer de testículo atinge principalmente homens em idade reprodutiva (jovens – entre 15 e 50 anos). Sua incidência é de três a cinco casos para cada grupo de 100 mil indivíduos. Dentre os tumores malignos do homem, 5% ocorrem nos testículos. Quando comparado com outros cânceres que atingem o homem, como o de próstata, o câncer de testículo apresenta baixo índice de mortalidade. O fato de ter maior incidência em pessoas jovens e sexualmente ativas possibilita a chance do câncer de testículo ser confundido ou até mesmo mascarado por inflamações dos testículos e dos epidídimos, geralmente transmitidas sexualmente.

Fonte: Oncoguia

Capixabas devem ficar atentos a sintomas de coqueluche

 

Fonte: CAPIXABÃO em http://www.capixabao.com/noticia/14986/saude-e-gastronomia/capixabas-devem-ficar-atentos-a-sintomas-de-coqueluche/

Redação

16 de Fevereiro de 2013

Capixabas devem ficar atentos a sintomas de coqueluche

(Foto: Reprodução)

Com 950 casos confirmados em 2012, a maioria no final do ano, e outros 32 em janeiro – sem contar aqueles em investigação – a coqueluche tem preocupado a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) a ponto de ser classificada como epidemia. Comum em crianças, quando se manifesta de modo mais grave, a doença é negligenciada por adultos, dificultando o seu controle. Por isso é preciso ficar atento aos sintomas.

Crianças, jovens, adultos ou idosos que apresentarem tosse seca persistente, surtos de tosse, vômitos pós-tosse e febre baixa devem procurar imediatamente atendimento médico para quebrar a cadeia de transmissão. A doença é perigosa e causou dez mortes no ano passado e uma até o momento.

A coqueluche é prevenida por meio de vacinação ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Após cinco doses recebidas até os seis anos de idade a criança terá uma imunidade parcial por volta de 80% que dura de cinco a dez anos.

Portanto, mesmo aqueles que passaram pela vacinação completa podem adquirir a doença. Nesse caso, ela pode se manifestar de modo mais ameno. Aqui no Estado, muitos acometidos pela doença são pacientes que não ‘tomaram’ todas as doses ou não estavam em idade indicada para recebê-la.

Nos adultos geralmente a evolução da doença é benigna. Entretanto, eles podem transmiti-la para os bebês e crianças, ainda não completamente vacinados, sem saber.

Orientações
A coqueluche é causada por uma bactéria altamente contagiosa. A transmissão se dá por meio de contato direto, tosse, espirro, eliminação de secreção ao falar ou ao tocar objetos. Os pais são os principais transmissores da doença para as crianças. A recomendação é que pessoas com tosse persistente procurem o serviço de saúde.

Além disso, deve-se ficar atento à higienização das mãos e evitar ficar perto de pessoas com suspeita da doença. Os cuidados incluem ainda a limpeza de objetos contaminados com secreção nasal e cobrir o rosto ao tossir. O período de contágio se estende de cinco dias após o contato com o doente até três semanas depois do início dos acessos de tosse.

Sintomas
Os sinais e sintomas da coqueluche são as tosses persistentes, que podem durar várias semanas. Entre uma inspiração e outra as pessoas podem ter vários acessos de tosse a ponto de deixar a pele, especialmente a boca, com coloração arroxeada (cianose) devido à falta de oxigênio. É muito comum também vômito após a tosse. Pode haver ainda presença de febre leve, coriza, mal estar geral.

A coqueluche apresenta um sintoma peculiar, que é uma tosse que ocorre de maneira súbita e incontrolável, que gera um barulho característico chamado de guincho inspiratório.

Quem apresentar esses sintomas deve procurar atendimento médico nas unidades de saúde municipais. O tratamento é rápido e simples, feito com o uso de antibiótico por até 14 dias. O diagnóstico é clínico, mas em alguns casos pode ser feito laboratorialmente.

Medidas
Desde que observou aumento nas notificações da doença, a Secretaria de Estado da Saúde iniciou uma série de ações de alerta e capacitação. Foi oferecido treinamento aos municípios na realização do exame laboratorial (coleta de swab).

Além disso, a Sesa entrou em contato com as vigilâncias epidemiológicas dos 78 municípios capixabas para esclarecer sobre a coqueluche, encaminhando notas técnicas também para o Conselho Regional de Medicina (CRM) e Conselho Regional de Enfermagem (Coren), bem como para diversas sociedades médicas.

Exercício sem orientação pode causar até enfarte

 

Fonte: CAPIXABÃO em http://www.capixabao.com/noticia/14984/esportes/exercicio-sem-orientacao-pode-causar-ate-enfarte/

Redação

16 de Fevereiro de 2013

Exercício sem orientação pode causar até enfarte

(Foto: Reprodução/Romero Mendonça)

Se você é do tipo sedentário, mas nessa época do ano vira um ‘atleta’ para entrar em forma rapidamente e ficar bem na fita, está colocando sua saúde em risco, podendo sofrer um desmaio e até um enfarte. O alerta é do cardiologista Eliudem Galvão Lima, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa).

Segundo ele, é comum, nessa época do ano, pacientes chegarem ao consultório com queixas de falta de ar, tontura, após praticar exercício físico. “Geralmente, essas pessoas não passaram por nenhuma avaliação clínica e cardiológica e nem fizeram exames essenciais para a prescrição adequada e individualizada para realizar atividade física”, conta ele.

O médico afirma que o exercício físico é importante para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, mas é preciso ser feito de forma contínua e com orientação adequada.

“É perigoso uma pessoa que fica quase o ano todo sem se exercitar e de repente, no verão, quer começar a correr, jogar bola, fazer atividades de alta intensidade. Não são só os riscos de lesões musculares e articulares. Há também o risco de a pessoa desconhecer que possui uma limitação física e desencadear problemas mais graves, que podem até levar à morte”, alerta.

Eliudem lembra que 25% da população é hipertensa (de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão), e que essas pessoas correm risco de enfarte ou de desenvolver um acidente vascular cerebral (AVC), se não forem acompanhadas.

Ele destacou também que, a partir dos 35 anos de idade, a maior causa de morte súbita está relacionada à doença das artérias coronárias, placas de gordura formada nos vasos sanguíneos, principalmente os do coração. Para ele, os chamados “atletas de verão” estão mais propensos a ter problemas.

“O exercício é um ato contínuo, não deve ser feito só em uma estação do ano esperando resultados rápidos e depois parar”, diz o médico lembrando que o condicionamento físico se perde a partir da quarta semana sem atividade.

E o que ele considera mais importante: a maioria dos atletas de verão não passa por avaliação clínica e não faz um teste laboratorial antes de iniciar a atividade física.

“Normalmente, são sedentários, não fazem os exames bioquímicos (colesterol, glicose, triglicerídeos) de rotina para saber se são hipertensão ou diabéticos, ou se estão com taxa alta de LDL, o chamado colesterol ruim, que forma placas de gordura no sangue. Quem tem pressão alta, por exemplo, toma medicamentos que podem influenciar na prescrição de exercício físico”, salienta ele.

O médico ressalta que toda prescrição de exercício tem de ser individualizada, levando em consideração a idade, sexo, fatores de risco, presença ou ausência de doenças.

Portanto, fica a dica do médico. Sempre procurar um cardiologista para fazer avaliação inicial. Só essa avaliação pode quantificar a intensidade do esforço que a pessoa pode fazer e definir se há necessidade de exames complementares, como o teste de esforço em esteira ergométrica.

Para os iniciantes, ele lembra que o ideal é sempre começar com uma caminhada de baixa intensidade (3 a 4 km/h), antes de passar para média (4 a 7 km/h) e alta intensidade como trote e corrida (acima de 7km/h). Para finalizar, ele lembra ainda que toda atividade deve ser precedida de aquecimento e alongamento, para evitar lesões.

VILA VELHA/ES: segundo prefeitura, quatro em cada dez casas não abrem as portas

 

Fonte: CAPIXABÃO em http://www.capixabao.com/noticia/14981/saude-e-gastronomia/segundo-prefeitura-quatro-em-cada-dez-casas-nao-abrem-as-portas/

15 de Fevereiro de 2013

Segundo prefeitura, quatro em cada dez casas não abrem as portas

Quase metade das casas visitadas pelos agentes de saúde de Vila Velha, na Grande Vitória, não abre as portas para participar do trabalho de combate à dengue. Segundo a prefeitura do município, 518 pessoas já contraíram a doença desde o início de 2012, o que soma um total de mais de 100 novos casos por semana. Agentes afirmam que não conseguem entrar em quatro de casa dez casas visitadas no município.

Em um terreno, onde o proprietário nunca foi encontrado, os agentes utilizam uma escada para pular a grade e fazer a limpeza. "Nesse caso dos terrenos baldios, você pode ver que a maioria é lixo doméstico", disse a supervisora de vigilancia ambiental Jalice Cirilo. De acordo com a prefeitura de Vila Velha, quando o agente não encontra o morador em casa, é deixado um recado para que seja feito o contato de agendamento de visita.

"É muito complicado mesmo. A gente até pede para a população ter um pouco mais de consciência. É preciso entender que a dengue mata", alertou a supervisora.

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Saúde do município, o município registrou 1.769 casos de dengue durante todo o ano de 2012. Já em 2013, o número já atingiu os 518 casos em menos de dois meses, o que totaliza mais de cem novos registros da doença por semana.

Aumenta a procura por teste de HIV após o carnaval

 

Fonte: PREFEITURA VILA VELHA em http://www.vilavelha.es.gov.br/noticias/aumenta-a-procura-por-teste-de-hiv-apos-o-carnaval-3459

15 de fevereiro de 2013 às 16h34 - Atualizado em 15 de fevereiro de 2013 às 16h57

Texto: Emerson Cabral / Foto: Eduardo Ribeiro

Teste de HIV Aids Equipe de DST - Imagem: Eduardo Ribeiro

Um dos serviços mais demandados da saúde municipal de Vila Velha após o carnaval é o Programa DST/HIV/Aids, que registra um expressivo aumento na procura por exames de HIV. São cerca de 30 pacientes que buscam realizar o teste por dia, quando em outras épocas essa média diária não passa de 15 pacientes. Segundo o coordenador do programa, Luciano Salvador, isso se deve às atitudes de risco do sexo desprotegido, muito comum no período de festas, como o carnaval. “O usuário que nos procura alega ou o rompimento do preservativo durante o ato sexual ou que bebeu demais, perdeu a cabeça e se esqueceu de usar a camisinha”.

Em todo o ano de 2012 o programa realizou 3.565 testes de HIV, cujo resultado é divulgado em apenas 15 minutos após a coleta do sangue. No ano passado 96 testes foram reagentes, ou seja, deram positivo para o vírus HIV. “O mês que mais tivemos casos novos de HIV em Vila Velha foi julho, com 15 exames reagentes”, salientou Luciano Salvador. O programa funciona de 7:00 às 18:00 no prédio do Cemas (Centro de Atenção Secundária Mais Saúde), localizado na Av. Castelo Branco, 1803, Centro de Vila Velha.

Caso o resultado seja reagente, o paciente começa imediatamente a ser acompanhado por uma equipe de profissionais e será cadastrado no programa DST/HIV/Aids. Fazendo parte desse programa, ele receberá sem custo toda a medicação e o atendimento médico. “Temos disponíveis em nossa farmácia todos os antirretrovirais (medicação específica para o tratamento do paciente com HIV), e a escolha do remédio vai depender da avaliação do infectologista e dos exames clínicos do paciente”, disse Luciano.

Atualmente, cerca de 1.500 pacientes com HIV estão cadastrados no sistema em Vila Velha. Eles são atendidos por uma médica infectologista, uma ginecologista, uma gastroenterologista, uma proctologista, além de quatro enfermeiros, uma farmacêutica bioquímica, uma assistente social e uma dentista. “Se o paciente precisar de um médico de outra especialidade o programa encaminha para o profissional disponível na rede municipal de saúde”, explicou Luciano Salvador.

O programa também realiza outros testes para detecção de doenças sexualmente transmissíveis. Em 2012 foram coletados em Vila Velha 1.816 exames VDRL (para detectar a sífilis), com 113 casos reagentes. Exames para a detecção de hepatite B (HBSAG) foram 2.557, com 16 resultados reagentes. No caso da Hepatite C o programa contabilizou 2.416 testes, sendo 23 resultados positivos. Assim como no caso do exame de HIV, todos os outros testes de DST têm a divulgação feita em apenas 15 minutos. “Nós só não divulgamos no mesmo dia quando os testes são realizados na sexta-feira. O paciente precisará retornar na segunda-feira”, disse o coordenador do programa.

Vila Velha conta ainda com o Serviço Especializado em Pediatria (SAE Pediátrico), que atende as crianças que nascem infectadas pelo vírus HIV, contraído na gestação ou no parto. Esta equipe tem dois médicos infecto-pediatras, além dos outros profissionais que assistem a população adulta. “As mulheres diagnosticadas com o vírus HIV que estejam grávidas ou por ventura engravidem têm um acompanhamento especial, para que durante a gravidez e o parto seja evitada a contaminação do bebê. Elas recebem medicação durante a gestação e o parto é monitorado por especialistas, que se asseguram de que não haja risco para o bebê ser infectado”. Dezoito crianças são assistidas no SAE Pediátrico de Vila Velha. Quando em fase de amamentação, todas recebem de graça o leite em pó, uma vez que o leite da mãe portadora de HIV é contaminante. “Fornecemos o leite em pó, além de dar uma medicação para que seque o leite da mãe, evitando que ela dê o peito por descuido ou por pressão dos parentes que não sabem de sua condição positiva para o HIV”.

Teste de HIV nos bairros

O programa vai reativar este ano o CTA Itinerante (Centro de Testagem e Aconselhamento), que realiza testagem em bairros, além de palestras sobre doenças sexualmente transmissíveis para a comunidade local. O próximo bairro a ser visitado ainda está em análise. O CTA Itinerante é um micro-ônibus que tem um consultório preparado para receber os usuários e realizar a coleta de sangue para análise e a testagem também em 15 minutos para todas as DSTs.

Ministério Público quer fim da taxa extra

 

Fonte: A GAZETA em http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/02/noticias/cidades/1403937-ministerio-publico-quer-fim-da-taxa-extra.html

17/02/2013 - 09h43 - Atualizado em 17/02/2013 – 09h43

Proposta é que planos reajustem valores pagos aos médicos

Daniella Zanotti | dzanotti@redegazeta.com.br

O Ministério Público estadual (MPES) quer acabar com a taxa extra cobrada por obstetras de planos de saúde para acompanhar o parto. A intenção do órgão é entrar em acordo com as operadoras para que reajustem os valores pagos pelo procedimento para os médicos.

Uma reunião acontece no dia 8 de março e deve contar com a presença dos planos de saúde, do MPES, do Procon Estadual e os dos da Grande Vitória, além da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia e Conselho Regional de Medicina.

“O objetivo é discutir a cobrança da taxa visando uma solução amigável, mas sem abrir mão da defesa do consumidor. Entendemos que o cerne da questão está no valor que hoje é repassado pelos planos de saúde para os profissionais, já que os honorários do parto estão defasados”, explica a promotora do MPES Sandra Lengruber. 

A cobrança, que pode ultrapassar R$ 3 mil, segundo pacientes, seria uma forma de compensar os baixos valores pagos por planos de saúde que, atualmente, gira em torno de R$ 250.

Data: 15/02/2013 - ES - Cariacia - Tatiane Machado Neves, 31, reclama do valor cobrado por seu médico para fazer o parto - Editoria: Cidades - Foto: Carlos Alberto Silva - GZ
Caso não haja acordo, a promotora afirma que o segundo passo será a discussão da legalidade da cobrança da taxa imposta pelos médicos.
“Recebemos denúncias de consumidoras dizendo que os médicos estão cobrando a taxa, mas ainda assim estão marcando as cesarianas nos dias, locais e horários que são mais convenientes para eles mesmos, ou seja, essa disponibilidade é questionável”, afirma a promotora.

No final de 2012, o MPES enviou ofício para as principais operadoras de planos de saúde do Estado para que informassem sobre as datas e locais de plantão dos obstetras, mas os planos não responderam a todos os questionamentos. “Os planos foram evasivos, mas é direito dos pacientes tomarem conhecimento de quais são os obstetras credenciados que fazem partos e quando acontecem seus plantões”, acrescenta Sandra.

Presidente do Sindicato dos Médicos (Simes), Otto Baptista, elogia a iniciativa do MPES, mas não acredita que as operadoras vão reajustar os valores. “Essa batalha pelo aumento da remuneração arrasta-se há dez anos. O MPES precisa agir com muita firmeza”, opina.

Atendimento
39 leitos

É o que vai oferecer a Gran Mater, que passa a se chamar Hospital Dia e Maternidade Unimed Vitória (HDMU)

Planos de saúde não falam sobre reajuste salarial

Os planos de saúde não responderam sobre a possibilidade de reajustar o valor pago por parto para os obstetras credenciados.

A Unimed Vitória informa que o plano de saúde já disponibiliza obstetras plantonistas nas maternidades credenciadas do plano de saúde, sem custo adicional à paciente.

A cooperativa acrescenta que trabalha para ampliar o número de unidades com profissional da especialidade disponíveis para atendimento 24 horas. “Um exemplo é o arrendamento, por cinco anos, da Gran Mater, que passa a se chamar Hospital Dia e Maternidade Unimed Vitória (HDMU)”, afirma a Unimed, que acrescenta que o hospital disponibiliza 39 leitos e pronto atendimento 24 horas na área de ginecologia e obstetrícia e tem capacidade para realizar cerca de 700 atendimentos mensalmente.

Já o São Bernardo Saúde afirma que vai comparecer à reunião e reforça que está aberto a todo tipo de debate em prol da melhoria do atendimento aos seus beneficiários. O SM Saúde foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou até o fechamento da edição.

Plantão positivo nos prontos-atendimentos durante o carnaval

 

Fonte: em PREFEITURA DE VILA VELHA em http://www.vilavelha.es.gov.br/noticias/plantao-positivo-nos-prontos-atendimentos-durante-o-carnaval-3455

14 de fevereiro de 2013 às 17h18 - Atualizado em 14 de fevereiro de 2013 às 17h34

Texto: Emerson Cabral / Foto: Zanete Dadalto

Serviços que funcional no Carnaval em Vila Velha - Imagem: Zanete Dadalto

O plantão da saúde em Vila Velha foi considerado positivo pelos diretores dos Prontos-atendimentos da Glória e de Cobilândia. Resultado do reforço de médicos escalados para atender a população do município durante os dias de folia.

O diretor técnico do PA da Glória, Dr. Eliud Garcia Duarte Jr., comemorou o fato de a mortalidade ter sido zero durante o plantão, desde a sexta-feira (08) até a noite de quarta-feira de cinzas (13). “Fizemos 1.930 atendimentos clínicos e pediátricos durante o carnaval no PA da Glória. Destes, 1.288 foram clínicos e 642 pediátricos, além de 150 pequenas cirurgias”, destacou o diretor.

Nesta quinta-feira (14) um grande número de pacientes procurou atendimento no PA da Glória em busca de atestado médico retroativo. “Esses pedidos não são atendidos por que se trata de uma ilegalidade que acontece sempre nos períodos pós-carnaval”, informou o Dr. Eliud.  Além disso, houve uma grande demanda de pacientes com suspeita de dengue, uma vez que o município enfrenta uma epidemia da doença. A quinta-feira no PA da Glória teve seis médicos clínicos, cinco pediatras e um cirurgião atendendo no período da manhã. À tarde, o PA trabalhou com cinco clínicos, quatro pediatras e um cirurgião.

No PA de Cobilândia foram realizados 1.141 atendimentos clínicos, também no período da sexta-feira até a quarta-feira de cinzas. Assim como na Glória, nenhum óbito foi registrado durante o carnaval no PA de Cobilândia, segundo a diretora Valéria Amorim.

A Secretaria Municipal de Saúde de Vila Velha reforçou todas as equipes médicas que trabalharam em regime de plantão durante o carnaval. Foram montadas dez equipes de 12 horas cada, nos Prontos Atendimentos da Glória e de Cobilândia, além do Hospital da Mulher, também em Cobilândia. As Unidades básicas de saúde do município ficaram fechadas durante o carnaval e voltaram a atender normalmente nesta quinta-feira (15).

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